Mais de 26 mil alunos estiveram sem aulas no ano letivo passado por falta de professores, revela o relatório "Estado da Educação", que alerta que os salários impedem os docentes de aceitarem vagas onde as rendas são elevadas.
Os professores precisam de trabalhar, em média, 39 anos e ter 62 anos de idade para chegar ao último escalão da carreira, segundo o relatório “Estado da Educação”, que alerta para a precariedade e pouca atratividade da carreira docente.
O músico Pedro Abrunhosa conversou e atuou hoje perante mais de 400 alunos e o Presidente da República em Belém, ocasião que aproveitou para saudar os professores portugueses, que reivindicam melhores condições de carreira.
A Federação Nacional de Professores vai reunir-se na quinta-feira com o ministério da Educação para “uma reunião técnica” sobre o concurso de professores, anunciou hoje a Fenprof que, na semana passada, não chegou a acordo com a tutela.
A Federação Nacional da Educação (FNE) anunciou hoje que vai convocar uma greve nacional para o dia 8 de fevereiro e juntar-se, a partir de quarta-feira, às greves por distritos inicialmente convocadas por uma plataforma de oito organizações sindicais.
Mais de cinco mil pessoas assinaram uma petição 'online' a pedir a intervenção do Presidente da República no processo que opõe Ministério da Educação e sindicatos e que tem motivado greves nas escolas desde dezembro.
Cerca de 600 pessoas, a maioria professores, assistentes operacionais e técnicos especializados, desfilaram hoje pelas ruas da cidade de Setúbal e concentraram-se em frente à Câmara Municipal, para exigirem melhores condições de trabalho e a valorização da escola pública.
Cerca de meia centena de professores estão desde as 07:45 de hoje concentrados junto à Escola Básica e Secundária da Cidadela, Cascais, em protesto pela progressão na carreira, disse à Lusa um dos docentes.
O Sindicato de Todos os Profissionais de Educação (STOP), em braço de ferro com o Governo, acompanhou hoje o ministro da tutela, João Costa, nas críticas ao Chega, acusando o partido de "aproveitamento" e "oportunismo".
O Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (STOP) anunciou hoje uma nova manifestação em Lisboa em 28 de janeiro, como resposta à convocatória do Ministério da Educação para a definição de serviços mínimos nas escolas.
As negociações entre o Governo e as organizações sindicais do setor sobre o regime de concursos de professores prosseguem hoje, com duas reuniões durante a manhã, estando também marcado um protesto em frente ao Ministério da Educação.
O ministro da Educação, João Costa, defendeu hoje que "é tempo de recuperar a serenidade" e continuar a negociar com os professores, prometendo a "boa-fé" do Governo para resolver "problemas antigos" da profissão.
O secretário-geral da Federação Nacional da Educação (FNE) considerou hoje que as propostas apresentadas pelo ministro são “poucochinho”, mas admitiu estar otimista quanto às negociações, sem afastar a possibilidade de recorrer à greve.
Dezenas de professores, auxiliares, alunos e encarregados de educação de agrupamentos de escolas do Seixal marcharam hoje pelas ruas do concelho em defesa da escola pública e pela dignificação da carreira dos professores.
Os diretores escolares defendem que o Ministério da Finanças deve estar presente nas reuniões negociais agendadas para esta semana com os professores, caso contrário as negociações poderão “ir por água abaixo”.
Em período de contestação nacional pelos professores, o Ministério da Educação demonstra disponibilidade para a integração de docentes após três contratos.
O presidente do PS, Carlos César, disse hoje, em Coimbra, que as matérias relativas às reivindicações dos professores devem ter prioridade e que o Ministério da Educação está “imbuído” desse espírito para se chegar a um bom desfecho.
O PSD acusou hoje o ministro da Educação de usar um "tom persecutório" em relação aos professores e pediu ao Governo que negoceie "de boa-fé" e aprove medidas de valorização da carreira docente.
O partido Chega divulgou hoje, em dia de marcha de professores convocada pelo sindicato STOP, um projeto de lei para encurtar o prazo para reforma antecipada dos educadores de infância e docentes do básico e do secundário.
O secretário-geral do PS colocou hoje como prioridades a conclusão das negociações sobre o regime de dedicação plena dos médicos, e a vigência de um modelo que reforce a vinculação e combata a precariedade dos professores.
A coordenadora do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, mostrou-se hoje solidária com “a luta dos professores”, que considerou “justíssima” e uma “luta pela escola” e pelo futuro coletivo do país.
A manifestação de professores que hoje decorre em Lisboa junta mais de 100 mil pessoas, disse o coordenador nacional do Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (STOP), André Pestana.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) garante que não existiram ações planeadas e que as operações STOP verificadas esta manhã dizem respeito à "atividade diária no âmbito da fiscalização rodoviária".