Se o aquecimento global lhe parece um tema de políticos e cientistas, este estudo mostra-lhe que está bem mais perto da sua realidade do que pensa. Os verões vão ser mais quentes e, na sua maioria, as casas em Portugal não estão preparadas para o calor.
O presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) lamentou hoje que o ClimAdaPT.Local, projeto pioneiro para as autarquias se adaptarem às alterações climáticas, envolva apenas 26 concelhos.
Um grupo de 800 cientistas enviou hoje uma carta ao Presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, na qual pedem medidas para combater as alterações climáticas.
O enviado norte-americano à cimeira da ONU sobre o clima declarou hoje que a China e outros países continuarão empenhados em cumprir o Acordo de Paris sobre alterações climáticas, independentemente do que o Governo Trump decidir fazer.
A manifestação "Salvar o clima, parar o petróleo" juntou hoje mais de 200 pessoas no Largo Camões, em Lisboa, com os participantes a desfilarem até ao Intendente exigindo que o Governo impeça a exploração de hidrocarbonetos em Portugal.
O primeiro-ministro vai estar na terça e quarta-feira em Marrocos, primeiro em Marraquexe, na conferência do clima (COP22), onde fará a defesa da rápida aplicação do Acordo de Paris sobre alterações climáticas, depois em Casablanca, num encontro empresarial.
Cientistas e ambientalistas, manifestaram hoje nas redes sociais apreensão perante a eleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, temendo que todos os esforços em torno da luta contra o aquecimento global caiam por terra.
Os participantes da 22.ª Conferência das Nações Unidas sobre alterações climáticas (COP22), que decorre em Marraquexe, Marrocos, querem acreditar que a chegada de Donald Trump à Casa Branca não irá atrapalhar a luta contra o aquecimento global.
Os efeitos das alterações climáticas tornaram-se mais frequentes nos últimos anos, com o período 2011-2015 a ser o conjunto de cinco anos mais quente desde que há registos, segundo um relatório das Nações Unidas hoje divulgado.
A 22.ª conferência das Nações Unidas sobre alterações climáticas (COP22) já começou, reunindo perto de 20 mil pessoas, em Marrocos, para concretizar os compromissos assumidos no Acordo de Paris, contra o aquecimento global.
A concentração de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera atingiu o recorde de 400 partes por milhão (ppm) em 2015, um marco sinistro para a saúde do planeta, alertou hoje a ONU.
A ONU pediu hoje medidas urgentes que permitam adaptar a agricultura às alterações climáticas e evitar que este fenómeno cause mais fome no mundo onde quase 800 milhões de pessoas não têm suficiente para comer.
O que o acordo de Paris nos diz é que, num máximo de 60 anos, todos os automóveis, aviões, barcos, comboios e até edifícios terão de funcionar sem recurso a combustíveis fósseis. Portanto, nada de gasolina, gasóleo, carvão ou gás natural. Nada que emita CO2. Ainda vai demorar a chegar lá, mas os car
Estamos a atingir um ponto limite de desconfiança sobre a raça humana. Até o jornalismo perdeu a sua maior arma: a credibilidade. Ninguém acredita em ninguém, números e factos são sempre contraditados com perguntas e dúvidas, e o óbvio tornou-se duvidoso.
Estamos a tornar-nos cada vez mais alheios a cimeiras políticas, assembleias e conferências internacionais. Esta apatia passa pelo ceticismo sobre a eficácia dessas reuniões e pela recorrente falta de repercussões que melhorem a vida das pessoas. Habituámo-nos a não esperar qualquer bom rasgo de que