A Fenprof anunciou esta segunda-feira em conferência de imprensa que vai recorrer da decisão do Tribunal Arbitral ter decidido a favor dos serviços mínimos para as greves de professores marcadas para os dias 2 e 3 de março.
O Tribunal Arbitral decretou serviços mínimos para as greves de professores convocadas pela plataforma de nove organizações sindicais para os dias 2 e 3 de março, segundo o acórdão publicado hoje.
O ministro da Educação, João Costa, afirmou hoje que estão a ser feitos estudos e contas para avaliar em que termos o tempo de serviço congelado aos professores pode ser recuperado, para que possam ser apresentadas propostas.
Milhares de professores e trabalhadores não docentes de várias zonas do país concentraram-se hoje, pelas 18:00, em frente à Assembleia da República, em Lisboa, numa manifestação pela educação, que culminou com "o enterro da escola pública".
Professores e trabalhadores não docentes voltam hoje a manifestar-se em Lisboa, numa marcha organizada pelo Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (Stop) em defesa da escola pública e por melhores condições de trabalho e salariais.
O Sindicato de Todos os Profissionais de Educação (STOP) anunciou hoje que 96% dos milhares de funcionários das escolas auscultados pelo sindicato rejeitaram as propostas do ministério da Educação, que hoje voltam a ser alvo de negociações.
Sindicatos de professores e Ministério da Educação retomam esta semana as negociações sobre um novo regime de recrutamento e colocação de professores, depois de o ministro ter garantido “total disponibilidade” para discutir a valorização da carreira.
O ministro da Educação assegurou hoje que os professores não vão ser penalizados pela forma como aderiram à greve por tempo indeterminado, mas sublinhou que, a partir de agora, a adesão tem de respeitar os pré-avisos.
O Tribunal Arbitral decidiu hoje prolongar os serviços mínimos decretados para as greves convocadas pelo Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (STOP) até 10 de março.
O Presidente da República disse hoje acreditar que as negociações entre o Governo e os professores vão "a caminho de uma solução" que cobre um "número muito elevado de problemas" e que esse caminho é "um sinal de esperança".
O Conselho das Escolas colocou-se do lado dos professores e recomendou ao Governo o alargamento do processo negocial para incluir a recuperação do tempo de serviço, e a sua aproximação a outras reivindicações dos docentes para os concursos.
O primeiro-ministro considerou hoje que o país não consegue acrescentar uma despesa anual permanente de 1.300 milhões de euros, correspondendo à reposição do tempo integral de serviço das carreiras previamente congeladas, descartando que o possa fazer para os professores.
O Sindicato de Todos os Profissionais de Educação (Stop) prometeu hoje que vai manter o pré-aviso de greve até 10 de março após a Procuradoria-Geral da República (PGR) ter emitido um parecer sobre a legalidade das paralisações.
O líder do Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (Stop) disse hoje que o parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre a legalidade das greves "é uma mão cheia de nada para o Ministério da Educação" (ME).
O secretário-geral da Fenprof revelou hoje que o Ministério da Educação pediu serviços mínimos para as greves nas escolas de 02 e 03 de março, o que o sindicato considera ser "ilegal" e "indigno da democracia".
O Ministério da Educação (ME) considera que a greve de professores convocada pelo Sindicato de Todos Os Profissionais da Educação (S.T.O.P) e SIPE está a violar a lei
O poder de compra dos docentes e investigadores do ensino superior diminuiu mais de 20% nas duas últimas décadas, segundo um estudo do sindicato do ensino superior que hoje lança uma petição pela valorização dos salários.
O presidente do PSD propôs hoje a "recuperação do tempo possível" de serviço dos professores e apelou ao Governo e aos sindicatos que encontrem "um equilíbrio", defendendo que um acordo "é do interesse de todos".
O secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof) assegurou hoje que, se os professores não chegarem acordo com o Governo na próxima semana, serão marcadas novas greves e manifestações para o início de março.
Os professores vão ter de garantir três horas de aulas por dia entre 16 e 24 de fevereiro, datas em que estão agendadas greves convocadas pelo Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (STOP), segundo decisão do Tribunal Arbitral.
O secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, estimou hoje em mais de 150.000 os participantes na manifestação de professores, em Lisboa, a “maior de sempre” no país.
Milhares de professores começaram cerca das 15:20 a descer a Avenida da Liberdade, em Lisboa, em direção ao Terreiro do Paço, a exigir "respeito", numa marcha encabeçada pelo secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira.
Os professores voltam a participar hoje em mais uma manifestação nacional, que a Fenprof acredita que poderá ser um dos maiores protestos de docentes de sempre, tornando o “Terreiro do Paço pequeno para tanta gente”.