O coordenador do Sindicato de Todos os Profissionais de Educação (STOP) considera que as propostas apresentadas pelo ministério são "migalhas para alguns" professores, e que deixam de fora as reivindicações que continuam a motivar greves nas escolas.
Um grande cravo vermelho esteve hoje em destaque numa concentração de professores em Vila Real, para mostrar que a luta agora se faz nas escolas e que "com um lápis na mão também se faz a revolução".
Os professores do distrito do Porto estão hoje em greve, marcando o início de mais uma ronda de paralisações distritais que terminam a 12 de maio nas escolas de Lisboa, sem que haja serviços mínimos.
A greve por tempo indeterminado convocada pelo Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (Stop) chega esta semana ao fim, mais de quatro meses após o primeiro dia de paralisação, mas sem resposta às principais reivindicações.
Mais de uma centena de professores participaram hoje, em Viana do Castelo, numa manifestação de apoio ao colega Luís Sottomaior Braga, que iniciou às 00:00 de terça-feira uma greve de fome em defesa escola Pública.
Um grupo de professores está a organizar manifestações nos aeroportos portugueses, no dia 22 de abril, para "mostrar aos turistas que, apesar de o país ser maravilhoso, não tem uma escola pública valorizada".
O Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (Stop) convocou quatro dias de greve, entre 24 e 28 de abril, contra o novo regime de concursos e para voltar a insistir na recuperação de todo o tempo de serviço.
O professor e subdiretor do agrupamento de escola da Abelheira, em Viana do Castelo, início esta terça-feira uma greve de fome, apelando ao Presidente da República que “use os seus poderes” e ajude os docentes.
A plataforma informal de nove organizações sindicais elogiou hoje a disponibilidade do Ministério da Educação para prolongar as negociações, mas reafirmou que os professores não abdicam da recuperação integral do tempo de serviço.
O Ministério da Educação e as organizações sindicais do setor vão reunir-se hoje para discutir uma proposta da tutela que pretende corrigir assimetrias decorrentes do congelamento da carreira docente.
O Ministério da Educação volta a receber as organizações sindicais do setor na quarta-feira para discutir a correção de assimetrias decorrentes do congelamento da carreira, mas os representantes dos docentes dizem ter “mais dúvidas do que expectativas”.
Continua a greve de docentes e restantes trabalhadores das escolas, decretada pelo Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (STOP), até dia 31. Hoje, a manifestação faz-se também junto ao conselho de ministros.
A greve por distritos que os professores realizam entre 17 de abril e 12 de maio prevê que cada dia de luta comece às 12:00, para retirar a possibilidade de serem requeridos serviços mínimos, foi hoje anunciado.
Professores iniciam hoje uma greve ao último tempo de aulas, depois de a paralisação convocada pela plataforma de nove organizações sindicais, prevista para arrancar na segunda-feira, ter sido adiada.
A plataforma de nove organizações sindicais de professores apresentou queixa junto da Procuradoria-Geral da República contra o Ministério da Educação que acusa de voltar a violar o direito à greve.
A greve de professores ao último tempo de aulas, inicialmente marcada para começar hoje, só começa afinal na quarta-feira, após o Governo ter exigido que o pré-aviso fosse entregue com 10 dias de antecedência e não cinco dias úteis.
Professores iniciam hoje uma greve ao último tempo de aulas, numa paralisação convocada pela plataforma de nove organizações sindicais contra o novo regime de recrutamento e pela recuperação de todo o tempo de serviço.
Nove associações sindicais de professores enviaram ontem, sexta-feira, documentação para a Comissão Europeia (CE) com queixas sobre procedimentos do Governo em relação às greves realizadas pelos professores, anunciou hoje a Federação Nacional dos Professores (FENPROF).
O Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (Stop) acusou hoje o Ministério da Educação de querer "dividir para reinar", através da proposta apresentada aos sindicatos para corrigir assimetrias decorrentes do congelamento da carreira.
A plataforma de nove organizações sindicais de professores considerou hoje que a proposta apresentada pelo Ministério da Educação para corrigir assimetrias decorrentes do congelamento da carreira é insuficiente e acaba por criar outras desigualdades.
O ministro da Educação anunciou hoje que as medidas apresentadas aos sindicatos sobre o fim de vagas de acesso aos 5.º e 7.º escalões da carreira docente vão abranger “no imediato 60 mil professores”.
O Ministério da Educação propôs hoje o fim de vagas de acesso aos 5.º e 7.º escalões para todos os professores que estão atualmente entre o 1.º e o 6.º patamares da carreira.
O secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), Mário Nogueira, admitiu hoje a suspensão das greves convocadas pela plataforma de nove organizações sindicais, mas reafirmou que a decisão depende das negociações e "está nas mãos do Ministério" da Educação.