O colapso do governo sírio de Bashar al Assad, um aliado de Moscovo, aplicou um golpe na imagem global de força da Rússia, expondo os limites de suas capacidades militares durante à ofensiva na Ucrânia.
O Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky manifestou-se hoje aberto ao possível envio de tropas ocidentais para a Ucrânia para garantir a segurança do país, como parte de um amplo esforço para terminar a guerra com a Rússia.
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, defendeu hoje que o regime do Presidente sírio, Bashar al-Assad, caiu, em parte, devido à concentração do exército russo na invasão da Ucrânia.
Atualmente, a Ucrânia bate-se numa guerra de atrito ao longo de 1200 quilómetros, com uma linha da frente que permanece relativamente estática, mas que quando se move, apenas o faz a favor da Rússia.
A presidência russa (Kremlin) confirmou hoje que o presidente Vladimir Putin concedeu asilo na Rússia ao ex-presidente sírio Bashar al-Assad e família.
As tropas russas que permanecem na Síria após a queda do regime de Bashar al-Assad vão ser retiradas com a ajuda da Turquia, noticiou hoje o canal de notícias turco NTV.
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse hoje que 43 mil soldados ucranianos foram mortos e 370 mil ficaram feridos desde o início do conflito com a Rússia, há quase três anos.
A Rússia alertou hoje para o destino que terão as bases militares que mantém na Síria, a aérea de Hmeimim e a naval de Tartus, após a queda do regime sírio e a tomada de Damasco pelas forças rebeldes.
O Presidente eleito dos Estados Unidos da América, Donald Trump, apelou hoje, através da rede social Truth Social, a um "cessar-fogo imediato" e a negociações para pôr fim ao conflito na Ucrânia.
A Rússia intensifica esforços para tomar ilhas no curso inferior do rio Dnieper, e a Ucrânia assegura que o inimigo não tem capacidade para reconquistar os territórios da região de Kherson.
Os ministros dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Turquia e Irão, os três principais países intervenientes estrangeiros na guerra civil da Síria, apelaram hoje ao cessar imediato das hostilidades no país árabe, após uma reunião tripartida em Doha.
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, criticou hoje a falta de apoio da ONU e do Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV) no repatriamento dos prisioneiros ucranianos detidos na Rússia.
Os Estados Unidos acusaram hoje a Rússia de "procurar sistematicamente apagar" a identidade de crianças ucranianas deportadas à força para solo russo, anunciando mais sanções para cinco autoridades envolvidas, segundo Washington, em abusos dos direitos de menores ucranianos.
O secretário-geral da NATO avançou hoje que a Rússia está a apoiar o programa nuclear norte-coreano, enquanto Pyongyang está a ajudar Moscovo com militares no conflito na Ucrânia, alertando que até os Estados Unidos estão ameaçados com tal cenário.
A Ucrânia acusou a Rússia de ter torturado até a morte o autarca de uma cidade no sul do país, detido pelas forças russas em 2022 e que teve o corpo devolvido recentemente por Moscovo numa troca de prisioneiros.
O Ministério da Defesa russo anunciou hoje a realização de exercícios navais em grande escala no mar Mediterrâneo, junto da costa da Síria, com recurso a armas hipersónicas de nova geração.
Um cidadão russo-americano foi preso após tentar contrabandear duas aeronaves Cessna dos Estados Unidos da América para a Rússia, via Arménia, informou o Departamento de Justiça americano.
Um novo gasoduto que liga a Rússia à China através de uma conduta de 5.111 quilómetros, capaz de transportar até 38 mil milhões de metros cúbicos de gás natural por ano, começou hoje a funcionar, avançou a imprensa chinesa.
Após o encontro com líderes europeus hoje em Kiev, entre os quais o presidente do Conselho Europeu, António Costa, Volodomir Zelensky defendeu que um convite para integrar a NATO é fundamental para a "sobrevivência" do país.
O presidente do Conselho Europeu, António Costa, recordou a Restauração da Independência em Portugal, que hoje se assinala, para defender em Kiev a soberania da Ucrânia, num “início simbólico” de funções.
O presidente do Conselho Europeu visitou hoje a Praça da Independência de Kiev, 11 anos após a onda de protestos para pedir a adesão da Ucrânia à União Europeia, salientando a coragem do povo ucraniano e o “futuro comum”.
O novo presidente do Conselho Europeu, António Costa, chegou hoje a Kiev para passar o primeiro dia do seu mandato, acompanhado pela chefe da diplomacia da União Europeia (UE), para garantir apoio à Ucrânia face à invasão russa.