A ministra da Saúde reconheceu hoje que existe um recurso a médicos tarefeiros superior ao desejável, uma área em que o Governo, segundo informações também hoje divulgadas, gastou no ano passado mais de 104 milhões de euros.
O diretor-geral da Reinserção e Serviços Prisionais garantiu hoje que o "paradigma" de contratação de empresas externas (‘outsourcing’) para prestar cuidados de saúde aos reclusos "está a ser abandonado", apostando-se na contratação direta de médicos e enfermeiros.
A Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve vai assegurar residência aos médicos que queiram trabalhar na região durante o período de verão, disse hoje à Lusa o presidente daquela entidade gestora da saúde.
As duas estruturas sindicais dos médicos lamentaram a falta de resultados na reunião negocial realizada hoje com a ministra da Saúde e mantêm a greve de dois dias marcada para o início de julho.
A ministra da Saúde, Marta Temido, admitiu hoje que dificilmente será possível atingir as grelhas salariais pretendidas por um dos sindicatos médicos, mas mostrou-se disponível para estudar novos modelos de remuneração.
Um em cada cinco estudantes de Medicina e internos consideram que a dor deve ser avaliada apenas se os doentes se queixarem, o que aponta para a necessidade de reforçar o estudo da dor crónica nos currículos.
A Ordem dos Médicos decidiu criar o Gabinete Nacional de Apoio ao Médico para ajudar os profissionais em situações de exaustão e vítimas de violência ou agressão, uma forma de tentar responder aos "dados inquietantes" sobre 'burnout' na classe.
O Governo abriu concurso para contratar 1.264 médicos que terminaram a especialidade nas áreas de medicina geral e familiar, saúde pública e hospitalar, prevendo “o maior contingente de vagas de sempre”, segundo o Ministério da Saúde.
A Ordem dos Médicos (OM) classifica como "desastrosos" os dados que apontam para um agravamento do incumprimento dos tempos de espera em consultas e cirurgias, indicando que a situação deve “envergonhar” o país.
A ministra da Saúde admitiu hoje ser difícil atender às reivindicações dos médicos sobre uma nova tabela salarial e redução de horas nas urgências, mas afirmou que há um "caminho para fazer" nas negociações com os sindicatos.
Os sindicatos médicos ameaçaram hoje fazer uma greve nacional na última semana de junho, alegando falta de respostas do Governo a um caderno reivindicativo com quatro anos, que inclui uma nova tabela salarial.
A embaixadora cubana em Portugal disse hoje que aquele país tem "toda a disposição" para continuar a colaborar com o Governo para a colocação de médicos nas zonas onde fazem mais falta.
A Federação Nacional dos Médicos e o Sindicato Independente ameaçaram hoje endurecer as formas de luta caso o Governo, na próxima reunião, a 3 de abril, não manifeste abertura para negociar e “disponibilidade para a paz social”.
A ministra da Saúde afirmou hoje que já chamou a Ordem dos Médicos para uma reunião, na sequência de um pedido urgente, e garantiu que não há qualquer desconsideração pela profissão médica como por nenhum grupo profissional da saúde.
O Ministério da Saúde esclareceu hoje que os médicos não são abrangidos pelo diploma que permite aos hospitais substituir, sem autorização prévia das Finanças, trabalhadores ausentes porque estão sujeitos a um regime de contratação específico.
A Ordem dos Médicos (OM) lamenta que o Governo transforme o que devia ser um périplo pela Saúde num “somatório de ‘corta-fitas’” e que se usem expedientes propagandísticos para “escamotear os verdadeiros constrangimentos” do setor.
A procura de médicos portugueses por parte de países estrangeiros testemunha a qualidade dos profissionais, mas demonstra a ineficácia do Governo em fixar os clínicos no Serviço Nacional de Saúde, defende a Ordem dos Médicos.
A Ordem dos Médicos considerou hoje preocupante o aumento das faltas ao trabalho no Serviço Nacional de Saúde (SNS), apontando a insatisfação e desmotivação dos profissionais de saúde para o absentismo.
Os sindicatos dos médicos acordaram hoje com a tutela a redução do limite anual de trabalho suplementar de 200 para 150 horas, mas faltam “medidas prioritárias” como baixar de 18 para 12 horas a duração dos turnos de urgência.
O Tribunal de Chaves agendou para sexta-feira a leitura da sentença do julgamento de dois médicos acusados do crime de homicídio por negligência grosseira de uma criança, um caso que remonta a 2010.
Mais de quatro mil novos médicos internos começaram esta semana a sua formação médica no Serviço Nacional de Saúde (SNS), mais de metade deles distribuídos pelo Norte e pela região de Lisboa e Vale do Tejo.
O Sindicato Independente dos Médicos acusou a ministra da Saúde de manifestar um “enorme desrespeito” pelos médicos do quadro do Serviço Nacional de Saúde ao dar a entender que pagaria 500 euros à hora a médicos prestadores de serviço.
O presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos (SRCOM), Carlos Cortes, criticou esta segunda-feira a situação das pessoas do interior, que não têm o mesmo acesso à saúde do que os utentes do litoral.