O Livre vai realizar o seu 14.º congresso nos dias 10, 11 e 12 de maio, em Setúbal, para eleger novos órgãos internos e aprovar o programa eleitoral para as eleições europeias.
A líder parlamentar do Livre, Isabel Mendes Lopes, criticou hoje o Programa do XXIV Governo Constitucional, considerando que o documento não é ambicioso na projeção do futuro do país e tem os “olhos postos no passado”.
O Livre propõe a criação de um círculo nacional de compensação nas eleições legislativas e quer que o próximo Governo utilize o excedente orçamental em políticas de erradicação da pobreza.
BE e Livre garantiram hoje coordenação entre bancadas na Assembleia da República, que pode passar por reuniões entre líderes parlamentares, com a bloquista Mariana Mortágua a defender que a esquerda tem a responsabilidade de impedir "retrocessos".
O porta-voz do Livre, Rui Tavares, foi recebido pelo Presidente da República no Palácio de Belém, afirmando que após estas eleições, "temos uma crise política, com elementos de crise de regime".
A noite eleitoral do Livre decorre em clima de festa, com vários festejos e cânticos no Teatro Thalia, partido que até agora elegeu quatro deputados e conseguiu um inédito grupo parlamentar.
O porta-voz do Livre Rui Tavares reiterou hoje o seu apoio à Ucrânia, em conflito com a Rússia há dois anos, e defendeu que os pequenos países devem unir-se na "defesa do direito internacional" e da "unidade europeia".
O Livre vai ter uma campanha eleitoral maioritariamente focada em Lisboa, círculo no qual conseguiu eleger nas legislativas de 2022, num périplo que percorre apenas sete distritos e termina no Porto.
A Câmara de Lisboa aprovou hoje, por unanimidade, uma proposta do Livre para melhor acessibilidade nos transportes públicos e na cidade, incluindo a instalação de sinalizações sonoras nas paragens de autocarro.
O porta-voz do Livre defendeu hoje que as políticas públicas na área da saúde devem concentrar-se na melhoria do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e garantiu não se rever "no discurso catastrofista" que quer preparar a sua privatização.
O porta-voz do Livre alertou hoje para o perigo de eventuais aproveitamentos políticos do protesto espontâneo de polícias junto ao Capitólio, em Lisboa, por parte dos que “querem tomar o poder para não mais o largarem”.
O porta-voz do Livre considerou hoje que o debate televisivo entre o secretário-geral do PS e o presidente do PSD “foi pouco esclarecedor em alguns temas muito importantes”, apontando a economia e a futura governação do país.
O Livre quer obrigar as autoridades a reportarem se um determinado crime tem motivações de ódio ou não após receberem uma denúncia, alertando para um aumento do discurso de intolerância na sociedade.
O secretário-geral do PS, Pedro Nuno Santos, afirmou hoje que, se o seu partido perder as eleições legislativas ou não formar uma maioria, irá liderar a oposição, salientando que “não existe para suportar governos do PSD”.
Rui Tavares, líder do Livre, quer eleger um grupo parlamentar e afastar o Chega do poder. Em entrevista ao SAPO24 fala das propostas para o país e volta à carga com o Rendimento Básico Incondicional.
O porta-voz do Livre disse hoje estar disponível para alterar “a hora, dia ou o local” do debate com o presidente do PSD, depois de a Aliança Democrática ter indicado o centrista Nuno Melo para este frente-a-frente.
O SAPO24 está a entrevistar os candidatos a primeiro-ministro dos partidos com assento parlamentar. O primeiro a sentar-se na cadeira do poder será Rui Tavares, do Livre, já esta terça-feira, às 15h30.
O cabeça de lista do Livre por São Miguel às eleições dos Açores defendeu hoje a alteração do regime jurídico regional das atividades culturais, alegando que o atual modelo "está desatualizado" e trata de "forma igual diferentes realidades".
O porta-voz do Livre, Rui Tavares, considerou hoje "gravíssimo" que o líder do PSD/Açores abra a porta a um acordo com o Chega, após as eleições regionais de domingo, alegando que isso "desgostaria" os fundadores do partido.
O líder do Livre mostrou-se hoje disponível em fazer parte de uma solução governativa caso haja um alinhamento "de progresso e ecologia" entre partidos de esquerda, alertando que o "PSD está a ser devorado pelo Chega".
Livre mantém o sonho de uma união à esquerda, parlamentar ou até de governação, e assumiu-se este fim de semana como uma “força de bloqueio” contra a extrema-direita, principal alvo de críticas no 13.º Congresso.
O membro do secretariado nacional do PS João Torres evitou hoje esclarecer se pondera um “acordo à esquerda” que incluía o Livre, mas afirmou que os socialistas desejam “manter e aprofundar” o diálogo com aquela força política.