Hong Kong vai proibir, a partir de terça-feira, a entrada a não residentes vindos da Coreia do Sul, onde o novo coronavírus Covid-19 fez já oito mortos e infetou 800 pessoas, anunciaram hoje as autoridades da região semiautónoma da China.
Um camião que transportava papel higiénico foi hoje alvo de um assalto à mão armada em Hong Kong, onde a escassez do produto motivou uma corrida ao comércio local, anunciou a polícia.
Hong Kong irá deter ou multar quem incumprir a quarentena de duas semanas que será aplicada a partir de sábado a pessoas procedentes do território continental da China por causa do novo coronavírus detetado naquele país, foi hoje divulgado.
Um grupo de manifestantes lançou hoje cocktails molotov contra um prédio desocupado em Hong Kong que foi escolhido para ser uma área de quarentena para pessoas que podem ser portadoras do vírus 2019-nCoV, informou a polícia.
Hong Kong declarou o estado de emergência devido ao coronavírus, que já matou 41 pessoas, e vai manter encerradas as escolas primárias e secundárias durante as duas próximas semanas, depois das férias do Ano Novo Lunar.
A polícia de Hong Kong disparou hoje gás lacrimogéneo contra manifestantes que protestavam num parque público, exigindo uma reforma eleitoral e um boicote ao Partido Comunista da China.
O ministro venezuelano dos Negócios Estrangeiros, Jorge Arreaza, disse hoje em Pequim que "houve mão" de Washington nas manifestações que abalaram o seu país e também o território autónomo chinês de Hong Kong.
As autoridades de Hong Kong negaram hoje a entrada naquela região administrativa da China ao diretor-executivo da Human Rights Watch (HRW), Kenneth Roth, informou a organização não-governamental (ONG) de defesa dos direitos humanos.
A agitação social e política vivida o ano passado em Hong Kong fez cair o preço médio das casas novas para o valor mais baixo dos últimos quatro anos, noticiou hoje a imprensa local.
A chefe do Governo de Hong Kong disse hoje que a cidade enfrenta vários desafios em 2020, incluindo "violência, adversidade económica e uma ameaça à saúde", quando os protestos antigovernamentais entram no oitavo mês.
Milhares de pessoas de Hong Kong voltaram hoje às ruas da cidade para protestar contra os comerciantes da China continental perto da fronteira, uma ação que terminou com dezenas de detidos pela polícia.
Um alto funcionário chinês afirmou que "forças externas", que Pequim responsabiliza pelo caos político em Hong Kong, estão também a tentar infiltrar-se em Macau, noticiou hoje o jornal South China Morning Post (SCMP).
Cerca de 400 manifestantes foram hoje detidos em Hong Kong após confrontos com as forças policiais na marcha pró-democracia do dia de Ano Novo, anunciou a polícia, citada pelas agências internacionais.
Milhares de manifestantes pró-democracia formaram hoje, de mãos dadas, uma longa cadeia humana em Hong Kong, aguardando a chegada de 2020 com uma manifestação de protesto contra a falta de liberdade naquele território.
A polícia de Hong Kong deteve hoje pelo menos 15 pessoas durante confrontos com manifestantes pró-democracia que invadiram um centro comercial perto da fronteira com a China, numa ação dirigida aos turistas chineses que chegam para fazerem compras.
Manifestantes pró-democracia foram detidos hoje em Hong Kong na altura em que se encontravam num centro comercial do centro da cidade onde se realizaram protestos nos últimos dias.
Uma nova ligação de autocarros entre o posto fronteiriço de Macau na ponte Hong Kong-Zhuhai-Macau e o aeroporto internacional de Hong Kong arrancou na segunda-feira.
O Presidente chinês reiterou hoje o seu apoio à chefe do executivo de Hong Kong, apesar de assumir que a região semiautónoma enfrenta o ano "mais sombrio e complexo" desde a transferência da soberania para a China.
A direção de informação da RTP afirmou que a equipa de reportagem que se encontra em Macau foi retida, na quinta-feira, para "identificação e interrogatório" ao regressar de uma reportagem em Hong Kong.
A líder de Hong Kong disse hoje que o Executivo vai "acompanhar seriamente" o caso dos professores detidos durante os protestos, por temer que a violência se tenha tornado norma nas escolas da região semiautónoma chinesa.
A polícia de Hong Kong anunciou esta terça-feira ter desativado duas bombas artesanais numa escola, sem precisar se o facto está ligado à crise política que sacode o território.
A polícia de Hong Kong disse hoje que fez 6.022 detenções e disparou cerca de 16 mil granadas de gás lacrimogéneo durante os protestos que se prolongam há seis meses nesta região administrativa especial chinesa.
A polícia de Hong Kong deteve hoje 11 pessoas e apreendeu várias armas, incluindo uma pistola, pouco antes do início de uma manifestação convocada hoje para a cidade, esperando-se uma forte adesão.
Ativistas pró-democracia anunciaram hoje que pretendem tomar no domingo as ruas de Hong Kong para uma grande manifestação destinada a dar às autoridades uma "última oportunidade" para responderem às suas reivindicações.