O presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, defendeu hoje no Parlamento Europeu o acordo dos 27 sobre o fundo de recuperação e o orçamento plurianual da União Europeia como um "sinal de confiança, robustez e solidez".
A coordenadora do BE, Catarina Martins, considerou hoje que o acordo do Conselho Europeu ficou "muito aquém das necessidades", evidenciando "uma total incapacidade de cooperação dentro da União Europeia que enquanto projeto político mostra a sua falência".
O acordo dos 27 sobre o orçamento plurianual e o fundo de recuperação “é bom” por permitir fazer face à crise, mas acarreta riscos, e oportunidades, para o futuro da integração europeia, segundo especialistas ouvidos pela Lusa. O peso assumido pelos "frugais" nas negociações reflete "uma intergovern
O BE avisou hoje que, mantendo-se as regras do semestre europeu, o pacote financeiro acordado no Conselho Europeu "pode trazer de novo austeridade" caso haja uma "mudança de humor", alertando para "nuvens negras" que continuam.
O PSD considerou hoje que o acordo alcançado no Conselho Europeu sobre o Quadro Financeiro Plurianual 2021-2027 e o Fundo de Recuperação é bom para Portugal e para a Europa e prometeu fiscalizar a aplicação das verbas.
O PCP considerou hoje que o acordo no Conselho Europeu para retoma da economia comunitária "não é positivo" para Portugal e avisou que o dinheiro que receber agora terá de ser pago "mais tarde".
O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, disse que a Hungria e a Polónia conseguiram proteger o seu orgulho nacional, no Conselho Europeu extraordinário que hoje terminou.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, saudou hoje o "histórico resultado" da reunião do Conselho Europeu, considerando que é excelente para Portugal e que a União Europeia deu "prova da sua força".
Portugal vai arrecadar, com o orçamento da União Europeia (UE) a longo prazo e o Fundo de Recuperação, 45 mil milhões de euros em subsídios, destinando 300 milhões à região do Algarve, devido à quebra no turismo.
A chanceler alemã defendeu que o acordo de hoje entre os líderes da União Europeia (UE) para o fundo de recuperação revela uma "Europa unida" num cenário que exigia "respostas extraordinárias".
O primeiro-ministro, António Costa, considerou hoje que o acordo alcançado no Conselho Europeu, em Bruxelas, dá “um sinal de confiança” à Europa e a Portugal para a recuperação económica pós-pandemia de covid-19.
O presidente do Conselho Europeu considerou que o pacote de retoma da economia comunitária pós-crise da covid-19 hoje aprovado é "um acordo forte", que mostra que a Europa está "sólida", lançando "um sinal de confiança".
A presidente da Comissão Europeia afirmou que o acordo hoje firmado no Conselho Europeu de retoma da economia comunitária pós-crise covid-19 "é uma oportunidade única para modernizar a Europa".
O Conselho Europeu aprovou hoje, ao quinto dia de uma das cimeiras europeias mais longas da história, um acordo para retoma da economia comunitária pós-crise da covid-19, num pacote total de 1,82 biliões de euros.
Os chefes de Estado e de Governo da UE retomaram hoje à noite os trabalhos a 27, em Bruxelas, para fechar o plano de relançamento da economia europeia, com base no orçamento para 2021-2027 e no Fundo de Recuperação.
A nova proposta apresentada pelo presidente do Conselho Europeu aos 27 prevê um orçamento para 2021-2027 de 1,074 biliões de euros e um Fundo de Recuperação de 750 mil milhões com pouco mais de metade em subvenções.
O primeiro-ministro falou esta tarde aos jornalistas em Bruxelas e aferiu que Portugal deverá receber 15,3 mil milhões de euros do plano de relançamento da economia europeia para superar a crise da covid-19.
O Presidente francês manifestou hoje confiança num acordo sobre o plano de relançamento europeu, à chegada ao Conselho Europeu, afirmando que sente um "espírito de compromisso" entre os 27 após "momentos muito tensos" durante as negociações.
O eurodeputado Paulo Rangel (PSD) defendeu hoje que "não tem sentido" e "é perigoso" ser o Conselho Europeu a monitorizar a aplicação das verbas do fundo de recuperação da União Europeia (UE), como exigem os chamados países 'frugais'.
A chanceler alemã, Angela Merkel, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, mostraram-se hoje otimistas à chegada ao Conselho Europeu, afirmando existirem “passos na direção certa”, com um “enquadramento para um possível acordo” esta tarde.
O primeiro-ministro holandês, Mark Rutte, disse hoje que "há algum progresso" nas negociações sobre o fundo de recuperação para a União Europeia (UE) mas admite que a cimeira "ainda pode fracassar".
O chanceler austríaco, Sebastian Kurz, um dos rostos dos designados países 'frugais', mostrou-se hoje "muito satisfeito" após um longo dia e madrugada de "negociações difíceis" no Conselho Europeu, em Bruxelas, sobre a resposta europeia à crise.
A comissária europeia da Coesão, Elisa Ferreira, reagiu hoje de madrugada ao impasse no Conselho Europeu, publicando no Twitter gráficos para desmistificar a ideia de que os principais contribuintes líquidos fazem um sacrifício enorme para o orçamento da UE.
O plenário do Conselho Europeu, que decorre em Bruxelas em busca de um acordo para o relançamento europeu após a crise da covid-19, foi hoje de manhã retomado a 27, mas a sessão foi novamente interrompida até à tarde.