O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, disse hoje que a organização militar permanece inquieta sobre os riscos de um conflito efetivo na Ucrânia devido ao contínuo reforço militar russo e que se deve preparar para um falhanço da diplomacia.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, afirmou hoje em Paris que "qualquer solução" para a tensão militar entre Ucrânia e Rússia "passará forçosamente pela Europa", pois também está em causa a segurança europeia.
O secretário-geral da NATO e o chefe da diplomacia da Ucrânia vão reunir-se na próxima segunda-feira em Bruxelas, dois dias antes de a Aliança Atlântica analisar com a Rússia a tensão militar na fronteira entre os dois países.
O exército ucraniano anunciou hoje a morte de um dos seus soldados, na sequência de confrontos com separatistas pró-russos no leste do país e num contexto de fortes tensões com Moscovo nas últimas semanas.
O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, alertou hoje o homólogo russo, durante uma conversa telefónica, que Washington responderá "determinadamente" a qualquer invasão da Ucrânia pela Rússia, enquanto Vladimir Putin frisou que sanções contra Moscovo serão um "erro colossal".
O Presidente norte-americano, Joe Biden, sublinhará na quinta-feira ao seu homólogo russo, Vladimir Putin, que os Estados Unidos estão preparados para a diplomacia, mas também para "responder" se a Rússia invadir a Ucrânia, indicou hoje a Casa Branca.
O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, confirmou hoje que convocou o Conselho NATO/Rússia para janeiro, em momento de disputa sobre a concentração de dezenas de milhares de militares russos na fronteira ucraniana.
O Presidente russo, Vladimir Putin, afirmou hoje que irá ponderar várias opções se o Ocidente não corresponder à sua proposta de garantias de segurança que impede a expansão da NATO para a Ucrânia.
Mais de 10.000 soldados russos voltaram às suas bases após exercícios de um mês no sul da Rússia, especialmente perto da fronteira com a Ucrânia, entre uma escalada de tensões, informou hoje Moscovo.
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pediu hoje a imposição de "sanções preventivas" contra a Rússia, para evitar futuras agressões contra o seu país.
A nova ministra da Defesa da Alemanha, Christine Lambrecht, apelou hoje a sanções mais duras contra a Rússia, que enviou dezenas de milhares de soldados para perto de sua fronteira com a Ucrânia.
Os líderes da União Europeia (UE), hoje reunidos em cimeira em Bruxelas, exigiram que a Rússia termine com a "retórica agressiva" na fronteira com a Ucrânia, avisando que qualquer investida terá "graves consequências e custos severos".
O primeiro-ministro, António Costa, defendeu hoje que a UE deve dialogar com Moscovo, além de adotar as “medidas de prevenção” para uma eventual agressão militar à Ucrânia, pois é desaconselhável “estar sempre num crescendo de tensão com a Rússia”.
A Rússia anunciou hoje que entregou aos Estados Unidos da América (EUA), com o "apoio total" da China, propostas concretas de garantias de segurança para evitar a expansão da NATO à Ucrânia.
O alto representante da União Europeia (UE) para os Negócios Estrangeiros, Josep Borrell, advertiu hoje que a Rússia enfrentará "graves consequências políticas" e "enorme custo económico" se ameaçar a integridade da Ucrânia e que a UE está pronta a agir.
O Parlamento da Ucrânia aprovou hoje um projeto-lei autorizando a entrada no país de tropas estrangeiras para nove exercícios militares multinacionais em 2022, enquanto a NATO anunciava um encontro em Bruxelas entre o secretário-geral e o Presidente ucraniano.
O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, apelou hoje ao presidente russo, Vladimir Putin, para "reduzir as tensões" na Ucrânia, alertando-o de que uma intervenção militar constituiria um "erro estratégico" com consequências "significativas".
O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou hoje que a "russofobia" entre a população no leste da Ucrânia, área atualmente no centro de novas tensões entre Moscovo, Kiev e o Ocidente, é um "primeiro passo para o genocídio".
O novo chanceler alemão, Olaf Scholz, ameaçou hoje a Rússia com possíveis "consequências" para o polémico gasoduto Nord Stream II, que liga os dois países, caso Vladimir Putin decida invadir a Ucrânia.
O Presidente dos Estados Unidos voltou hoje a ameaçar o seu homólogo russo com sanções “como ele nunca viu antes”, caso a Rússia ataque a Ucrânia, um dia após um encontro entre os dois chefes de Estado.
O Presidente norte-americano, Joe Biden, "fez saber" a Vladimir Putin, em conferência virtual entre os dois líderes, que a Rússia arrisca "fortes sanções, incluindo económicas" em caso de escalada militar na Ucrânia, indicou hoje a Casa Branca.
A União Europeia (UE) está pronta para endurecer as sanções à Rússia no caso de uma nova ofensiva contra a Ucrânia, reiterou hoje a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenski, assegurou hoje que o exército ucraniano tem capacidade para contrariar "qualquer plano invasor do inimigo", numa alusão à concentração de tropas russas na fronteira.