As respostas na área da empregabilidade estão sob pressão renovada. Os TIS são uma ferramenta poderosa para mobilizar o setor privado, incluindo a economia social, e garantir que o setor público consegue alocar os seus recursos escassos de forma eficaz.
Os artistas têm de deixar de ser piegas e reinventar-se. Fazer lives, vender nudes, trocar likes por pacotes de leite, as possibilidades são infinitas neste mundo novo digital.
Este não é um texto sobre as grandes oportunidades da pandemia. Mas também não é um texto derrotista: podemos mudar muita coisa, e o nosso papel (nosso - sociedade no sentido mais abrangente que possam imaginar) é imprescindível.
Quantos de nós, com maior ou menor frequência, não pensamos ou dizemos – “Ai se eu mandasse neste país!”? Pois bem, numa escala reduzida - é certo, todos temos nas mãos o poder de decidir a que entidade da sociedade civil o Estado deve encaminhar parte dos nossos impostos.
Em 1988, a imprensa portuguesa teve um momento de renascimento. Chamava-se o jornal O Independente e tenho orgulho em dizer que foi ali, naquela redacção sui generis, que fiz o meu estágio profissional como jornalista. Nesse mesmo ano, surgiu a revista feminina Máxima.
Depois de dois meses encerrados ou em regime de take-away, os restaurantes voltaram a abrir as portas a comensais. São dezenas de dias em que a restauração em Portugal esteve em modo "Volto já", sem saber muito bem quando aconteceria o regresso.
Foi incrível ver como muitos portugueses se mobilizaram e passaram a ter em consideração as dificuldades que os pequenos negócios que nos conhecem pelo nome estão a atravessar.
Ansiamos pela vacina. As décadas vão passando e ainda não há vacina contra o vírus HIV. Vamos ter vacina contra o vírus SARS-CoV-2 que propaga a Covid-19? Se for conseguida, como todos aspiramos, quando for conseguida, como é que o acesso à vacina vai funcionar? O interesse público vai sobrepor-se a
Durante semanas estivemos fechados em casa. Contamos as horas e os dias para terminar a quarentena e agora que tudo parece regressar ao normal, o que será de nós?
Peço ao leitor que imagine uma verdadeira catástrofe linguística em Portugal: o português é ainda a língua mais falada no país, mas há outro idioma a invadir as conversas.
Para muitas pessoas LGBTI o confinamento associado ao surto pandémico obrigou-as a regressar a um sítio de onde sempre quiseram sair: o armário da invisibilidade e silêncio.
Longe de mim querer passar por cima das diretrizes da DGS e de todos os peritos que falam com a preponderância que lhes é reconhecida, mas deixo aqui as minhas sugestões de regras para as próximas semanas (meses, anos, vida toda) que são mais de cariz cívico do que de saúde.
O Apocalipse brasileiro, que não é um evento único, mas sim uma sucessão de situações que dura há décadas, não se sabe quando acabará, e deveria ter mais um cavaleiro, a Corrupção.
O “mundo novo” é o hoje e o agora. E agora, os professores e as escolas têm, a missão de aproveitar a inovação que têm experienciado neste caminho diferente para continuarem a construção e reflexão educativa da Escola de Hoje.
Oficialmente o estado de emergência acabou há 15 dias. Psicologicamente a quarentena acabou hoje com o discurso do primeiro-ministro a dizer que em junho espera que a nossa vida já se assemelhe aos dias "normais". E estava tudo muito bem não fosse termos ficado um bocadinho mais sozinhos apesar de
Pode ser demasiado ter uma conferência de imprensa diária com os dados dos infetados, dos óbitos e dos recuperados da crise económica - mas é preciso acesso transparente e regular a essa informação.
Nossa Senhora voltou a não aparecer neste 13 de Maio. Nem mesmo com menos gente, não fosse o problema de Nossa Senhora ser o medo de grandes multidões, deu origem a uma tímida aparição.
O mundo mais global que alguma vez conhecemos ergueu fronteiras, fechou-se e focou-se nos seus. Um manto de protecionismo reacionário caiu sobre a sociedade sem que se saiba ao certo como levantá-lo. E se por meses neste manto se carregou apenas pão sob um estado de emergência declarado e sentido, h
Dizem que contêm a alma, que são como uma caixa de tesouros a guardar o que de melhor temos. Talvez possa ser para a literatura ou para a geografia poética, em dias de pandemia os olhos dos outros, no supermercado, na farmácia, devolvem-me sobretudo a ideia de solidariedade.
Se, numa altura como esta, é importante ter acesso a notícias o mais rapidamente possível, é crucial que se faça jornalismo com tempo e profundidade. Se toda a gente está a trabalhar sobre o “agora”, quem fica para explicar o que não faz notícia?