As Euribor caíram hoje a três e a seis meses em relação a sexta-feira e mantiveram-se a 12 meses, com a taxa a seis meses a atingir um mínimo histórico.
A prestação ao banco pelo crédito à habitação indexado à Euribor a seis meses desceu novamente em janeiro, face à última revisão, segundo a simulação da Deco/Dinheiro&Direitos para a Lusa.
A prestação paga ao banco pelos clientes com crédito à habitação vai subir ligeiramente em fevereiro, face ao valor das últimas revisões, segundo cálculos feitos para a agência Lusa pela Deco/Dinheiro&Direitos.
Os clientes com crédito à habitação indexado às taxas Euribor vão pagar em dezembro sensivelmente o mesmo valor de prestação ao banco, segundo cálculos feitos para a agência Lusa pela Deco/Dinheiro&Direitos.
Os clientes com crédito à habitação indexado às taxas Euribor vão pagar em agosto sensivelmente o mesmo valor de prestação ao banco, segundo cálculos feitos para a agência Lusa pela Deco/Dinheiro&Direitos.
As taxas Euribor mantiveram-se hoje a três e seis meses em níveis máximos dos últimos seis meses e subiram a nove e 12 meses, também em níveis máximos dos últimos seis meses.
Os deputados aprovaram hoje na comissão de orçamento o projeto do Bloco de Esquerda consensualizado com o PS que obriga os bancos a refletirem nos contratos do crédito à habitação os valores negativos das taxas Euribor.
Os clientes com crédito à habitação indexado à Euribor a seis meses vão pagar uma prestação mais alta em maio e os com crédito à habitação a três meses vão manter o valor da prestação.
Os clientes com crédito à habitação indexado à Euribor a seis meses vão voltar a pagar menos em dezembro e os com crédito à habitação a três meses vão manter o valor da prestação.
As taxas Euribor seguiam hoje inalteradas em todos os prazos face a segunda-feira, com a taxa a seis meses, a mais usada em Portugal no crédito à habitação, a manter-se nos -0,274%.
As taxas Euribor a seis meses, a mais frequente nos empréstimos para comprar casa, igualaram hoje o valor mais baixo de sempre, de -0,251%, e as taxas a 12 meses registam novo mínimo histórico, de -0,127%.