A Rússia ameaçou hoje o ocidente com um "confronto direto" depois de se terem "intensificado" os drones militares americanos que sobrevoam o Mar Negro, poucos dias após um bombardeamento ucraniano na península anexada da Crimeia.
Os objetores de consciência ao serviço militar estão a ser cada vez mais perseguidos na Rússia, na Ucrânia e na Bielorrússia, dizem ao 7MARGENS membros de movimentos de opositores à guerra daqueles países.
O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, prometeu hoje continuar a defender a Ucrânia para evitar que o país caia perante a opressão russa e avisou que "a democracia está mais ameaçada do que nunca".
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, descartou hoje a possibilidade de convidar a Rússia para uma cimeira sobre a paz que será realizada em 15 e 16 de junho na Suíça.
O Governo ucraniano voltou a apelar a países aliados que enviem de imediato sete sistemas adicionais de antimísseis Patriot para reforçar as suas defesas antiaéreas, após um ataque russo que hoje provocou vítimas na cidade de Kharkiv.
As autoridades ucranianas estão a retirar os moradores de localidades fronteiriças na região de Kharkiv, como em Vovchansk, onde vivem quase 3.000 pessoas, devido aos bombardeamentos em larga escala da Rússia, informou Tamaz Gambarashvili, comandante da administração militar local.
O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, garantiu hoje ter dito à primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, que a Ucrânia não pediu a intervenção militar da Aliança Atlântica para combater a invasão russa.
O ministro dos Negócios Estrangeiros garantiu hoje que Portugal está a "trabalhar em várias frentes" para reforçar o apoio à Ucrânia, falando num "empenho reforçado", mas sem novos anúncios europeus face aos insistentes pedidos ucranianos de defesa aérea.
O chefe dos serviços de informação militar ucranianos, Kyrylo Budanov, avisou hoje que a situação na frente ucraniana deverá piorar em meados de maio e início de junho.
As autoridades russas reivindicaram hoje progressos na Ucrânia com a conquista de uma aldeia na região de Donetsk, e advertiram que o apoio norte-americano a Kiev não vai conseguir impedir o avanço russo.
A situação na frente leste da Ucrânia "deteriorou-se consideravelmente nos últimos dias", admitiu hoje o comandante-chefe ucraniano Oleksandre Syrsky, observando uma intensificação da ofensiva do exército russo, que está a avançar na direção de Chassiv Iar.
O Congresso Mundial Ucraniano (CMU) alerta que caso as crianças refugiadas percam a sua identidade, "nunca mais voltarão à Ucrânia" e no final da guerra, os seus pais combatentes poderão desejar juntar-se a elas, "o que seria desastroso".
Ajudar o mundo mesmo enquanto se faz frente a uma guerra de agressão é uma clara demonstração de caráter e de resiliência. E, é precisamente o que a Ucrânia está a fazer. Não obstante as suas cidades estarem a ser bombardeadas e muitos dos seus mais férteis territórios agrícolas terem sido tornados
O primeiro-ministro ucraniano Denys Chmygal afirmou hoje que o seu país não recebeu mais de 16 mil milhões de euros de ajudas recolhidas pela Polónia e Comissão Europeia durante duas conferências de doadores em Varsóvia em 2022.
O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), Rafael Grossi, alertou hoje que a situação na central nuclear de Zaporijia (sudeste da Ucrânia) permanece "muito precária", preocupação que pretende manifestar numa próxima deslocação à Rússia.
Os ministros da Energia da União Europeia (UE) acordaram hoje manter a redução de 15% do consumo de gás para garantir um “armazenamento suficiente” para o próximo inverno, dada a “situação difícil” dos mercados mundiais pelas tensões geopolíticas.
O Governo alemão negou que o seu embaixador em Moscovo tenha sido convocado ao Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, na sequência da publicação de trocas de impressões confidenciais entre vários oficiais alemães sobre o fornecimento de armas à Ucrânia.
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, admitiu hoje, em Tirana, a falta de munições no seu país face à agressão russa, e propôs aos países dos Balcãs que trabalhem em conjunto na produção de armas.
O líder da maioria republicana no Congresso dos EUA, Mike Johnson, defendeu hoje que a onda de imigração na fronteira sul continua a ser prioridade face à ajuda financeira à Ucrânia.
O Presidente francês Emmanuel Macron frisou hoje que o envio de tropas ocidentais para a Ucrânia não deve “ser descartado” no futuro, anunciando ainda uma coligação para a entrega de mísseis de médio e longo alcance a Kiev.
O primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, disse hoje que o Ocidente caminha para "uma escalada de tensão" devido ao seu apoio à Ucrânia perante a agressão russa, e defendeu um "plano de paz que faça sentido".
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, voltou hoje, em Kiev, a excluir a possibilidade de negociações com o homólogo russo até que Vladimir Putin aceite a sua derrota na guerra.
No fim-de-semana em que se assinala o aniversário do segundo ano de gerra na Ucrânia. Zelensky pela primeira vez avança o número de baixas do seu exército. 31 mil soldados morreram.
Um coração amarelo e azul com a bandeira do Reino Unido onde se lia "Thank You" ["Obrigado"] liderava hoje em Londres uma manifestação em solidariedade com a Ucrânia para marcar os dois anos desde o início da invasão russa.