É um desafio complicado, o de reinventar o desporto-espetáculo, sem público nas bancadas. Os que gostamos de ver futebol bem jogado, vamos ficar satisfeitos com o relato, em voz ou com as imagens, de um jogo sem a vibração do público? O divertimento não vai ficar escasso? Aquilo não vai parecer apen
Durante a fase de isolamento social passamos por picos de “pãodemia” e de receitas “Fit” que nos encheram os olhos e o estômago. É agora tempo de olhar e pensar sobre receitas “anti-doenças crónicas” com especial cuidado na obesidade, e refletir sobre o que este período nos ensinou sobre literacia e
Mais uma grande semana de combate contra o vírus do marxismo cultural, a pancreatite do politicamente correcto, a diabetes da Constituição e até o cancro dos Direitos Humanos, sob a espada dos nossos neo-cruzados de algibeira, André Ventura e Nuno Melo.
Apesar da competitividade dos nossos recursos científicos, continuamos a subinvestir em Investigação & Desenvolvimento. Face à crise atual e as que ainda desconhecemos, devemos reforçar o nosso compromisso para com a Ciência e Investigação enquanto sociedade.
Não podemos regressar, rígidos, a algo que é novo e ainda desconhecido. Será necessário que estejamos disponíveis para a novidade, para nos flexibilizarmos, adaptarmos e reconhecermos as nossas necessidades (psicológicas).
Em 1989, com a queda do regime comunista, a Polónia iniciou um processo democrático que lhe permitiu entrar para a NATO em 1991 e para a União Europeia em 2004. Mas a partir de 2015, com a vitória eleitoral do partido Lei e Justiça (PIS), a situação complicou-se. As eleições presidenciais marcadas p
De repente, não apenas todo o mundo nos pode ouvir, como também nós podemos ouvir todo o mundo. Já não perco aquela conferência que tanto queria ouvir, porque era no Porto e eu estava em Lisboa. Compatibilizo uma reunião com um cliente às 15h com falar numa conferência às 18h. E as reuniões? Tantas
Esta realidade veio para ficar e nunca na história uma crise nos deu tanto tempo e ferramentas para nos prepararmos da melhor forma para o que vai ser o futuro.
Ir à praia em tempo de covid? Manter a distância de toalhas e não ir à água? Estamos todos ansiosos pelo verão e de perceber se vamos ter férias e como serão as idas à praia.
A sociedade está a enveredar por um caminho individualista, conduzida por uma liberdade perigosa, porque crescemos com a ideia de que esta existe para se fazer tudo o que se quer. O desporto prega o contrário.
Portugal é um nicho de mercado com um potencial enorme de ser internacionalmente percecionado como um produto de Valor Acrescentado. Quando comparados com espanhóis, italianos ou franceses nunca perdemos na qualidade, mas fomos sempre derrotados no preço.
Para a Saúde Mental, esta pandemia é uma oportunidade inigualável de divulgação de informação e combate ao estigma que ainda existe em relação à doença, porque este cenário inédito na era tecnológica, transversal a todos e a todas as classes, traz também a possibilidade de o combatermos como nunca f
Não se regressa a um mundo novo. Chega-se. Quando se chega, cria-se, justamente porque é novo, e por norma em conjunto para que façamos todos e todas parte. Assim acontecerá, chegaremos, quando for decretada a nossa liberdade exterior e interior.
Com a sua tendência compulsiva para o fait divers, as redes sociais portuguesas discutem incansavelmente se “emergência” não será menos assustadora do que “calamidade”. Também se debate se somos o país melhor ou pior do mundo. Mas um país é a soma inexorável dos seus cidadãos.
Diz o ditado que o juiz da guerra é o fim dela – mas não precisamos de lá chegar para começar a reflectir sobre o que se segue. As implicações éticas, políticas e legais de cada previsão calculada ou iniciativa implementada não podem ser ignoradas.
Vejo positividade em tudo e é assim que quero ver o futuro: difícil, porém risonho e mais igualitário. Por mim, pelos meus filhos, por ti. E enquanto não regressamos ao novo mundo, e somos obrigados a usar máscaras para nos protegermos, aproveitemos para nos libertarmos das máscaras que já não nos s