O ministro da Educação adiantou hoje que o Governo irá solicitar que sejam decretados serviços mínimos caso avancem as greves às avaliações finais previstas pelos sindicatos para exigir a recuperação do tempo de serviço.
O Conselho de Ministros aprovou hoje um conjunto de medidas com impacto no tempo de serviço dos professores, com o objetivo de corrigir as assimetrias decorrentes do congelamento da carreira docente.
O Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (Stop) anunciou hoje nova greve às provas de aferição, em junho, e vai levar à Justiça pelo menos um caso de "atropelos ao direito à greve".
Organizações sindicais de professores vão realizar entre 22 e 30 de maio uma caravana pela Estrada Nacional (EN) 2, de Chaves a Faro, para simbolizar a disponibilidade para aceitar a reposição faseada do tempo de serviço congelado.
O ministro da Educação anunciou hoje que o diploma que visa corrigir as assimetrias do congelamento da carreira docente será aprovado na quinta-feira em Conselho de Ministros, uma medida que abrange “no mínimo 60 mil professores”.
O ministro da Educação garantiu hoje que "não há, nem houve" qualquer indicação para marcar faltas aos professores que fizeram greve em março, contrariando o que disse a Fenprof, e vincou que se houver irregularidades "serão corrigidas".
A plataforma sindical de professores vai voltar a percorrer o país a partir de 22 de maio numa nova ação de luta após a greve por distritos, que terminou hoje com 80% de adesão em Lisboa.
O Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (Stop) entregou novos pré-avisos de greve às provas de aferição entre 16 e 26 de maio, estando também a ser equacionadas novas formas de luta.
A greve por distritos, convocada pela plataforma de nove organizações sindicais, termina hoje em Lisboa e o último de 18 dias de paralisação será assinalado com uma concentração na praça do Rossio.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, defendeu hoje que "não havia tempo para vinculação extraordinária" dos professores no diploma relativo ao recrutamento, e após ter "pesado os pratos da balança", optou pela promulgação.
O ministro da Educação anunciou hoje que a portaria das vagas para a vinculação de mais de 10 mil professores será publicada até ao final do dia e o concurso deverá arrancar na quarta-feira, após a promulgação do diploma.
A Federação Nacional de Educação (FNE) defendeu hoje que, ao contrário do que dizem o ministro da Educação e o primeiro-ministro, o novo diploma de concursos continua a obrigar os professores a “andar com a casa às costas”.
O sindicato Stop lamentou hoje "profundamente que o Presidente da República queira ficar associado a um dos maiores ataques à classe docente", ao promulgar o novo regime de concursos e "mais uma vez dar a mão ao Governo".
O primeiro-ministro salientou hoje a promulgação pelo Presidente da República de um decreto "importante" para a estabilidade dos docentes, considerando que o diploma permite avançar com o fim da precariedade, através da vinculação de "milhares" de professores.
O Presidente da República promulgou hoje o diploma do Governo sobre recrutamento de pessoal docente, apesar de não terem sido acolhidas as suas propostas nesta matéria, para não "adiar as expectativas de cerca de oito mil professores".
O secretário-geral adjunto da Federação Nacional de Professores (Fenprof) disse hoje, em Bragança, que as propostas apresentadas pelo Governo não respondem "claramente" aos anseios dos professores, tais como a mobilidade por doença ou o descongelamento das carreiras.
Professores vão estar em greve às provas de aferição a partir de hoje, numa paralisação sem serviços mínimos convocada pelo Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (Stop) pela recuperação do tempo de serviço.
O secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof) disse hoje que o dia 6 de junho será histórico, mas espera que o motivo seja um acordo com o Governo para a recuperação integral do tempo de serviço.
A greve dos professores por distrito está a decorrer hoje em Leiria, iniciando-se com uma concentração à porta da Escola Básica 2, 3 D. Dinis, onde a Fenprof destacou a recuperação de tempo para motivos de reforma.
Professores de todo o país iniciam hoje em Lisboa um novo acampamento contra as políticas do Ministério da Educação, no dia em que a greve distrital convocada por uma plataforma de nove sindicatos chega a Santarém.
Uma petição pública em defesa de "uma generalizada ação de desobediência" aos "serviços mínimos ilegais" decretados para a greve nas escolas de 26, 27 e 28 de abril reúne já mais de três mil assinaturas, segundo o seu promotor.
Com apitos e cravos e a gritar "demissão", milhares de pessoas, na maioria professores, concentraram-se hoje na rotunda da Boavista, no Porto, num protesto que irá ao encontro de António Costa, no Palácio de Cristal.
Várias dezenas de professores lançaram hoje aviões de papel no aeroporto do Porto e distribuíram postais de boas-vindas aos turistas para anunciarem que Portugal é lindo para visitar mas maltrata a classe docente.