Uma aplicação que permite gravar as consultas médicas, com autorização do profissional de saúde, e transcrever e armazenar o conteúdo das conversas para que os pacientes tenham acesso à informação, está a ser desenvolvida por investigadores do Porto.
O dirigente da Federação Nacional dos Médicos (FNAM), Mário Jorge Neves, afirmou hoje que as declarações do presidente do Conselho Nacional da Saúde “são infelizes” e que ficou indignado com a situação.
Os sindicatos dos médicos anunciaram hoje que a adesão à greve foi “expressiva” nos hospitais e cuidados de saúde primários, garantindo que vão “endurecer as formas de luta” se o governo não avançar com negociações.
O Sindicato dos Médicos do Norte denunciou hoje a existência de “más condições laborais” e de “uma evidente falta de estratégia de desenvolvimento” no Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho.
O presidente do Conselho Nacional de Saúde recusou hoje comentar o pedido da sua demissão feito pelo bastonário dos Médicos, mas reafirmou que deve debater-se a transferência de tarefas hoje exercidas por médicos para outros profissionais de saúde.
Os sindicatos médicos que promovem a greve que decorre desta as 00:00 de hoje revelaram que a adesão ao protesto é maior do que a registada nos anteriores e mostraram-se disponíveis a novas formas de luta.
O bloco operatório do hospital de S. João, no Porto, está encerrado devido à greve dos médicos, que está a ter uma “adesão elevada”, disse à agência Lusa Merlinde Madureira, da Federação Nacional dos Médicos (FNAM).
ministério da Saúde acredita que, até ao final do ano, chegará a um consenso com os sindicatos médicos, que hoje cumprem um dia de greve nacional, a segunda paralisação geral deste ano.
As autoridades de saúde contam com os médicos nos centros de saúde e hospitais para informarem os doentes da importância da vacinação contra a gripe, reconhecendo que as temperaturas quentes fazem com que as pessoas não pensem na doença.
Salas de espera com doentes sem saberem se iam ter consulta ou realizar exames marcados há vários meses, devido à greve na função pública, marcavam hoje o ambiente no Hospital de São José, em Lisboa.
A greve dos médicos da região Sul e ilhas, que decorre hoje, teve uma "adesão expressiva", anunciaram os sindicatos, referindo que o objetivo é "acordar o ministro da Saúde" para a necessidade de chegar a um entendimento.
Os médicos da região sul e das Regiões Autónomas estão em greve desde as 00:00 de hoje, num dia de paralisação regional que já decorreu no norte e que antecede um dia de greve nacional, prevista para 8 de novembro.
Os sindicatos médicos decidiram hoje suspender a greve de quarta-feira prevista para a região Centro do país devido aos incêndios que atingem aquela zona, disse à Lusa fonte sindical.
O Ministério Público da Comarca dos Açores informou que dois médicos estão entre os seis arguidos hoje constituídos, por suspeita de corrupção e associação criminosa no Serviço Regional de Saúde.
O secretário-geral do Sindicato Independente dos Médicos (SIM), Jorge Roque da Cunha, afirmou que a greve que decorreu hoje na região Norte teve uma adesão de 90% nos hospitais e de 80 a 85% nos centros de saúde.
Hoje é a vez de estarem em greve os médicos do norte e na próxima semana paralisam os da região centro. Na semana seguinte a greve acontece na zona sul e em novembro haverá um dia de greve nacional.
O ministro da Saúde garantiu hoje, em Mafra, que a greve dos médicos da região norte do país prevista para quarta-feira "não condiciona" as negociações que a tutela tem em curso com os sindicatos representativos destes profissionais.
O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) mantém o aviso de greve, agendada para 11 de outubro, e acusa o Governo de "empurrar" os profissionais para esta forma de luta, disse hoje, no Funchal, o secretário-geral da instituição.
Os sindicatos dos médicos acusaram hoje o Ministério da Justiça de provocação, ao cancelaram uma reunião dedicada aos profissionais de Medicina Legal sem avisar todas as estruturas sindicais, usando um argumento que apelidam de “disparatado”.
A Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve anunciou hoje a contratação de 24 médicos para reforçar os cuidados de saúde primários da região, permitindo atribuir médico de família a mais de 45 mil utentes.
O bastonário da Ordem dos Médicos, Miguel Guimarães, afirmou hoje à Lusa que acredita num entendimento entre os médicos e o Ministério da Saúde, apelando ao ministro para que "chegue a um entendimento" com os sindicatos.
O primeiro-ministro, António Costa, declarou hoje que seria "excelente" chegar a um acordo com os médicos mas assinalou que "as greves fazem parte da vida democrática".