O Livre cedeu hoje quatro lugares da sua comitiva no desfile que assinala o 25 de Abril de 1974 à Iniciativa Liberal e ao Volt Portugal, depois da comissão promotora os ter informado de que não podem participar.
A Direção-Geral da Saúde (DGS) confirmou hoje a realização do desfile comemorativo do 25 de Abril de 1974, tendo em conta a “garantia dada pela organização” do cumprimento das medidas relativas à pandemia da covid-19.
O tradicional desfile comemorativo do 25 de Abril de 1974 vai regressar à Avenida da Liberdade, com algumas regras definidas pela Direção-Geral da Saúde, confirmou hoje à Lusa o coronel Vasco Lourenço.
A Iniciativa Liberal (IL) acusou hoje a comissão promotora do desfile do 25 de Abril de tentar impedir o partido de participar nas comemorações, pretendendo os liberais organizar o seu próprio desfile no mesmo dia e local.
A Assembleia da República vai repetir na sessão solene comemorativa do 47º aniversário do 25 de Abril de 1974 o modelo restritivo de presenças que foi adotado no passado por causa da epidemia de covid-19.
Lisboa volta a celebrar Abril, o mês da liberdade, com animação cultural mesmo em tempos de pandemia, atribuindo um novo sentido à mensagem de apoio partilhada entre as mulheres detidas pela PIDE durante a ditadura: “Coragem hoje, abraços amanhã”.
Presidente da República pretende concluir até 2023 a condecoração dos "militares de abril". Na lista constam 120 nomes que estiveram ligados à queda da ditadura.
O Presidente da República lamentou hoje a morte do coronel Luís Macedo, vítima de covid-19, considerando que teve um "papel central" nos acontecimentos do 25 de Abril de 1974, permitindo a "instauração da liberdade e da democracia".
O cantor brasileiro Chico Buarque gravou uma mensagem saudando os portugueses pelos 46 anos da Revolução dos Cravos e disse que colocou cravos na sua janela para homenagear o fim da ditadura no país.
A pandemia cancelou a marcha das comemorações do 25 de Abril, na Avenida da Liberdade, em Lisboa, onde o silêncio está instalado e poucas pessoas arriscaram sair de casa com os cravos na mão para celebrar a liberdade.
O Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, felicitou hoje Portugal pelas "conquistas de Abril", considerando que o povo guineense assume esta comemoração como parte "da história comum".
A secretária-geral da CGTP, Isabel Camarinha, disse hoje em Lisboa que o 25 de Abril assume um significado maior, durante o período de pandemia da covid-19, alertando que há quem não queira celebrar a liberdade.
Em tempos de pandemia, Portugal comemorou hoje o 25 de Abril à janela e ao início da tarde cantou-se "Grândola Vila Morena", de Zeca Afonso, numa manifestação que acabou por ser algo 'tímida' em vários pontos do país.
Foram mais os curiosos que os cantores a responder hoje ao desafio de acompanhar a música da "Grândola Vila Morena" à janela junto à sede do PCP do Porto, para assinalar o 25 de Abril.
A coordenadora nacional do BE, Catarina Martins, defendeu hoje que é tempo de “dar completa prioridade” ao reforço do estado social, depois de cantar o “Grândola, Vila Morena”, na varanda da sede bloquista, em Lisboa.
O secretário-geral do PCP juntou-se hoje a vários dirigentes comunistas junto à sede do partido, em Lisboa, para o gesto simbólico de cantar a “Grândola” e pedir que ninguém cale as celebrações do 25 de Abril.
O Presidente da República defendeu hoje que o “25 de Abril não é uma festa pela festa”, mas sim “um apelo, em liberdade e democracia, a resolver os problemas do momento”, que são a saúde, economia e sociedade.
O primeiro-ministro defendeu hoje que, mesmo no atual contexto em que o país se encontra em estado de emergência, o 25 de Abril de 1974 deve ser dia de festa e uma homenagem à cultura.
O presidente do Parlamento Europeu, David Sassoli, quis hoje associar-se à “celebração da democracia e da liberdade em Portugal”, saudando que, “apesar das dificuldades” relacionadas com a pandemia de Covid-19, se festeje o “Estado democrático” no país.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, defendeu hoje que, depois do estado de emergência devido à pandemia, será sempre preciso "muita contenção" e um grande equilíbrio para evitar "avanços e recuos" em Portugal.
O presidente do CDS-PP, Francisco Rodrigues dos Santos, defendeu hoje que o "poder político" não pode "tentar justificar o injustificável", mantendo as críticas à realização da sessão solene do 25 de Abril no parlamento.
O secretário-geral adjunto do PS elogiou hoje o discurso do Presidente da República em defesa das funções do parlamento no atual período de estado de emergência e destacou o papel da União Europeia para o relançamento económico.
O secretário-geral do PCP admitiu hoje admitiu convergências com o Presidente da República quanto à importância das comemorações do 25 de Abril e divergências devido sobre a resposta a dar à pandemia de covid-19.
A líder parlamentar do PS afirmou que os deputados estão hoje a assinalar o 25 de Abril no seu "posto", a Assembleia da República, e frisou que o parlamento nunca se poderá deixar "sequestrar" pela demagogia.