A dimensão do buraco na camada de ozono no hemisfério sul ultrapassou o tamanho da Antártida, continente com cerca de 14 milhões de quilómetros quadrados, anunciou hoje o serviço europeu Copernicus, de monitorização da atmosfera.
As alterações climáticas podem levar mais de 200 milhões de pessoas a deixarem as suas casas nas próximas três décadas, criando focos de migração, a menos que sejam tomadas medidas urgentes, segundo um relatório do Banco Mundial.
As alterações climáticas estão a fazer com que alguns animais modifiquem a sua morfologia, com bicos ou orelhas maiores, para se adaptarem melhor e regularem os seus corpos ao aumento da temperatura do planeta, segundo um estudo divulgado hoje.
Um ano após devastarem grande parte do ecossistema, os incêndios florestais voltam a ameaçar o Pantanal, maior área húmida do planeta que o Brasil divide com o Paraguai e Bolívia, repetindo-se cenas de animais a fugir do fogo.
As alterações climáticas estão a mudar a vida e os hábitos de plantas e animais em Portugal, surgem novas espécies de peixes nas águas nacionais, as aves mudam comportamentos e “há um movimento para norte”.
O aquecimento global reforçou a probabilidade e a intensidade das inundações que afetaram a Alemanha e a Bélgica em julho, causando mais de 200 mortos e milhares de milhões de euros de estragos, segundo um estudo que será publicado hoje.
O Brasil perdeu mais de três milhões de hectares em áreas cobertas por água doce em 30 anos, problema que levanta preocupações sobre um dos principais biomas do país, o Pantanal, a maior área húmida do planeta, informou hoje o Mapbiomas.
A vaga de calor abrasador que assola Espanha bateu o recorde absoluto de temperatura no país, no sábado, com 47,4 graus registados em Montoro, na província de Córdoba, de acordo com a Agencia Estatal de Meteorología (AEMET).
Portugal tem aprovado dezenas de medidas de combate às alterações climáticas, envolvendo milhões de euros, e tem agora mais 13 mil milhões para uma “transição verde”, mas podem ser insuficientes ou estarem mal direcionadas.
O Presidente Vladimir Putin expressou hoje preocupação com as catástrofes naturais de uma grandeza "sem precedentes" na Rússia, face a incêndios florestais devastadores na Sibéria e a inundações no sul do país.
Julho foi o mês mais quente já registado em nível mundial, anunciou a agência de gestão oceânica e atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) nesta sexta-feira, destacando o que chamou de "trajetória preocupante" do planeta, que sofre os efeitos das mudanças climáticas.
O Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente (GEOTA) alertou hoje para a necessidade de políticas que alterem a economia do plástico, a propósito do dia do combate à poluição, que se assinala no sábado.
O primeiro-ministro defendeu hoje que o "alerta vermelho" dado pelo relatório da ONU sobre o clima "confirma o acerto" da "prioridade estratégica" do Governo, apontando a necessidade de atingir a neutralidade carbónica em 2050.
O presidente francês, Emmanuel Macron, instou hoje à assinatura de "um acordo ao nível da emergência" na cimeira COP26 em Glasgow, em novembro, após a divulgação de um novo relatório preocupante dos especialistas da ONU sobre o clima.
O ministro do Ambiente defendeu hoje que é tempo de parar de investir na produção de combustíveis fósseis, alertando que construir o futuro com instrumentos do passado vai resultar no desaparecimento da espécie humana do planeta.
As temperaturas subirão em toda a Europa a um ritmo superior ao da média mundial, independentemente dos futuros níveis de aquecimento global, constata o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês).
O secretário-geral da ONU, António Guterres, disse hoje que o relatório sobre o clima hoje publicado pelos especialistas da ONU é um "alerta vermelho" que deve fazer soar os alarmes sobre as energias fósseis que "destroem o planeta".
O aquecimento global está a ocorrer de forma pior e mais rápida do que se temia. Em 2030, dez anos antes do que se estimava, poderá ser alcançado o limite de +1,5 ºC, com riscos de desastres "sem precedentes" para a humanidade, já sacudida por ondas de calor e inundações. Este é cenário negro traçad
Enquanto imagens de inundações e incêndios abrem noticiários em todo o mundo, especialistas climáticos da ONU publicam nesta segunda-feira novas previsões climáticas muito aguardadas, a três meses da conferência do clima COP26, crucial para o futuro da humanidade.
O presidente do Instituto Português do Mar e da Atmosfera disse hoje, numa referência às alterações climáticas, que não há mais tempo para "discutir dúvidas" e que há que preparar a sociedade para cenários que "podem ser francamente maus".
Denominado "Dixie Fire", o incêndio florestal está a devastar a Califórnia e é tão grande que já consumiu uma superfície equivalente à de Chicago e começou a criar o seu próprio clima, o que e torna mais difícil a tarefa dos milhares de bombeiros que tentam combatê-lo.
O número de mortos das inundações na Alemanha subiu para 156, informou a polícia hoje, elevando o total de óbitos nos países da Europa afetados pelas chuvas torrenciais para pelo menos 183.
O enviado especial dos Estados Unidos para o Clima, John Kerry, e o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Lavrov, decidiram reunir-se em Moscovo para desenvolver a cooperação sobre o clima, considerando o tema urgente.