A CP -- Comboios de Portugal anunciou hoje ter recebido seis candidaturas ao concurso de aquisição de 117 automotoras para os serviços regional e suburbano, apresentadas por três empresas e três consórcios e onde figuram fabricantes europeus, chineses e japoneses.
O caderno de encargos para o concurso da CP para a compra de 117 novas automotoras, hoje apresentado, irá "privilegiar" as empresas que recorram à produção nacional, com um peso de 15% na avaliação das propostas, foi hoje anunciado.
A CP lança hoje o concurso para a aquisição de 117 automotoras elétricas, com uma cerimónia que se realiza no Parque Oficinal de Guifões, em Matosinhos, com a presença do ministro das Infraestruturas.
A CP vai lançar na terça-feira o concurso para a aquisição de 117 automotoras elétricas, com uma cerimónia que se realiza no Parque Oficinal de Guifões, em Matosinhos, e terá a presença do ministro das Infraestruturas.
O ministro das Infraestruturas disse hoje que o concurso de 819 milhões de euros para adquirir 117 novas automotoras elétricas pela CP já tem o caderno de encargos pronto e será lançado em dezembro.
O ex-presidente da CP, Nuno Freitas, avisou hoje no parlamento que a empresa "não pode ser gerida como uma repartição pública", impondo-se sanear a sua dívida histórica e retirá-la do perímetro orçamental do Estado.
O ministro das Finanças considerou hoje que não será necessário negociar com Bruxelas a despesa excecional de 1.815 milhões de euros com a CP pois o objetivo é enquadrar a medida dentro das regras de auxílio de Estado.
O ministro das Infraestruturas e Habitação, Pedro Nuno Santos, anunciou hoje que foi conseguida autorização para contratar 85 novos trabalhadores para a CP – Comboios de Portugal.
O Governo prevê, no próximo ano, uma despesa excecional de 1.815 c com a CP – Comboios de Portugal, empresa que detém uma dívida histórica superior a dois mil milhões de euros –que poderá agora ser resolvida. Na proposta, o Governo define ainda como prioridade para a CP a aquisição de material circu
A greve na CP, IP e afiliadas IP-Telecom, IP-Património e IP-Engenharia, motivou a supressão de 74% das ligações ferroviárias programadas, segundo levantamento da transportadora, com a federação sindical a reclamar uma adesão dos trabalhadores de superior a 90%.
A greve na CP, na IP e afiliadas IP-Telecom, IP-Património e IP-Engenharia, regista uma "adesão bastante elevada", reduzindo a atividade destas empresas a serviços mínimos, alguns "incompletos", segundo a organização sindical Fectrans.
A CP realizou 160 das 561 ligações ferroviárias que tinha programadas até às 12:00 devido à greve dos trabalhadores da empresa e da Infraestruturas de Portugal (IP), tendo sido suprimidos 401 comboios, segundo fonte oficial da empresa.
A CP – Comboios de Portugal anunciou que, por motivo de greve, na sexta-feira poderão ocorrer “fortes perturbações” na circulação de comboios a nível nacional entre as 00:00 e as 24:00.
Os trabalhadores dos bares dos comboios Alfa Pendular e Intercidades fazem greve na sexta-feira, em protesto pela falta de pagamento do subsídio de férias e do salário de setembro, segundo denuncia a federação sindical que convocou a paralisação.
O presidente demissionário da CP - Comboios de Portugal disse hoje que estão a ser feitos esforços para a CP ser considerada como Administração Pública, e não empresa, para aproveitar mais verbas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
O ministro das Infraestruturas e da Habitação afirmou hoje que a CP perdeu o melhor presidente de sempre, mas disse compreender a saída de Nuno Freitas, alegadamente devido a problemas burocráticos que dificultam a gestão da empresa.
O presidente da CP - Comboios de Portugal, Nuno Freitas, vai abandonar o cargo no final de setembro, três meses antes do final do mandato, após ter pedido à tutela a antecipação da sua saída, segundo uma comunicação enviada aos trabalhadores.
O ministro das Infraestruturas e as administrações da CP -- Comboios de Portugal e da Infraestruturas de Portugal (IP) vão ser ouvidos no parlamento, sobre os salários em atraso de trabalhadores da limpeza dos comboios e das estações.
Os trabalhadores da CP - Comboios de Portugal e da Infraestruturas de Portugal (IP) vão fazer duas concentrações no dia 16 de setembro, em protesto contra o congelamento salarial e a desvalorização profissional, foi hoje divulgado por fonte sindical.
A CP rescindiu hoje o contrato com a Ambiente e Jardim, cujos trabalhadores estão em greve contra os salários em atraso, e lançou uma consulta para a contratação urgente de outra empresa de prestação de serviços de limpeza.
Os comboios e as estações da CP estão hoje sem limpeza devido à greve dos trabalhadores da Ambiente e Jardim, que, no entanto, não causou nenhuma supressão na circulação durante a manhã.
A coordenadora do Bloco de Esquerda (BE) garantiu hoje que o partido vai ser “teimoso” na luta pela “dignidade do trabalho” e pela necessidade de as pessoas terem “contratos como deve ser e não com empresas abutres”.
A CP - Comboios de Portugal prevê perturbações na circulação de comboios a partir de hoje, em todos os serviços, a nível nacional, e até 15 de setembro, devido a greves na empresa e na IP.
A CP aprovou o lançamento de um procedimento pré-contratual para adquirir apoio à reparação dos equipamentos dos veículos ferroviários que suportam os rodados (bogies), no valor de 236 mil euros, a executar até 2022, segundo deliberação hoje publicada.