O Irão condenou hoje um relatório de peritos nomeados pelo Conselho dos Direitos Humanos da ONU sobre as manifestações de 2022, denunciando a "iranofobia" dos países ocidentais.
A Rússia defendeu hoje nas Nações Unidas o fim do isolamento do regime talibã afegão, que desde a tomada do poder em agosto de 2021 continua sem ter reconhecimento internacional nem assento na ONU.
O secretário executivo da Comissão Económica das Nações Unidas para África (UNECA) defendeu hoje que o clima tem de ocupar um lugar central em qualquer programa de desenvolvimento e financiamento da resiliência dos países africanos.
O gabinete do secretário-geral da ONU recusou hoje que António Guterres tenha tentado silenciar um relatório sobre as acusações de violência sexual durante os ataques do grupo islamita palestiniano Hamas contra Israel.
Os ministros dos 193 países membros da sexta Assembleia das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEA-6) comprometeram-se hoje em Nairóbi em alcançar este ano um tratado internacional juridicamente vinculativo para combater a poluição por plástico.
O embaixador palestiniano na ONU pediu nesta quinta-feira ao Conselho de Segurança que condenasse a morte de mais de 100 pessoas na Faixa de Gaza, depois de um episódio caótico durante uma operação de distribuição de alimentos no território onde as forças israelitas abriram fogo sob a população.
A VI Assembleia das Nações Unidas para o Ambiente (UNEA-6), o principal órgão de decisão ambiental, vai discutir na próxima semana no Quénia o multilateralismo como forma de responder aos desafios ambientais mais prementes do planeta.
A coordenadora do BE lamentou hoje que, dois anos depois da invasão da Ucrânia pela Rússia, não tenham sido feitos mais esforços "em nome da paz", saudando as posições contra a guerra do secretário-geral das Nações Unidas.
O chefe da diplomacia ucraniana acusou hoje, na sede da ONU, em Nova Iorque, a Rússia de "ignorar a voz" da maioria, enquanto cerca de 50 países manifestaram apoio a Kiev, dois anos após o início da invasão russa.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, defendeu hoje ter chegado a hora de haver paz na Ucrânia e criticou a Rússia por violar o direito internacional com a invasão de 24 de fevereiro de 2022.
Cerca de 13.900 pessoas morreram e 8,1 milhões fugiram das suas casas devido aos confrontos entre o exército sudanês e as paramilitares Forças de Apoio Rápido (RSF, na sigla em inglês), revelou hoje a ONU.
A ministra da Defesa defendeu hoje que a hipótese de manifestações de militares nas ruas "não é aceitável num Estado de direito democrático", considerando que quem defende o país "não pode ser fonte de insegurança e de desestabilização".
O alto comissário da ONU para os Direitos Humanos denunciou hoje "graves violações" cometidas "por todas as partes" em Israel, Gaza e Cisjordânia, exigindo que a justiça seja feita e os autores responsabilizados.
Portugal aprovou hoje a prorrogação até ao fim de 2024 da validade dos títulos de proteção temporária atribuídos a refugiados da Ucrânia, país em guerra há cerca de dois anos. A dilatação do prazo consta de uma resolução hoje aprovada em sede de Conselho de Ministros.
A embaixadora dos EUA junto da ONU admitiu hoje que a maior lição que se pode retirar dos dois anos da invasão russa da Ucrânia é que a união entre aliados ocidentais está mais forte do que nunca.
Um total de 108 eurodeputados de vários grupos políticos exigiram hoje à União Europeia (UE), num abaixo-assinado apresentado pelo PCP, que assegure o apoio à agência das Nações Unidas para os refugiados palestinianos, atualmente sob investigação.
A sede da Organização das Nações Unidas (ONU) reduziu o aquecimento central como parte da política de cortes que teve de efetuar perante a falta de liquidez devido ao atraso de alguns países membros no pagamento das suas quotas.
A representante especial da ONU na República Democrática do Congo (RDCongo) manifestou hoje "profunda preocupação" com as "graves violações" de direitos humanos e do direito humanitário internacional em áreas sob o controlo do Movimento 23 de março (M23).
Israel afirmou hoje que "não reconhece a legitimidade" de um debate no Tribunal Internacional de Justiça (TIJ) sobre o pedido do representante da Palestina na ONU de ser declarado ilegal a ocupação israelita, desde 1967 nos territórios palestinianos.
Os Estados Unidos ameaçaram, no sábado, voltar a bloquear um projeto de resolução do Conselho de Segurança da ONU a apelar para um "cessar-fogo humanitário imediato" na Faixa de Gaza.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, defendeu hoje que o mundo precisa urgentemente de uma paz justa e sustentável para acabar com a guerra na Ucrânia.
O chefe humanitário da ONU, Martin Griffiths, afirmou em entrevista ao canal britânico Sky News, esta quarta-feira, que não considerava o Hamas um grupo terrorista.
O secretário-geral da ONU alertou hoje que quatro em cada cinco das pessoas mais famintas do mundo estão em Gaza, onde "ninguém tem o que comer", e advertiu que provocar deliberadamente fome a civis pode constituir crime de guerra.
O grupo de trabalho das Nações Unidas sobre Detenções Arbitrárias concluiu que a detenção do empresário luso-angolano Carlos São Vicente foi arbitrária e apelou à sua libertação imediata e compensação, segundo o parecer definitivo hoje divulgado.