Sindicatos dos médicos e o ministro da Saúde voltam a reunir-se na terça-feira, depois de suspensa mais uma ronda negocial para repor o normal funcionamento do Serviço Nacional de Saúde.
O cardeal Américo Aguiar deixou hoje apelos à paz na Ucrânia e no Médio Oriente, bem como a um entendimento entre os médicos e o governo português, na sua primeira homilia como IV Bispo de Setúbal.
Os sindicatos médicos que estão agora reunidos com o ministro da Saúde mostram-se disponíveis para chegar a acordo, mas consideram que o Governo tem de melhorar as propostas durante a reunião desta tarde.
O governo realiza hoje uma nova ronda negocial com a Federação Nacional dos Médicos (Fnam) e o Sindicato Independente dos Médicos (SIM), após uma reunião inconclusiva na passada sexta-feira.
O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) afirmou hoje que o Ministério da Saúde "não fechou a porta" a nenhuma das propostas apresentadas conjuntamente pelos sindicatos na mesa negocial, anunciando que ficou marcada uma nova reunião para domingo.
A Federação Nacional dos Médicos e o Sindicato Independente dos Médicos concordaram hoje em apresentar uma proposta conjunta ao Governo na qual exigem a reposição das 35 horas semanais e um aumento de 30% do salário base.
O bastonário da Ordem dos Médicos classificou hoje o "grito de alerta" dos médicos como "absolutamente correto" do ponto de vista ético e deontológico e lembrou também a importância da "ética política".
A Federação Nacional dos Médicos afirmou hoje que as criticas do diretor executivo do SNS, que disse que os médicos devem protestar "de forma eticamente irrepreensível" fazem ricochete para o Governo, lembrando que todos os dias cumprem com a ética.
O ministro da Saúde considerou hoje que têm sido dados “passos muito importantes” nas negociações com os sindicatos médicos, sublinhando que o Governo já fez uma “boa parte” do caminho em relação a este processo.
Os sindicatos médicos vão apresentar na próxima reunião com o Governo, dia 27, uma contraproposta que consiste essencialmente na exigência das 35 horas semanais e um aumento do salário base.
Os sindicatos médicos voltam hoje à mesa de negociações com o Ministério da Saúde, numa semana marcada por uma greve de dois dias e uma manifestação em defesa da carreira médica e do Serviço Nacional de Saúde.
Cerca de três centenas de médicos estão hoje a manifestar-se junto ao Ministério da Saúde, em Lisboa, em defesa da carreira médica e do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
A adesão à greve dos médicos, em defesa da carreira médica e do Serviço Nacional de Saúde (SNS), ronda os 85%, segundo o sindicato que convocou a paralisação, que fala em constrangimentos em cirurgias e consultas.
Os médicos iniciaram às 00:00 de hoje dois dias de greve e vão manifestar-se à tarde em frente ao Ministério da Saúde, em Lisboa, para que "a defesa da carreira médica e do SNS sejam uma realidade", segundo a federação sindical.
A Federação Nacional dos Médicos (Fnam) acusou hoje o ministro da Saúde de "empurrar o país para uma tragédia anunciada" com risco de mortes, e considerou que a proposta do Governo para aqueles profissionais está "cheia de desigualdades".
As estruturas representativas dos médicos reúnem-se hoje de emergência em Fórum Médico para discutir a atual crise nas urgências e as negociações com o Governo sobre salários e a carreira médica.
Depois de 16 meses de negociações falhadas e perante a ameaça de o governo legislar unilateralmente, ministro e sindicatos voltam à mesa das negociações esta quinta-feira. "Ninguém" quer greves na Saúde, mas isso não chega para desatar o nó que está a estrangular as urgências. Os médicos exigem mais
Os sindicatos dos médicos e o ministro da Saúde, Manuel Pizarro, voltam hoje à mesa das negociações, um mês depois da última ronda negocial ter terminado sem acordo.
O ministro da Saúde reafirmou hoje o empenho no diálogo com os médicos e assegurou que as soluções para os problemas do Serviço Nacional de Saúde (SNS) estão a ser negociadas, deixando poucas respostas à oposição.
O Ministério da Saúde está "muito disponível" para se aproximar das reivindicações dos médicos e espera "a mesma disponibilidade" dos sindicatos para a reunião negocial prevista para quinta-feira à tarde, disse hoje o ministro Manuel Pizarro.
O ministro da Saúde recusou hoje divulgar qual a nova proposta que vai apresentar aos sindicatos médicos na reunião agendada para quinta-feira, sublinhando que para haver acordo são precisas duas partes e que procurará fazer a sua.
O decreto-lei que altera o regime jurídico de reconhecimento de graus académicos e diplomas de ensino superior atribuídos por instituições estrangeiras e estabelece o regime excecional e temporário do reconhecimento de graus estrangeiros em medicina foi hoje publicado.
O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) apelou hoje aos clínicos para avisarem com 30 dias de antecedência da indisponibilidade para fazer horas extraordinárias, além das 150 obrigatórias por ano.