Marine Le Pen, líder da União Nacional (RN), de extrema-direita, regozijou-se hoje com o resultado do seu partido nas legislativas antecipadas em França, bem à frente do Presidente Emmanuel Macron, considerando-o "praticamente aniquilado".
O presidente francês, Emmanuel Macron, convocou hoje uma aliança "ampla" contra a extrema-direita na França, em que o partido União Nacional (RN) de Marine Le Pen lidera a primeira volta das eleições legislativas, segundo as primeiras estimativas.
A extrema-direita do União Nacional lidera as projeções com 34% dos votos nas eleições legislativas antecipadas em França, enquanto a esquerda da Nova Frente Popular está em segundo lugar com 28,5% dos votos.
A tempestade que se fez sentir, este sábado, no norte e nordeste de França, levou à queda de árvores, provocando a morte de três pessoas, anunciaram hoje as autoridades.
Vários jovens dos subúrbios de Paris prometem ir votar nas eleições legislativas francesas, apesar de perceberem quem se recusa a fazê-lo, salientando que a classe política os tem ignorado e não se sentem representados.
A Rússia manifestou hoje a sua insatisfação e alertou o Japão para contramedidas devido aos planos nipónicos de realizar exercícios militares perto da fronteira russa e que contarão também com Espanha, França e Alemanha.
Os três blocos (lepenistas, macronistas e esquerdas) fecharam a última semana de campanha para a primeira volta da legislativas antecipadas em França com dois debates no espaço de 48 horas. A novidade foi a esquerda a puxar-se para o lado social-democrata.
A presidente cessante da Assembleia Nacional afirmou à Lusa que a comunidade portuguesa residente em França deve temer um Governo da União Nacional, salientando que o partido propõe um projeto que discrimina os cidadãos com dupla nacionalidade.
A ex-candidata presidencial dos Republicanos Valérie Pécresse considerou hoje à Lusa que o acordo que o presidente do seu partido firmou com a União Nacional "foi uma traição" e defendeu que a direita tradicional ainda tem espaço para sobreviver.
O Governo francês anunciou hoje a dissolução de quatro grupos de extrema-direita e um islamita, a poucos dias da primeira volta das eleições legislativas.
A líder de extrema-direita, Marine Le Pen, acusou hoje a extrema-esquerda de estar a preparar manifestações caso a União Nacional (RN) vença as eleições legislativas francesas e exigiu que todos, incluindo o Presidente Emmanuel Macron, peçam respeito pelos resultados.
O líder de extrema-direita Jordan Bardella, cujo partido lidera as sondagens em França, pediu nesta terça-feira um voto "histórico" contra o governo do presidente Emmanuel Macron nas eleições legislativas de 30 de junho e 7 de julho.
O ministro do Interior francês, Gérald Darmanin, afirmou hoje prever distúrbios nos dias das eleições legislativas antecipadas, a 30 de junho e 07 de julho, sugerindo que estes poderão proceder principalmente do "islamismo radical".
A apenas uma semana da primeira volta das eleições legislativas na França, a extrema direita lidera as sondagens e procura conquistar a maioria absoluta, superando a aliança de esquerda e o bloco governamental de Macron.
Dezenas de milhares de pessoas manifestaram-se hoje em Paris e noutras localidades francesas, para denunciar o perigo para os direitos das mulheres que representaria uma vitória da extrema-direita, uma semana antes das legislativas antecipadas, segundo associações e sindicatos.
Uma mulher de 37 anos ficou gravemente ferida este domingo após ser mordida por vários lobos num jardim zoológico nos arredores de Paris, numa área proibida para os visitantes.
O ex-Presidente socialista François Hollande, candidato às eleições legislativas pela coligação de esquerda Nova Frente Popular, proclamou hoje que o "Macronismo acabou" e que não tem "contas a ajustar" com o seu antigo ministro.
Os Países Baixos, campeões em 1988, e a França, vencedora da prova em 1984 e 2000, selaram hoje o primeiro 0-0 na edição 2024 do Campeonato da Europa de futebol, na segunda jornada do Grupo D.
As eleições legislativas apresentam um dilema para os eleitores judeus na França, entre uma extrema esquerda que consideram "antissemita" e a extrema direita, num contexto de aumento das agressões contra os membros de sua comunidade.
As seleções dos Países Baixos e da França defrontam-se hoje pela liderança do Grupo D do Euro2024 de futebol, pelas 20:00, em Leipzig, na Alemanha, em partida que apura o eventual vencedor para os oitavos de final.
A França começou hoje com um triunfo a sua participação no Campeonato da Europa de futebol de 2024, ao vencer a Áustria por 1-0, graças a um autogolo, em encontro do Grupo D, disputado em Dusseldorf, na Alemanha.
O Presidente francês, Emmanuel Macron, defendeu hoje que a paz na Ucrânia "não pode ser uma capitulação" do país, numa cimeira organizada na Suíça para procurar soluções para a guerra desencadeada em 2022 pela Rússia em território ucraniano.
O socialista François Hollande, Presidente francês entre 2012 e 2017, vai concorrer às eleições legislativas antecipadas, que decorrerão dentro de duas semanas.
O Presidente francês Emmanuel Macron anunciou durante a cimeira do G7 que a França, os Estados Unidos e Israel irão trabalhar num formato trilateral num plano francês para conter as tensões na fronteira israelo-libanesa.