O ministro da Saúde, Manuel Pizarro, revelou hoje que conta apresentar "nas próximas semanas" um "plano estruturado" para ajudar a resolver o grande afluxo da população às urgências dos hospitais.
As urgências de cirurgia pediátrica do Hospital de Braga voltaram a funcionar "24 horas por dia, sete dias por semana", depois de um encerramento no período noturno que durava desde 01 de julho, disse hoje fonte hospitalar.
O Conselho de Ministros aprovou hoje um diploma para criar as condições de estabilização das equipas médicas das urgências dos hospitais e que prevê um regime remuneratório para o trabalho suplementar, anunciou a ministra da Saúde.
O Portal do SNS disponibiliza, desde hoje, os horários de funcionamento dos serviços de urgência de ginecologia/obstetrícia e bloco de partos, anunciou o Ministério da Saúde, aconselhando os utentes consultar esta informação antes de se deslocarem aos serviços.
A Entidade Reguladora de Saúde (ERS) pediu uma auditoria às urgências dos hospitais de Faro e Portimão, depois de dois doentes do foro psiquiátrico terem abandonado as instalações, tendo um deles sido encontrado morto no exterior.
O bloco de partos do Hospital de Portimão retomou hoje o funcionamento normal, depois de ter estado encerrado durante o fim de semana, disse à Lusa a presidente do Centro Hospitalar do Algarve.
A reunião entre o Ministério da Saúde e os sindicatos dos médicos terminou sem conclusões. O Governo propôs pagar 50 euros à hora aos médicos que trabalhem além das 150 horas suplementares previstas legalmente, mas os sindicatos consideram que não é suficiente e pedem soluções estruturais. Negociaçõ
O Hospital de Setúbal prevê fechar as urgências de Obstetrícia 21 dias no verão devido à falta de médicos, disse hoje o diretor do serviço, José Pinto de Almeida.
As urgências de vários hospitais funcionaram hoje dentro da normalidade, mas os constrangimentos e encerramentos dos últimos dias deverão repetir-se no fim de semana em várias zonas do país como em Braga, Algarve e Santarém.
A coordenadora do BE, Catarina Martins, criticou hoje a ausência de soluções concretas do plano de contingência para as urgências hospitalares anunciado pelo Governo, considerando urgente a autonomia de contratação dos hospitais e a dedicação exclusiva.
Se não quer pagar taxas moderadoras, antes de partir para as urgências de uma unidade hospitalar tem de ligar para o SNS24 ou passar por outro serviço do SNS. Essa é uma das novas regras para a isenção no acesso à saúde, que entram em vigor esta quarta-feira.
As urgências dos hospitais da região de Lisboa registaram uma forte procura em março, com alguns a atingirem 900 casos diários e outros a triplicarem o número de crianças e jovens atendidos, comparando com o mesmo mês de 2021.
Os motivos que estão a levar crianças às urgências hospitalares pediátricas são variados: infeções respiratórias, gastroenterites, alergias, covid-19, gripe A. Mas nem tudo são razões para lá ir — e os profissionais de saúde alertam para uma situação à beira do colapso devido à elevada afluência.
Depois de várias urgências do país terem registado, na última segunda-feira, picos de afluência que não eram observados há anos, responsáveis de hospitais defendem que "é imprescindível regular o acesso".
Doenças respiratórias, principalmente gripe, estão a provocar um aumento da procura das urgências hospitalares nas últimas semanas, segundo alguns hospitais contactados pela agência Lusa.
A distrital de Beja do Bloco de Esquerda (BE) exigiu hoje do Governo “uma solução para o regular o funcionamento” das urgências do hospital de Serpa, que passaram a encerrar durante a madrugada, desde segunda-feira.
A Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos denuncia o encaminhamento de utentes da Linha SNS24 para as urgências, a fim de realizar teste à covid-19, sem critério clínico.
Os serviços de urgência dos hospitais têm registado “procuras recorde” nos últimos dias, em grande parte casos não urgentes, devido à “falência” das outras respostas do sistema de saúde, disse hoje à Lusa um responsável da associação de administradores hospitalares.
A procura das urgências voltou aos níveis pré-pandemia e as urgências dos hospitais públicos estão novamente cheias de doentes, mas com vários casos não urgentes que deveriam ser atendidos nos cuidados primários. Os profissionais de saúde temem "uma enorme sobrecarga" nos próximos meses.
O São João, no Porto, inaugura esta quarta-feira uma nova ala de urgências para os doentes não-covid. O objetivo não é reforçar a capacidade, mas melhorar as condições de segurança e privacidade das mais de 430 pessoas que todos os dias continuam a chegar ao hospital com queixas não relacionadas com
A afluência à urgência polivalente do Hospital de São José, em Lisboa, de vítimas de acidentes de trabalho e de viação voltou aos níveis normais, após um período de quebra durante o confinamento imposto pela pandemia de covid-19.
Especialistas da área da saúde defendem que é urgente uma estratégia coordenada que integre as entidades regionais e locais para que as urgências hospitalares não colapsem, porque neste inverno à pressão da gripe junta-se a da covid-19.
O Sindicato dos Médicos da Zona Sul alertou hoje para a “rotura iminente” de alguns serviços de urgência na área metropolitana de Lisboa, dizendo que no Hospital de São José há, por vezes, apenas um médico para dezenas de doentes.
Os doentes crónicos e com um nível de literacia em saúde mais baixo utilizam mais vezes os serviços de urgência hospitalares e dos centros de saúde e as consultas de medicina geral e familiar, revela hoje um estudo.