O projeto de lei do Livre sobre a nacionalidade, previsto ser entregue hoje no parlamento, fora do prazo estipulado, pode vir a ser debatido por arrastamento com as restantes propostas, caso haja consenso entre as diversas bancadas.
O projeto de lei sobre a nacionalidade que Joacine Katar Moreira vai entregar hoje no parlamento foi uma das principais bandeiras do seu partido na campanha eleitoral. A discussão do tema no parlamento está agendada para dia 11 de dezembro, mas o projeto do Livre não foi entregue a tempo de ser cons
A deputada única do Livre, Joacine Moreira, vai entregar terça-feira na Assembleia da República a sua segunda iniciativa legislativa, um projeto de lei para alterar a legislação sobre a nacionalidade.
A Assembleia do Livre assumiu as "dificuldades de comunicação", mas garantiu que está a ser feito trabalho "em conjunto para as resolver", sublinhando que o partido "continua unido e focado em torno do seu programa político e eleitoral".
O fundador do Livre Rui Tavares assumiu partilhar da perplexidade com que muitos têm visto a polémica do voto da deputada sobre Gaza, prometendo o regresso à trilha de um "partido sério e empenhado nos verdadeiros temas".
O dia era para ser de festa — o Livre fazia seis anos —, mas ficou marcado por uma guerra de comunicados em véspera de assembleia do partido. De um lado, a direção, ou Grupo de Contacto, do outro, a única deputada do partido, Joacine Katar Moreira. Em causa, a abstenção num voto sobre a Palestina.
A deputada única do Livre garantiu hoje que a abstenção no voto sobre a Palestina não se deveu a "um descaso desta grave situação", mas "à dificuldade de comunicação" com a direção, mostrando-se surpreendida com a posição do partido.
O Livre manifestou hoje preocupação com a abstenção da deputada única Joacine Katar Moreira na condenação pela "nova agressão israelita a Gaza", aprovado na sexta-feira no parlamento, um voto "em contrassenso" com o programa e as posições do partido.
A deputada do Livre, Joacine Katar Moreira, levou hoje ao debate quinzenal com o primeiro-ministro, António Costa, a sua proposta de um salário mínimo de 900 euros, considerando que esse montante constitui um “ato de amor”.
Todos os partidos com assento parlamentar consensualizaram hoje intervenções de um minuto e meio para os deputados únicos de Chega, Iniciativa Liberal e Livre no debate quinzenal com o primeiro-ministro de quarta-feira.
O secretário-geral comunista mostrou-se hoje aberto à discussão sobre alterações ao Regimento da Assembleia da República para permitir intervenções aos deputados únicos de Chega, Iniciativa Liberal e Livre nas sessões plenárias.
Chega e Livre estiveram entre os primeiros a pronunciar-se em Portugal sobre as eleições em Espanha. O Chega felicitou o resultado do Vox que passou a ser a terceira força política em Espanha ao eleger 52 deputados nas legislativas de domingo e o Livre considera que as legislativas deste domingo "pr
O Livre criticou hoje a “falta de espírito democrático" da conferência de líderes ao não permitir intervenções dos partidos com apenas um deputado no debate quinzenal com o primeiro-ministro, quarta-feira, na Assembleia da República.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, lembrou hoje que "já há um precedente" quanto às intervenções de deputados únicos nos debates quinzenais no parlamento, mas ressalvou que esta "é uma decisão da Assembleia da República".
O PS mostrou-se hoje aberto à revisão do regimento do parlamento para dar tempos de intervenção aos deputados únicos de Chega, Iniciativa Liberal e Livre, enquanto o PSD lamentou a falta de consenso na conferência de líderes.
Os partidos Chega!, Iniciativa Liberal e Livre, todos com deputados únicos, ficaram hoje sem tempo de intervenção no próximo debate quinzenal com o primeiro-ministro, mas a situação vai ser analisada "com urgência" na 1.ª comissão parlamentar.
A deputada única do Livre, Joacine Katar Moreira, defendeu hoje que a igualdade deve ser o objetivo “número um” de um Governo do século XXI, manifestando a disponibilidade do partido para apoiar e incentivar todas as iniciativas nesse sentido.
A deputada única do Livre, Joacine Katar Moreira, defendeu hoje “o mesmo respeito e a mesma importância” aos imigrantes e minorias étnicas do que aqueles que são dados aos emigrantes e lusodescendentes.
Os novos partidos com assento parlamentar Chega, Iniciativa Liberal e Livre vão ter 10 minutos para intervir no debate parlamentar sobre o programa de Governo, quarta e quinta-feira, decidiu hoje a conferência de líderes do parlamento.
O Livre e o Bloco de Esquerda admitiram hoje que há possibilidade para convergências parlamentares ao longo da legislatura, mas Joacine Katar Moreira salientou que um possível apoio ao Governo dependerá "das medidas mais à esquerda do Partido Socialista".
Meia centena de pessoas concentrou-se hoje em frente à Assembleia da República, em Lisboa, numa manifestação antirracista de solidariedade para com a deputada do Livre, Joacine Moreira, alvo de uma petição para não assumir o seu cargo no parlamento.
A deputada do Livre vai sentar-se entre PCP e PS, o deputado da Iniciativa Liberal entre PSD e CDS-PP e o deputado do Chega o mais à direita, todos na segunda fila.
A deputada eleita pelo Livre quer ficar sentada "no meio da esquerda" no hemiciclo na próxima legislatura, pretendendo um lugar entre os grupos parlamentares do PS, PEV e PCP, mas a decisão será da conferência de líderes.
A deputada eleita do Livre, Joacine Katar Moreira, afirmou hoje, no final da reunião com o primeiro-ministro indigitado, que o partido rejeita uma "convergência bilateral", mas admite integrar uma "união à esquerda" que seja multipartidária.