A manifestação de professores vai condicionar o trânsito a partir das 12:30 de sábado em várias zonas do centro de Lisboa, existindo algumas vias que vão estar interditas à circulação, indicou hoje a PSP.
Milhares de professores concentraram-se hoje na Avenida dos Aliados, no Porto, para exigir "Respeito", numa manifestação que marca o último dia da greve por distritos, uma greve com níveis de adesão "muito elevados" que "prova o descontentamento de décadas".
As greves por distrito terminam hoje, com uma manifestação no Porto, dia em que acaba também a paralisação convocada por outro sindicato, mantendo-se apenas a do Sindicato de Todos os Profissionais de Educação (Stop).
O secretário-geral da Federação Nacional de Professores (Fenprof), Mário Nogueira, acusou hoje o Governo de ser o responsável pelo facto de a adesão à greve crescer "a cada dia que passa".
O Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (STOP) vai avançar com "formas diferentes e criativas" para lidar com os serviços mínimos decretados para a greve dos professores, afirmou hoje o coordenador daquela estrutura sindical.
Mais de 500 professores concentraram-se hoje em Viana do Castelo, na praça da República, para mostrar ao Governo que a "onda" de contestação não vai parar e vai "corroer o sistema" até serem satisfeitas as exigências da classe.
O coordenado nacional do Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (Stop) disse hoje que o Governo continua sem dar respostas às reivindicações dos professores, considerando a reunião de hoje desoladora.
O secretário de Estado da Educação considerou que houve avanços na reunião negocial que se realizou hoje sobre o regime de recrutamento e mobilidade e disse esperar um acordo, pelo menos, em algumas das propostas.
Os sindicatos de professores consideraram que “praticamente não saiu coisa nenhuma” da reunião de hoje com responsáveis do Ministério da Educação, a quem acusam de querer chegar apenas a “acordozinhos”.
Cansados, mas não resignados, os professores estão em luta desde dezembro e hoje levaram o protesto para o Ministério da Educação, onde decorre nova ronda negocial, para reafirmar que a contestação não vai abrandar sem respostas da tutela.
Os serviços mínimos que hoje começaram nas escolas garantem que nenhum estabelecimento de ensino esteja encerrado, independentemente da greve a que aderem professores e funcionários, disse à Lusa a associação de diretores, citando a tutela.
Mais de mil professores concentraram-se hoje em Santarém, no Largo do Seminário, para reafirmarem palavras de ordem que se têm ouvido em todo o país, como "respeito", "não paramos" ou, ainda, "Costa, escuta, a escola está em luta".
O Sindicato de Todos os Profissionais de Educação (STOP) anunciou hoje que vai respeitar os serviços mínimos decretados pelo Governo, mas não vai parar a greve em curso pela luta de melhores condições de trabalho na escola pública.
O Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (STOP) vai reunir-se na terça-feira com centenas de comissões de greve e comissões sindicais para decidir como reagir ao decretamento de serviços mínimos, a partir de quarta-feira.
O secretário-geral da Fenprof disse hoje em Leiria que há linhas vermelhas de que a federação sindical não irá abdicar na negociação com o Governo na quinta-feira, estando agendado um encontro entre sindicatos para definirem uma posição.
O secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, criticou hoje a posição do Governo face às manifestações dos professores, criando um "ambiente que não se justifica", e defendeu que "está sempre a tempo de emendar o erro".
O coordenador do Sindicato de Todos os Profissionais de Educação (STOP) apelou hoje aos milhares de manifestantes presentes no protesto em Lisboa para que, na próxima semana, parem e “encerrem as escolas de norte a sul do país”.
Uma delegação dos professores e pessoal não docente em protesto, liderada pelo coordenador do Sindicato de Todos os Profissionais de Educação (STOP) foi hoje recebida no Palácio de Belém, e aguarda uma posição de Marcelo Rebelo de Sousa.
O coordenador do STOP estima que mais de cem mil pessoas estejam na manifestação de hoje em Lisboa, um “mar de gente” que aderiu ao protesto marcado há uma semana contra os serviços mínimos nas escolas.
Professores e pessoal não docente manifestam-se hoje em Lisboa, num protesto organizado pelo Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (STOP) para exigir melhores condições de trabalho e salariais e contra os serviços mínimos nas escolas.
Cerca de meio milhar de professores e educadores, segundo estimativas da polícia, manifestaram-se hoje na Guarda, no dia de paralisação em todo o distrito, reivindicando melhores condições para a classe e exigindo “respeito” por parte do Governo.
Cerca de mil professores e educadores, segundo estimativas da polícia, manifestaram-se hoje em Faro, no dia de paralisação em todo o distrito, reivindicando melhores condições para a classe e garantindo que, desta vez, não vão perder a luta.
O Presidente da República afirmou hoje não querer intrometer-se no diálogo entre Governo e professores, que incentiva, a propósito das audiências a sindicatos, que irão ser recebidos por consultores seus no Palácio de Belém.
Representantes das nove organizações sindicais de professores que convocaram a greve por distritos vão ser hoje recebidos na Presidência da República para apresentar os motivos que motivam os protestos dos docentes, anunciou a Fenprof.