O primeiro-ministro afirmou hoje que "sempre" salientou que o estado de emergência decretado em Portugal por causa da pandemia de Covid-19 não suspende a democracia, numa alusão à controvérsia sobre o papel do parlamento neste período.
Apesar da controvérsia resultante da organização da sessão solene comemorativa do 46.º aniversário do 25 de abril na Assembleia da República, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, recordou que a data tinha de ser evocada pelo seu caráter "essencial", que não é "festa de políticos alhei
O presidente do PSD elogiou hoje a resposta do regime democrático à crise sanitária, na primeira comemoração "condicionada" do 25 de Abril, mas alertou para os perigos de uma segunda vaga para a saúde e economia nacionais.
Vários deputados usaram hoje no plenário o cravo na lapela ou na mão, muitos escolheram roupa vermelha e apenas uma deputada recorreu à mascara de proteção individual, numa sessão solene muito mais vazia que o habitual devido à covid-19.
O BE considerou hoje que Portugal aprendeu com a pandemia que é o Serviço Nacional de Saúde que “salva e protege” as pessoas e que os profissionais de saúde são imprescindíveis, rejeitando o desenterrar da “velha cartilha” da austeridade.
A líder parlamentar do PAN, Inês Sousa Real, considerou hoje que “Abril está por cumprir” na saúde, no ambiente e no funcionamento das instituições democráticas e defendeu “uma nova alvorada” com “novas políticas e um novo paradigma”.
O secretário-geral do PCP defendeu hoje as comemorações do 25 de Abril no parlamento, em tempos de pandemia de covid-19, e alertou contra os discursos dos “cortes”, da austeridade e de quem empola “dificuldades reais”.
A Iniciativa Liberal defendeu hoje que caso se resista a “conformismos e falsos unanimismos” e se impeça que “o Estado se confunda com um partido”, os portugueses “serão tão bons como os melhores e mais livres do que nunca”.
Os Verdes defenderam hoje que “o 25 de Abril não está de quarentena”, em tempo de pandemia de covid-19, e que é preciso “achatar a curva” das desigualdades, 46 anos depois da “Revolução dos Cravos”.
O deputado único do Chega, André Ventura, defendeu hoje na Assembleia da República uma nova revolução, argumentando que Portugal precisa de “uma nova madrugada” que traga um “novo regime” porque “este já não serve”.
O presidente da Assembleia da República considerou hoje que o pior que pode acontecer à democracia é o escrutínio das oposições parlamentares ser substituído por campanhas de desinformação baseadas nas mentiras e nas calúnias. Ferro Rodrigues defendeu ainda, respondendo às críticas da comemorações d
O parlamento fez hoje um minuto de silêncio pelas vítimas da Covid-19, depois de o presidente da Assembleia da República ter formulado esse pedido logo no início do seu discurso na sessão comemorativa do 25 de Abril.
A Praça da República de Ovar está hoje decorada com 35 cravos gigantes em homenagem às vítimas mortais de covid-19 nesse município do distrito de Aveiro, que esteve um mês em estado de calamidade pública devido à pandemia.