Defendo os professores sempre que posso, pasmo perante a notícia que diz que a Fenprof e a Federação Nacional da Educação planeiam uma greve para o dia 21 de Junho, dia de exame nacional para muitos alunos.
A greve na educação em época de exames decide-se hoje em reuniões que os sindicatos do setor vão realizar com os responsáveis da tutela, logo pela manhã.
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) disse hoje que cerca de mil professores que deveriam entrar nos quadros no processo de vinculação extraordinária que abrange mais de três mil docentes podem, afinal, não conseguir o vínculo.
A FNE está hoje em vigília frente ao Ministério da Educação, até às 00:00, e admite voltar a juntar-se à Fenprof para uma greve, se não obtiver "respostas concretas" do Governo até ao final do ano letivo.
O secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), Mário Nogueira, disse este sábado, no Funchal, que o "capital elegeu os sindicatos como inimigos" e serve-se dos grandes meios de comunicação social para os denegrir.
Professores penduraram bengalas nas árvores em frente ao Ministério da Educação, em Lisboa, onde entregaram cerca de 12.000 postais a exigir um regime especial de aposentação ao fim de 36 anos de serviço, sem penalização.
A Federação Nacional de Professores (Fenprof) contestou hoje o projeto do Ministério da Educação para um novo regime de permutas entre docentes, considerando-o restritivo face ao que está em vigor.
A dirigente da Fenprof Anabela Sotaio afirmou hoje, no Porto, que se as respostas do Ministério da Educação a reivindicações apresentadas forem insatisfatórias, a federação “inevitavelmente promoverá os indispensáveis processos de luta ainda neste ano letivo”.
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) fez esta sexta-feira um ultimato ao Ministério da Educação (ME) para que dê resposta a reivindicações e divulgou um calendário de ações de protesto, incluindo um pré-aviso de greve.
A Fenprof entregou hoje na residência oficial do primeiro-ministro, António Costa, um documento com as reivindicações que levaram os professores a desfilar com uma faixa de 550 metros pelas ruas de Lisboa.
Largas centenas de professores concentraram-se hoje à tarde em frente ao Ministério da Educação, prestes a iniciar uma marcha de protesto até à Assembleia da República e à residência oficial do primeiro-ministro, Antonio Costa, em Lisboa
A Federação Nacional de Professores (Fenprof) volta hoje a sair à rua para fazer desfilar em Lisboa uma faixa de 550 metros com fotografias de rostos de docentes e os problemas que enfrentam.
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) marcou hoje, para 18 de abril, em Lisboa, uma concentração nacional de professores e educadores para reivindicar a resolução de vários problemas no setor.
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) exige a redução da carga horária dos professores, após realizar um inquérito segundo o qual os docentes trabalham quase 47 horas por semana, contra as 35 regulamentadas.
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) afirmou que os docentes e investigadores batem o recorde da precariedade identificada pelo Governo, representando dois terços do total, e exigiu a criação de comissões específicas para resolver o problema.
A Fenprof ameaçou esta terça-feira voltar a sair à rua, e até fazer greve, se o Governo não se comprometer a negociar os termos da descentralização de competências na educação, incluindo um novo modelo de gestão das escolas.
O Ministério da Educação (ME) manifestou-se esta quarta-feira "muito aberto" a avançar ainda a tempo do próximo ano letivo com um regime de vinculação para os professores das escolas do ensino artístico, adiantou a Fenprof.
A Fenprof pediu hoje uma reunião urgente ao Ministério da Educação (ME), que acusou de ter violado "de forma absolutamente grosseira o princípio da boa-fé negocial" no processo de revisão dos concursos, criticando ainda a ausência de atas negociais.
As duas federações sindicais da Educação lamentaram que os diplomas de vinculação extraordinária e novo regime de concursos de colocação tenham sido aprovados sem que os sindicatos tenham tido conhecimento prévio dos documentos.
Entre 3.000 e 3.200 professores vão entrar nos quadros, ao abrigo da vinculação extraordinária, número abaixo do universo de docentes elegíveis e das expectativas dos sindicatos, que não chegaram a acordo com o Ministério da Educação.
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) afirmou hoje ter recebido do Ministério da Educação o compromisso de novos momentos de vinculação extraordinária de docentes em 2018 e 2019, na sequência de uma avaliação da precariedade a fazer na altura.
Os professores de língua gestual portuguesa (LGP) querem ser considerados como tal e não técnicos especializados, e a Fenprof admite convocar uma concentração frente ao Ministério da Educação se a alteração não ficar consagrada no novo diploma de concursos.
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) estimou hoje em cerca de 4.000 o número de docentes a abranger pela vinculação extraordinária, no âmbito das propostas do Ministério da Educação, o que considerou “claramente insuficientes”.
A Fenprof quer que cerca de 20 mil docentes entrem nos quadros até 2019, enquanto o ministério propõe 100 para 2017, um valor que, a manter-se, poderá levar a ações de luta dos professores, informou esta quinta-feira, 29 de dezembro, a federação.