A polícia de Hong Kong anunciou hoje o fim do bloqueio a um campus universitário, que cercou durante 12 dias para travar manifestações contra o Governo, onde diz ter encontrado milhares de bombas incendiárias e armas.
O Governo chinês convocou hoje novamente o embaixador norte-americano em Pequim, para protestar contra a ratificação pelo Presidente dos EUA, Donald Trump, de uma lei sobre direitos humanos que permite a Washington sancionar autoridades chinesas.
Os responsáveis da Universidade Politécnica de Hong Kong (PolyU) declararam hoje que revistaram todo o campus e encontraram apenas uma pessoa ainda entrincheirada, um possível sinal para o fim de dez dias seguidos de cerco ao local.
A ampla vitória dos candidatos da oposição nas eleições do conselho distrital de Hong Kong foi hoje ignorada pela imprensa chinesa, com apenas as edições em inglês a referirem uma votação "distorcida" a favor do campo pró-democracia.
A líder de Hong Kong garantiu hoje que "vai refletir seriamente" sobre os resultados que deram a vitória inequívoca aos candidatos pró-democracia nas eleições distritais, mas descartou a possibilidade de aceitar as exigências dos manifestantes.
O ministro chinês dos Negócios Estrangeiros, Wang Yi, afirmou hoje que Hong Kong "é parte da China", independentemente do resultado das eleições locais de domingo, que deram ampla vitória aos candidatos pró-democracia.
Os candidatos pró-democracia nas eleições de domingo para os conselhos distritais obtiveram um resultado esmagador face ao campo pró-Pequim, conquistando quase 90% dos assentos do Conselho Distrital, segundo a emissora RTHK.
Os eleitores em Hong Kong começaram já a votar para eleger 452 representantes nos 18 conselhos distritais da cidade, num escrutínio transformado em barómetro do apoio público aos protestos antigovernamentais que se arrastam há quase seis meses.
O ministro chinês dos Negócios Estrangeiros, Wang Yi, considerou hoje a aprovação pelo Congresso norte-americano de uma lei de apoio à democracia e aos direitos humanos em Hong Kong como um "incentivo a criminosos violentos".
O Senado norte-americano aprovou, na terça-feira, por unanimidade, um projeto de lei de apoio aos direitos humanos e à democracia em Hong Kong, numa altura em que os protestos no território se tornam mais violentos.
O novo chefe da polícia de Hong Kong, nomeado por Pequim, vincou hoje ser da responsabilidade das autoridades policiais "manter a lei e a ordem" na região semiautónoma chinesa e pediu a compreensão da população.
O Parlamento chinês disse hoje ser a única autoridade capaz de decidir sobre a mini Constituição de Hong Kong, depois do Supremo Tribunal do território ter declarado inconstitucional a proibição do uso de máscaras em protestos.
A chefe do Governo de Hong Kong, Carrie Lam, disse hoje que a única solução pacífica para o caos vivido na Universidade Politécnica é a rendição dos manifestantes que continuam escondidos nas instalações.
O embaixador da China em Londres, Liu Xaoming, alertou hoje, durante uma conferência de imprensa, que o Governo chinês não ficará sem fazer nada se a situação em Hong Kong se descontrolar.
Este madrugada assistiu-se a uma escalada de tensão na Universidade Politécnica de Hong Kong, onde centenas de manifestantes se encontram ainda cercados. As três primeiras tentativas de os estudantes escaparem da universidade foram frustadas pela polícia, que utilizou gás lacrimogéneo e balas de bor
A polícia de Hong Kong ameaçou hoje usar "munições reais" se continuar a enfrentar manifestantes que usem "armas letais", no primeiro alerta deste tipo desde o início dos confrontos, há quase seis meses.
A Polícia de Hong Kong revelou que um dos seus agentes foi ferido com uma flecha na perna este domingo, 17 de novembro, num confronto entre as autoridades e manifestantes junto a uma universidade barricada.
Militares chineses foram destacados hoje em Hong Kong para ajudar a limpar as ruas das barricadas e destroços deixados pelos manifestantes pró-democracia, confirmou o exército após a operação ter sido divulgada pela imprensa.
A universidade de Hong Kong que esta semana foi palco de batalhas entre polícia e estudantes converteu-se numa espécie de comuna, guardada por catapultas e 'controlos fronteiriços', enquanto alunos passaram a gerir cantinas ou transportes. Paralelamente, fisgas, arcos e flechas, e outras armas medie
O Presidente chinês, Xi Jinping, disse hoje que as manifestações em Hong Kong são “atividades ilegais violentas” e estão a colocar em causa o princípio “um país, dois sistemas” que garante a unidade da China.
O jornal em língua inglesa Global Times, próximo do governo chinês, apagou nesta quinta-feira uma mensagem no Twitter que anunciava a possibilidade de um recolher obrigatório em Hong Kong nos próximos dias.
O parlamento de Hong Kong foi hoje suspenso e a segurança foi reforçada na cidade e nos campus universitários, com as escolas a fecharem num momento em que prosseguem os confrontos entre manifestantes e polícia.
As ruas de Hong Kong voltaram hoje de manhã a ser palco de confrontos entre manifestantes e forças de segurança, após a greve violenta de segunda-feira que deixou 128 feridos e mais de 260 detidos.
A chefe do Governo de Hong Kong, Carrie Lam, condenou hoje a "extensa violência" que marcou o dia de greve na cidade, realçando que esta "não resolverá nada" nem fará o Governo satisfazer aos "apelos políticos" dos manifestantes.