O chanceler alemão, Olaf Scholz, conversou hoje por telefone com o Presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, com quem concordou, segundo Berlim, quanto à necessidade de alcançar o mais rapidamente possível uma paz justa na Ucrânia.
O presidente russo, Vladimir Putin, desafiou o Ocidente para um duelo, sugerindo que escolhesse um alvo na capital ucraniana, Kiev, reunisse sistemas de defesa e tentasse repelir um ataque russo.
Os comentários de Dmitry Medvedev surgiram em resposta a um editorial do Times que se referia ao assassinato do general Kirillov como “um ato legítimo de defesa”.
O comité de investigação russo anunciou hoje a detenção de um homem suspeito de estar envolvido no homicídio do general russo Igor Kirillov, morto na terça-feira em Moscovo num atentado à bomba reivindicado por Kiev.
Segundo a AFP, "centenas" de soldados norte-coreanos morreram ou ficaram feridos em combates com o Exército ucraniano na província russa de Kursk, avançou fonte militar dos Estados Unidos da América.
A Rússia lançou uma contra-ofensiva com a participação de tropas norte-coreanas na região de Kursk, parcialmente ocupada pelas forças ucranianas, afirmou hoje o comandante do Exército ucraniano, Oleksandr Syrsky.
A Duma, câmara baixa do parlamento russo, confirmou hoje a aprovação de um projeto de lei que visa retirar os talibãs afegãos da lista de organizações proibidas na Rússia.
Morte de Igor Kirilov, chefe das tropas russas de radiação, proteção química e biológica, está a ser vista pelos apoiantes pró-Kremlin como um golpe, mas também como prova de que a Ucrânia tem a capacidade de atingir alvos na capital russa.
Os serviços de segurança ucranianos (SBU) reivindicaram hoje a responsabilidade pelo assassinato em Moscovo do general russo responsável pela defesa nuclear, biológica e química, disse uma fonte à France Presse.
O Presidente eleito dos EUA, Donald Trump, disse hoje que vai conversar com os presidentes russo, Vladimir Putin, e ucraniano, Volodymyr Zelensky, visando acabar com a "carnificina" da guerra na Ucrânia.
O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, afirmou hoje que a Rússia está a fazer "progressos graduais" na Ucrânia, admitindo que a situação no campo de batalha "é difícil".
Cerca de 200 militares das forças conjuntas de Moscovo e Pyongyang morreram ou ficaram feridos na região russa de Kursk, indicou hoje a inteligência militar ucraniana, que atacou pelo menos um grupo de soldados norte-coreanos com 'drones'.
Um 'drone' ucraniano atingiu hoje um campus da Guarda Nacional Russa, na região da Chechénia, enquanto Kiev continua a contra-atacar após bombardeamento em massa de Moscovo.
Dois petroleiros russos sofreram acidentes no estreito de Kerch devido a uma tempestade e derramaram petróleo nas águas do mar de Azov, anunciou hoje o Ministério para as Situações de Emergência da Rússia.
Todos os países da ex-União Soviética que ficam na fronteira entre a Federação Russa e a UE a certa altura têm de escolher entre Bruxelas e Moscovo. Agora é a vez da Roménia.
A Turquia convenceu a Rússia e o Irão a não intervirem na Síria, durante a ofensiva dos rebeldes que levou à queda do regime ditatorial no país, afirmou hoje o ministro turco dos Negócios Estrangeiros.
O chefe do Grupo Tático Operacional responsável pela região de Donetsk, Oleksandr Lutsenko, foi hoje demitido devido à "situação crítica" das tropas ucranianas na cidade de Kurakhove, segundo a deputada ucraniana Mariana Bezugla e a plataforma DeepState.
A Rússia lançou hoje um ataque aéreo de grande envergadura contra a Ucrânia, envolvendo dezenas de mísseis de cruzeiro e 'drones', de acordo com o governo de Kiev.
O número de vítimas mortais de um bombardeamento russo contra uma clínica na região de Zaporijia, no sul da Ucrânia, aumentou para dez, de acordo com um novo balanço divulgado hoje pelas autoridades ucranianas.
O chanceler alemão, Olaf Scholz, instou hoje as empresas do seu país a investirem na Ucrânia, defendendo que significa apoiar "um futuro membro da UE", apelo feito numa conferência em Berlim sobre cooperação económica entre as duas nações.
O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, disse hoje que Volodymyr Zelensky recusou uma oferta para um cessar-fogo com a Rússia durante o período natalício, mas o Presidente ucraniano já negou esta informação.
O exército russo acusou as forças ucranianas de terem usado hoje mísseis norte-americanos ATACMS num ataque contra um aeródromo em Taganrog, na região de Rostov, sul da Rússia, e prometeu "uma resposta".
O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou hoje que um número adequado dos novos mísseis balísticos de médio alcance Oreshnik minimiza a necessidade de as forças armadas utilizarem armas nucleares.
As negociações de paz na Ucrânia podem "começar este inverno", declarou esta terça-feira o primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, antes de Varsóvia assumir a presidência rotativa da União Europeia (UE), em janeiro.