Milhares de alunos de várias escolas da Grã-Bretanha não foram hoje às aulas para se juntarem a uma campanha que pede ao Governo medidas para combater as alterações climáticas, de acordo com a agência EFE.
Os últimos cinco anos foram os mais quentes da história moderna, desde 1880, segundo dados hoje divulgados pela NASA e pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA, na sigla original), dos Estados Unidos.
Os efeitos negativos da poluição atmosférica, sonora e das grandes variações de temperatura afetam mais as populações mais vulneráveis: idosos, crianças, doentes e os mais pobres, segundo um estudo da Agência Europeia do Ambiente.
Os 50 países mais vulneráveis às alterações climáticas apelaram esta quinta-feira para que haja resultados concretos para que se evite o seu desaparecimento, na cimeira do clima das Nações Unidas (COP24), que termina na sexta-feira na Polónia.
Partimos para a COP24 com a expectativa de finalmente se passar da teoria à prática. A Conferência deste ano marca a conclusão do primeiro processo de revisão do Acordo de Paris e, por isso, é uma excelente oportunidade para mostrar que os governos que ratificaram este Acordo querem passá-lo à práti
O secretário-geral da ONU, António Guterres, advertiu esta quarta-feira para o risco de fracasso da cimeira do clima (COP24) de Katowice (Polónia) e assegurou que "falhar um acordo não seria apenas imoral, seria suicida”.
Com a expectativa que de Katowice saia um livro de regras fechado para a implementação do Acordo de Paris, o ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, diz que Portugal leva à conferência do clima das Nações Unidas um “ótimo exemplo” de um país que “vai mesmo ser neutro em carbono em 2050”. S
A Polónia, país anfitrião da 24.ª cimeira do clima para as alterações climáticas (COP24), tem dificuldade de renunciar ao carvão, o seu "ouro negro" de outrora, embora este seja poluente e cada vez mais caro.
"Temos quase o mesmo clima que a Champagne há 100 anos", diz Chris Foss, professor de inglês especializado em ciência da vinha. Com o aquecimento global, os produtores de vinho ingleses vêm aqui uma oportunidade: os seus vinhos espumantes estão a ganhar qualidade e rivalizam com o champanhe.
Eduard Romanov aponta para o tanque mantido no subsolo de um prédio em Yakutsk. O edifício moveu-se e está a rachar. Nesta região da Sibéria, o derretimento do permafrost está a colocar esta comunidade em risco, mas não só: ao derreter, os solos frios ameaçam permitir a fuga de vírus esquecidos e
“Gás, carvão, petróleo debaixo de solo” gritaram hoje cerca de 50 manifestantes, em Lisboa, em defesa do clima, em frente da sede de uma empresa de exploração de combustíveis fósseis com projetos em Portugal.
Ativistas de cinco organizações preocupadas com o futuro do planeta foram hoje à principal artéria comercial do Porto para “fazer soar o alarme” quanto ao aquecimento global e lembrar que todos podem contribuir para o limitar.
O presidente norte-americano, Donald Trump, criticou mais uma vez hoje o acordo de Paris sobre o clima, considerando que o movimento dos “coletes amarelos” em França é a prova de que o pacto “não funciona”.
Passaram mais de 3 anos da assinatura do Acordo de Paris sobre o clima, e as evidências dos riscos de aquecimento do Planeta são preocupantes, as catástrofes climáticas cada vez mais frequentes e a intervenção de todos os cidadãos, instituições e países, cada vez mais urgente para mudar o rumo do no
Portugal vai revolucionar o setor dos transportes nos próximos 10 anos e investir largamente na energia solar, só considerando a exploração de petróleo com uma "discussão muito alargada", disse o ministro do Ambiente em entrevista à Lusa.
Lisboa e Porto são os palcos portugueses de uma marcha internacional pelo clima, ao mesmo tempo que na Polónia representantes de quase 200 países debatem como aplicar o acordo de Paris para limitar o aquecimento global.
O mundo precisa de ser neutro em carbono até 2050 se quiser limitar o aumento do aquecimento global a 2ºC. Facto ou estimativa, certo é que este foi o compromisso assumido no Acordo de Paris, firmado em 2015, e que o mundo está hoje mais longe do objetivo traçado. Seja qual for a solução, esta tem d
Katowice, cidade polaca de tradição industrial e capital da Silésia é, entre 2 e 14 de dezembro, a capital global da luta contra as alterações climáticas. A medida de avaliação do sucesso ou do insucesso de mais esta cimeira do clima não poderá voltar a ser as palavras, mas sim a dimensão e a credib
Lisboa, Abrantes, Fundão, Talavera de la Reina, Madrid. 11 horas de viagem que começaram com pompa e circunstância no Terreiro do Paço e acabaram com três pessoas de volta de um carregador da Tesla em Espanha. Um “gajo experiente faria menos meia hora”. Um carro tradicional faria menos quatro.
Aprovado no final de 2015, em vigor menos de um ano depois e ratificado por 183 países, o Acordo de Paris traçou o caminho para um mundo sustentável através de mudanças drásticas na economia global, mas sem estabelecer objetivos vinculativos. É com estes compromissos que os países chegam a Katowice,
Especialistas e responsáveis mundiais reúnem-se a partir de domingo na Polónia para discutir as alterações climáticas, mas ambientalistas ouvidos pela Lusa revelam mais ceticismo do que esperança em bons resultados, e pedem coragem política.
As novas tecnologias favoráveis ao clima, a população como líder da mudança e o papel da floresta são os temas centrais que a Polónia quer ver discutidos na reunião mundial do clima, que começa este domingo, 2 de dezembro.
A Polónia restabeleceu a partir de esta quinta-feira, e de forma temporária, os controlos nas suas fronteiras devido à realização em Katowice (sul) da cimeira da ONU sobre mudanças climáticas (COP24) no próximo mês de dezembro.
Dez distritos do continente estão sob aviso amarelo até à madrugada de segunda-feira, devido à previsão de agitação marítima e vento forte, informou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).