A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) alertou hoje para os riscos de inundações em zonas afetadas recentemente por incêndios e pediu a desobstrução dos canais de escoamento.
O incêndio rural que deflagrou no concelho da Ribeira Brava, na Madeira, na terça-feira à tarde, encontra-se hoje em fase de rescaldo, informou o Serviço Regional de Proteção Civil (SRPC).
A reunião de hoje do Conselho de Estado, dedicada à análise da "situação económica e social internacional e nacional", terminou sem a divulgação de conclusões e com um voto de pesar pelos incêndios de setembro.
A Carta de Perigosidade de Incêndio Rural está suspensa até ao final do ano, após críticas de autarcas, mas um responsável pelo documento estranha que não tenha sido usada para reclamar junto do Governo meios para proteger o território.
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) foi recebida em audiência pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, tendo alertado para a baixa execução de fundos para floresta, que diz contribuir para a falta de prevenção dos incêndios.
Quase metade dos portugueses (49%) sentem-se particularmente vulneráveis aos incêndios, acima da média da União Europeia (16%), segundo num Eurobarómetro hoje divulgado, em Bruxelas, sobre sensibilização e preparação da população da União Europeia (UE) para riscos de catástrofe.
Luís Montenegro admitiu hoje que "pode ter havido falhas" no combate aos incêndios deste mês de setembro, que provocaram nove mortes. O Presidente da República defendeu hoje que se trata de uma causa nacional. Ambos visitaram hoje três dos concelhos afetados pelos fogos deste mês de setembro e reuni
Os incêndios que deflagraram em setembro, em Vila Pouca de Aguiar, provocaram um prejuízo estimado de cerca de quatro milhões de euros, disse hoje a presidente do município.
Franklim Alves ajudava a combater o incêndio que entrou pela aldeia de Zimão, Vila Pouca de Aguiar, quando percebeu que perdeu a casa para o fogo e, por isso, pede agora ajuda ao primeiro-ministro e Presidente da República.
O Presidente da República e o primeiro-ministro visitam hoje algumas das zonas afetadas pelos incêndios do norte e centro do país, parando em Baião, Vila Pouca de Aguiar e Sever do Vouga.
A época que mobiliza mais meios de combate aos incêndios rurais termina hoje e fica marcada pelos fogos da terceira semana de setembro, que deixaram uma vasta área de destruição nas regiões do norte e centro e mataram nove pessoas.
A líder do BE acusou hoje o Governo de ter criado “um complô criminoso” para justificar os incêndios que lavraram no país e com isso “desviar as atenções” da falta de ordenamento e gestão do território.
O Presidente da República e o primeiro-ministro vão visitar juntos, na segunda-feira de manhã, algumas das zonas afetadas pelos incêndios do norte e centro do país, parando em Baião, Vila Pouca de Aguiar e Sever do Vouga.
O Governo anunciou hoje um aumento de 25% do valor diário pago aos bombeiros voluntários afetos ao Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) que combateram os incêndios rurais entre os dias 15 e 19 deste mês.
O Governo aprovou um regime “excecional e temporário” de isenção de contribuições para a segurança social para empresas afetadas pelos incêndios, de acordo com o decreto-lei que define os apoios, que prevê também incentivos financeiros à manutenção de emprego.
O incêndio que entre 17 e 19 de setembro consumiu quase 20% do município de Arouca causou pelo menos 5,3 milhões de euros em prejuízos e, desses, 350.000 referem-se apenas aos Passadiços do Paiva, revelou hoje a autarquia.
A ministra da Justiça disse hoje no parlamento que em setembro havia 24 pessoas detidas por crime de incêndio, 80% das quais em prisão preventiva, ouvindo críticas do Bloco de Esquerda ao “populismo penal” do primeiro-ministro sobre os incêndios.
O número de animais mortos no incêndio em julho de 2020, em Santo Tirso, subiu de 73 para 93, foi hoje revelado durante o debate instrutório requerido pelo PAN e que decorre no Tribunal de Matosinhos.
O ministro da Agricultura, José Manuel Fernandes, defendeu hoje a importância de Portugal ter um pacto nacional para a floresta, porque o país tem de agir, não pode "andar sempre a dizer o mesmo depois das tragédias".
O ministro da Agricultura tem de apresentar dentro de três meses um plano de ação para a floresta, com o objetivo de “dar valor” ao setor e prevenir incêndios rurais, segundo uma resolução hoje aprovada em Conselho de Ministros. O próprio governante anunciara o plano até ao final do ano, esta quarta
O Conselho de Ministros aprovou hoje “medidas de apoio e recuperação dos danos causados pelos incêndios de 16 a 19 de setembro”, disse à Lusa fonte do Governo.
O Serviço de Proteção Civil da Madeira manifestou hoje “profundo desagrado” pelas declarações proferidas por estruturas sindicais e representativas dos bombeiros em audição na Assembleia da República sobre o incêndio de agosto e apelou à responsabilidade dos intervenientes.
O número telefónico de emergência 112 recebeu cerca de 9.000 chamadas relacionadas com os incêndios florestais, entre 15 e 19 de setembro, a maioria com origem nos distritos do Porto, Aveiro, Braga e Viseu, segundo a PSP.