Acredite ou não, há quem aponte para a expressão «beijinhos grandes» e veja aí um grande erro de português. A lógica será esta: «beijinho» é diminutivo, logo não pode ser «grande».
Quando estudei ciências naturais, no século passado, havia três espécies de seres: animais, vegetais e minerais. Nesses tempos remotos não tinha dúvidas de que era um animal. Mas acabo de saber que sou, como todos vocês, um holobionte.
Ser jornalista é um estado de alma. Um estado mental. Por vezes, com impacto físico (nunca se fala de saúde mental no jornalismo, mas eis um tema que daria pano para várias mangas).
Goste-se ou não, o Homem Mais Poderoso do Mundo é, e será ainda, durante bastante tempo, o Presidente dos Estados Unidos. O próximo será eleito a 3 de novembro de 2024, e já estamos em pulgas para saber quem será, porque essa pessoa terá um peso desproporcional na geopolítica planetária.
Não gosto de todas as pessoas e ainda bem que assim é. Não faço questão de que gostem de mim e digo, muitas vezes, que tenho bons amigos, não preciso de mais. Mas faço por ser correcta, por ser educada. É que a mim custa-me a má criação, não é uma coisa que tenha adquirido com a idade, é um princípi
Foi uma emoção, a entrega do prémio Camões a Chico Buarque. Quatro anos depois de o ter ganhado, quatro anos depois de Bolsonaro ter feito a “fineza” de se recusar a entregar o prémio. Este gesto, tão pequeno para muitos, revelou, como tantos outros, o enorme desprezo pela liberdade, pela democracia
Hoje apetece-me falar da fronteira — ou pelo menos da atracção fatal que tal risco no mapa exerce em certas pessoas. Para começar, conto o dia em que quase atropelei um polícia espanhol e, para terminar, deixo-vos o relato da noite em que raptei três amigos para os levar até Espanha — duas vezes!
A “fuga” de documentos com a classificação de “segredo militar” é, muitas vezes, uma das facetas usadas pela “intelligence” na manipulação de dados sobre uma guerra. Ainda não sabemos a verdade sobre os ficheiros secretos roubados aos EUA e encontrados há uma semana, de início, numa obscura platafor
Não é costume o presidente dos Estados Unidos dedicar quatro dias a uma mesma ilha europeia: Biden desembarca em Belfast nesta terça-feira, para iniciar um dia e meio na Irlanda do Norte; depois, está até à noite de sexta-feira a sul, na República da Irlanda.
Um jornalista que é jornalista pode ser cronista, opinar, proporcionar argumentos para promover debate. Alguém que assina uma crónica para maldizer de forma asquerosa a imagem de uma figura ou mais figuras públicas serve para quê? Para nada.
Há milhares de processos em risco de prescrever e um deles é uma das telenovelas mais acompanhadas do país: a Operação Marquês. Também esta semana o Presidente da República ouviu o coaxar do país e finalmente disse a que lhe sabia o melão.
O papa diz que as mulheres são as primeiras a ser descartáveis. São menorizadas e prejudicadas por ser mulheres. O papa também alerta para outras coisas, fala sobre tantos outros assuntos.
Agora, quem tem sabedoria destas guerras, está a comparar a batalha de Bakhmut com a de Estalinegrado. Mortes e mais mortes em volta de uma cidade onde só há ruínas. Zelenski ordena aos comandos militares ucranianos que continuem a resistir obstinadamente em Bakhmut.
No dia 24 de Fevereiro de 2022 a Federação Russa invadiu a Ucrânia, numa operação que deveria durar apenas umas semanas. Ao completarem-se 365 dias de guerra, as partes opostas finalmente reconheceram que não há fim à vista.
Este domingo decorrem as eleições na Alemanha, que certamente nos interessam mais directamente; mas é interessante analisar o que aconteceu nas eleições no Canadá na semana passada, pelo que representam no funcionamento da Democracia.
Para mim, o problema é o mesmo há anos e, pelos vistos, continua: a TAP não sabe comunicar. Não sabe, não quer saber e, sinceramente, é muito pouco inteligente, porque o mal que faz à imagem da empresa não é insignificante, é tremendo.
Acho que há bué 'people' que hoje em dia não dá o devido valor ao nosso país. Claro que sei que Portugal tem um monte de problemas, mas somos mesmo 'lucky' por viver aqui, 'tho'.
Aproxima-se o Natal e com ele o maior flagelo de todos: o bolo-rei. Todos os anos os lares são invadidos por essa praga de fruta cristalizada. Será pior do que a covid? Analisemos os factos.
Como o mundo parece viver de imagens, fica a pergunta: lembram-se de ver as caixas de equipamento dos técnicos de eventos e espetáculos dispostas com distância recomendada em pleno Terreiro do Paço?