A poupança das famílias portuguesas voltou a cair em 2015 face ao ano anterior, representando 4,4% do rendimento disponível, um novo mínimo dos últimos 20 anos, segundo números do Instituto Nacional de Estatística (INE).
Quase metade das famílias portuguesas tinham em 2013 alguma dívida, com um valor médio de quase 50 mil euros, e 30% desses agregados familiares deram a sua habitação principal como garantia dessas dívidas, informa hoje o INE.
O valor médio de avaliação bancária em Portugal fixou-se nos 1.076 euros por metro quadrado em setembro, mais 0,3%, ou três euros, face a agosto e de 3,6% em termos homólogos, divulgou hoje o INE.
A agricultura, silvicultura, pesca, assim como a energia, água e saneamento apresentam um peso maior no total dos indicadores ambientais, como o potencial de aquecimento global, do que no conjunto da economia, segundo o INE.
O ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, disse hoje que “há muito investimento a crescer e privados com confiança no país, o que é um bom sinal para a economia”.
A taxa de desemprego situou-se em agosto nos 11%, segundo a estimativa provisória hoje divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística, que reviu em baixa os valores de julho para 10,9%, face à estimativa inicial de 11,1%.
As empresas melhoraram a sua situação económica e financeira em praticamente todos os setores em 2015, com o alojamento e a restauração a destacar-se, revelam os dados preliminares das Estatísticas das Empresas em Portugal.
Mário Centeno disse que o cumprimento do Orçamento de Estado de 2016 "está no bom caminho" após o INE ter revelado o valor do défice do primeiro trimestre deste ano, 2,8%.