As instituições de ensino superior vão ter mais facilidade em promover os seus professores através de dois novos despachos que passam a permitir a progressão gestionária na carreira, prevista desde 2009 mas até agora sem enquadramento legal.
As instituições de ensino superior vão ter mais facilidade em promover os seus professores através de dois novos despachos que passam a permitir a progressão gestionária na carreira, prevista desde 2009 mas até agora sem enquadramento legal.
Nuno Crato, ex-ministro da Educação e Ciência, desconstrói o mito de que na política tudo é ideologia e explica como os interesses próprios passam à frente dos interesses do país. Mas recusa-se a desistir e acredita que o ensino público pode melhorar, o que passa por "aumentar a autonomia das escola
O Presidente da República promulgou hoje o diploma que estabelece o regime de mobilidade de docentes por motivo de doença, substituindo as regras aprovadas pelo anterior executivo e muito contestadas pelos professores.
O secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), Mário Nogueira, avisou hoje que a falta de docentes “vai ser uma calamidade” dentro de cinco anos se nada for feito para recuperar os que abandonaram o ensino.
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) considerou hoje que o aumento do número de vagas nos cursos de Educação Básica em 20% só terá impacto a partir de 2030.
O ministro da Educação sublinhou hoje que no próximo ano letivo haverá a maior oferta de sempre de vagas no ensino superior, destacando o aumento de 20% em Educação Básica, para combater a escassez de professores.
Os sindicatos de professores e investigadores do ensino superior reuniram-se hoje com a tutela e esperam que o Governo corrija as desigualdades entre os docentes dos politécnicos e das universidades através de uma carreira única.
O ministro da Educação defendeu hoje um regime de mobilidade por doença mais "justo e equitativo", mas sublinhou também a necessidade de reforçar a fiscalização depois de, nos últimos dois anos, serem detetados casos fraudulentos.
O Ministério da Educação e os sindicatos do setor iniciam hoje o processo de negociação sobre o Estatuto da Carreira Docente, começando pelo regime de mobilidade por doença, o primeiro tema na lista de prioridades do Governo.
O regime de mobilidade por doença será o primeiro ponto a ser negociado no âmbito da revisão do estatuto da carreira docente e as novas regras deverão ser aplicadas já em 2025, segundo o protocolo negocial hoje assinado.
A maioria dos docentes quer que o novo estatuto da carreira docente, que está a ser negociado entre Governo e sindicatos de professores, entre em vigor já no próximo ano letivo e pede mudanças na avaliação de desempenho.
A Federação Nacional de Educação (FNE) revelou hoje que o ministério está a trabalhar para que as escolas saibam antes do ano letivo terminar quais as regras e recursos humanos que terão em setembro.
A Federação Nacional dos Professores considera que a reunião de hoje com a tutela foi "uma oportunidade perdida", acusando o Ministério da Educação de pouca ambição na revisão dos vários diplomas que afetam a vida dos docentes.
A IL perguntou hoje ao Governo quantos alunos ficarão sem professor após a aposentação prevista de cerca de quatro mil em 2025, mas o primeiro-ministro optou por destacar que 469 docentes inverteram a decisão de se reformarem.
O ministro da Educação, Fernando Alexandre, garantiu hoje que mais de mil professores ficaram colocados em escolas de zonas carenciadas, o que permite “outra estabilidade ao corpo docente”.
Mais de mil professores foram colocados em escolas de zonas carenciadas no concurso externo extraordinário, anunciou hoje o Ministério da Educação, fechadas pela Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE) as listas de colocação de mobilidade interna.
A IL requereu hoje a audição urgente do ministro da Educação, após o governante ter reconhecido que os números em que se baseou para avançar que havia menos 90% de alunos sem aulas não são fiáveis.
A Associação Nacional dos Professores disse hoje à Lusa que o pagamento das horas extraordinárias já começou, mas que o congelamento das notas em Moçambique vai prevalecer até, pelo menos, o pagamento total da dívida de 2023.
O secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), Mário Nogueira, denunciou hoje a existência de escolas que estão a contratar ilegalmente professores sem requisito habilitacional, acusando ainda o ministro da Educação de desvalorizar a formação pedagógica.
O secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), Mário Nogueira, acusou hoje o ministro da Educação, Ciência e Inovação de estar a manipular os números relativos aos alunos sem professores, comparando “alhos com bugalhos”.
As medidas adotadas pelo Governo desde o início do ano letivo para responder à falta de professores nas escolas permitiram reter e atrair para a profissão 5.612 professores, a maioria a estrear-se na escola pública.
Os professores que esta semana recusem a vaga atribuída no concurso extraordinário ficarão impedidos de exercer funções este ano letivo, mas não serão alvo de um processo disciplinar, esclareceu o ministério da Educação.
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) disse hoje que o concurso extraordinário que permitiu a vinculação de 1.822 docentes em escolas carenciadas não resolve o problema da falta de professores.