A Comissão Europeia deu hoje um prazo de dois meses a Portugal e quatro outros países para aplicarem integralmente as regras comunitárias com vista a tornar mais rápidas e eficazes as trocas de informação para o combate ao terrorismo e crimes graves.
O ataque com faca que deixou oito feridos no sábado num centro comercial de Minnesota, Estados Unidos, foi realizado por "um soldado do Estado Islâmico (EI)", anunciou neste domingo a agência Amaq, órgão de propaganda do grupo extremista.
O papa Francisco assegurou hoje ao referir-se à emergência da imigração que se vive na Europa que a "autêntica hospitalidade" é a "maior segurança contra os odiosos atos terroristas".
A explosão de dois carros-bomba perto de um centro comercial no centro de Bagdá matou dez pessoas e feriu outras 28, esta sexta-feira, segundo a polícia e fontes médicas.
As limitações externas ao direito de informar podem ser um caminho sem fim. Hoje é o nome dos terroristas, para tentar evitar mais atentados. Amanhã pode ser o próprio acto terrorista, cuja omissão informativa, se fosse possível, seria ainda mais eficaz nesse propósito de travar a repetição.
Terrorismo, derrocada da banca, extremismos. O pior caminho que podemos trilhar é o de olhar para isto tudo como uma nova normalidade, encontrando um outro equilíbrio e o conforto possível. Porque daí não virão nunca respostas, nem soluções, nem mudanças tão firmes quanto sensatas.
Será que poderemos contrariar a perda do sentido do tempo? Cada dia há um qualquer acontecimento que remove e monopoliza o foco que incidia sobre o que tinha acontecido 24 horas antes, sem termos tido tempo para, em volta do caso anterior, tentar encontrar uma resposta justa que nos conduza à espera
O jornalismo é uma actividade perigosa. Porque se pode ser preso ou atingido num país que não preza a liberdade de expressão ou ser apanhado pelas balas numa frente de guerra? Também. Mas há outro perigo, muito mais presente, embora felizmente bem menos grave. Chama-se realidade e, na semana que pas
A guerra em curso ainda não entrou na Península Ibérica (desde a tremenda matança nos comboios suburbanos de Madrid, em março de 2004) mas estamos todos na linha de mira. Eles, os terroristas, escolhem lugares que estão no percurso da nossa satisfação: esplanadas, restaurantes, bares, geladarias, te
A ferramenta foi desenvolvida por um cientista de computação da Universidade de Dartmouth, Hany Farid, que também trabalhou no sistema PhotoDNA, amplamente usado por companhias de Internet para deter a difusão de conteúdos relacionados à exploração sexual, ou à pornografia envolvendo crianças.
É de uma enorme presunção auto-citar-me, bem sei - mas depois do massacre de Orlando, no fim de semana passado, tornou-se irresistível. Escrevi neste mesmo espaço, há oito dias: "O Ocidente receia o Estado Islâmico, o fundamentalismo, a loucura que não poupa nada nem ninguém, que não olha a meios pa
Aqui há dias, em Lisboa, numa grande superfície comercial, estava numa sapataria quando se ouviu um estoiro, algo que parecia ser um tiro, fora da loja, mas perto de nós. Assisti a um momento único: num ápice, a loja ficou vazia, havia sapatos espalhados pelo chão, e olhando o corredor daquela ala,
O belga Mourad Laachraoui, irmão de Najim Laachraoui, um dos homens-bomba do atentado de março no aeroporto de Bruxelas, conquistou o título europeu de taekwondo na cidade suíça de Montreux.
O anúncio foi feito esta segunda-feira pelo primeiro-ministro Manuel Valls: até ao final de 2017, a França vai ter um centro de reabilitação em cada região do país para "pessoas radicalizadas" ou que apresentem riscos de abraçar o jihadismo.
Vivemos um tempo em que as tragédias nos chegam transformadas pelos media em espetáculo. Tivemos na última semana exemplos de sobra dessa exploração mediática da dor e da morte. Tanto com um desastre rodoviário numa estrada de França como com os atentados em Bruxelas.
O presidente turco Recep Erdogan afirmou ontem que a Turquia tinha deportado em julho de 2015 um dos bombistas suicidas responsáveis pelos ataques a Bruxelas, segundo a Reuters. No entanto, o homem acabou por ser libertado, já na Bélgica, por não haver provas de qualquer ligação a grupos terroristas
Corpos mutilados, membros dilacerados e ferros cravados na carne: os médicos que desde terça-feira tratam as vítimas dos ataques em Bruxelas enfrentam uma verdadeira "medicina de guerra".
Os atentados desta terça-feira, em Bruxelas, mostram que as redes extremistas na Europa continuam a ter capacidade operacional letal, apesar das ações para combater o terrorismo realizadas pelas autoridades nas últimas semanas, avaliam especialistas e analistas.
Pelo menos 21 cidadãos com passaporte português ficaram feridos no duplo atentado terrorista de terça-feira em Bruxelas, disse hoje à agência Lusa o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro.
Cidadãos belgas, visitantes e outras pessoas que vivem na cidade juntaram-se ontem para prestar tributo às vítimas das explosões no aeroporto e no metro da cidade. Várias cidades europeias iluminaram as fachadas dos seus monumentos com as cores da bandeira belga em homenagem.
Vítimas no meio de poças de sangue e corpos mutilados são algumas das cenas dantescas que podem ser vistas depois dos atentados desta terça-feira no aeroporto e no metro de Maalbeek. Bruxelas é uma cidade afundada no pânico e no terror. Quem esteve lá partilhou o que viveu.