Médicos de todo o país estão hoje concentrados em frente ao Ministério da Saúde, em Lisboa, numa manifestação para exigir melhores condições de trabalho e salariais e um Serviço Nacional de Saúde mais forte para responder à população.
Dois terços dos médicos estão hoje em greve, estimou hoje à Lusa a presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fnam), adiantando que os “constrangimentos maiores” da paralisação se observam nos blocos operatórios dos hospitais, com muitos encerrados.
A presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fnam) acusou hoje Ana Paula Martins de "falta de diálogo e de soluções" e, por isso, exige "um ministro ou uma ministra que perceba de saúde e consiga servir o SNS [Serviço Nacional de Saúde]".
Os médicos iniciam hoje uma greve de dois dias para exigir melhores condições laborais, com a Federação Nacional dos Médicos a pedir um ministro que "perceba de saúde e que consiga servir o SNS".
A Assembleia de Representantes da Ordem dos Médicos (OM) aprovou hoje a criação da especialidade de Medicina de Urgência e Emergência, que tinha sido “chumbada” numa primeira votação no final de 2022.
Médicos e enfermeiros cumprem dois dias de greve esta semana para exigir melhores condições de trabalho e salariais e mais investimento no SNS, num protesto promovido em separado pela Federação Nacional dos Médicos e pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses.
A Federação Nacional dos Médicos classificou hoje como “abusivo e unilateral” o despacho do Governo sobre a adaptação das férias dos profissionais do setor, a ser publicado em breve, reforçando o apelo à participação na greve da próxima semana.
A Federação Nacional dos Médicos alertou hoje que as situações que colocam em risco médicos e utentes estão a aumentar e a normalizar-se, apelando à entrega de escusas de responsabilidade sempre que se justificar.
A Federação Nacional dos Médicos avisou hoje que a situação de fecho de urgências poderá agravar-se devido aos médicos atingirem o limite das horas extraordinárias e com “o decorrer do inverno”, aconselhando os profissionais a entregar escusas de responsabilidade.
A Federação Nacional dos Médicos denunciou hoje “atrasos e irregularidades” nos concursos e na contratação de médicos, alertando que meio ano depois de 1.350 médicos terem concluído a sua formação, apenas 400 estão colocados no Serviço Nacional de Saúde.
O Governo voltou a fixar o número máximo de 2.400 vagas para ingresso na formação geral do internato médico em 2025, o mesmo contingente dos últimos dois anos, segundo o despacho hoje publicado em Diário da República.
Um bebé de dez meses contraiu o vírus e ficou paralisado de uma perna. As crianças da cidade estão a ser examinadas, enquanto aguardam a chegada de mais vacinas já autorizadas pela OMS.
A Associação Médica Indiana (IMA) iniciou hoje uma greve geral, paralisando os serviços médicos não essenciais em todo o país, em protesto contra a violação e homicídio de uma médica, no leste da Índia.
A proposta é uma das medidas incluídas num acordo de 2022, que abriu caminho para um governo de coligação entre três partidos de centro-direita. Associações garantem que o efeito da proposta será o oposto e que só irá aumentar a discriminação e o ódio.
O Serviço Nacional de Saúde (SNS) gastou mais de 100 milhões de euros até junho com a prestação de serviços por médicos, que trabalharam quase 2,5 milhões de horas, segundo dados da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS).
A Unidade Local de Saúde (ULS) do Oeste tem a decorrer concursos para recrutamento de 20 médicos para cuidados hospitalares, 16 para cuidados primários e dois para a saúde pública na região.
A Ordem dos Médicos defendeu hoje ser necessário encontrar soluções para evitar o encerramento de urgências, na véspera de um fim de semana em que está previsto o fecho de 11 serviços no sábado e treze no domingo.
O secretário-geral do Sindicato Independente dos Médicos (SIM) insistiu hoje que a valorização dos profissionais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) obriga a olhar para as grelhas salariais e sublinhou que o sindicato está disponível para aumentos faseados.
Organizações de utentes do Estuário do Tejo vão hoje entregar ao Governo um abaixo-assinado em que reivindicam mais médicos e melhores condições para os serviços de saúde da região, onde cerca metade da população não tem médico de família.
A Federação Nacional dos Médicos (Fnam) estimou hoje que adesão à greve dos médicos que se iniciou na terça-feira e termina hoje esteja nos 75%, enquanto o Ministério da Saúde aponta para uma participação de 31,3% no primeiro dia.
A adesão à greve dos médicos que teve início hoje e se prolonga até quarta-feira ronda os 70% com cirurgias e consultas canceladas em várias regiões do país, disse a presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fnam).
A presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fnam) exige uma "negociação séria e competente", prometendo continuar a luta para além dos dois dias de greve que têm início hoje, caso o "grito de alerta" não seja ouvido.
A Federação Nacional dos Médicos (Fnam) inicia hoje uma greve geral de dois dias, bem como uma paralisação ao trabalho suplementar nos cuidados de saúde primários até 31 de agosto, acusando a tutela de "intransigência e inflexibilidade".
A Federação Nacional dos Médicos (Fnam) considerou hoje que os concursos para fixação de médicos devem ter uma definição concreta do local de trabalho, após o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) ter repudiado o acesso à carreira na segunda-feira.