As empresas públicas de transporte ferroviário portuguesa e espanhola assinaram hoje em Madrid um protocolo de cooperação para a CP alugar em 2019 quatro comboios a gasóleo e uma primeira unidade elétrica.
O presidente do Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante (SFRCI) garantiu hoje à Lusa que a totalidade dos trabalhadores chamados ao trabalho extraordinário na CP aderiu à greve, e acusou o ministro das Finanças de “barrar” o entendimento com a empresa.
A bancada parlamentar do PSD apresentou hoje um requerimento na Assembleia da República para ouvir os presidentes Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) e Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) sobre a “falência operacional” da CP.
Os utilizadores da linha de Cascais apelam para que os horários sejam cumpridos e as estações e comboios modernizados. A inexistência de alternativas de transporte público para o trajeto condiciona as deslocações entre Cascais e Lisboa.
A Infraestruturas de Portugal anunciou hoje que a greve nos comboios prevista para segunda, quarta e sexta-feira será desconvocada, na sequência de várias reuniões realizadas na Secretaria de Estado das Infraestruturas.
Portugal tem pouco mais de 2.500 quilómetros de ferrovia em exploração, a maior parte dos quais em via única e eletrificada, de acordo com a Infraestruturas de Portugal (IP).
O Governo tem em marcha um plano para a modernização das principais linhas ferroviárias do país até 2022, que privilegia as ligações a Espanha e dá destaque ao transporte de mercadorias e de passageiros.
A manutenção e o aluguer de comboios a Espanha têm sido as soluções apontadas pela administração da CP - Comboios de Portugal para a sua operação, que tem sido alvo de críticas de utentes e partidos.
Com pouca oferta de comboios, avarias constantes nas composições e a recente redução nos horários, a centenária Linha do Oeste continua a perder passageiros desde há décadas e concorre cada vez menos com o transporte rodoviário.
As supressões de comboios e as alterações de horários na linha ferroviária do Oeste fizeram aumentar as críticas ao serviço, com passageiros a queixarem-se de as dificuldades de transporte porem em causa os seus empregos.
A CP – Comboios de Portugal poderá gastar até 3,5 milhões de euros nos novos alugueres de seis a 10 comboios à operadora espanhola Renfe, a quem é pago atualmente sete milhões de euros por ano por 20 composições. O presidente da CP admite ainda o estabelecimento de parcerias com a Renfe na preparaçã
O dirigente comunista João Ferreira atribuiu hoje a responsabilidade de "iminente rutura" do setor ferroviário às regras impostas por Bruxelas, seguidas pelo atual e anteriores governos portugueses, em benefício do "grande capital e grupos monopolistas", designadamente da Alemanha.
A Câmara de Évora protestou hoje contra a "deterioração" do serviço de transporte ferroviário Intercidades entre a cidade e Lisboa, por supostamente a CP estar a substituir os comboios normais por automotoras mais antigas.
As linhas de Cascais, de Sintra, do Norte e do Oeste têm a partir de domingo novos horários, segundo a CP - Comboios de Portugal, sublinhando a empresa que as alterações são temporárias.
A Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações (Fectrans) agendou hoje uma manifestação, a realizar no dia 03 de outubro, face à falta de investimento e redução de efetivos no setor.
Os comboios intercidades, alfa pendular e internacional continuam hoje sem serviços de refeições e bar pelo quarto dia consecutivo, devido à greve dos trabalhadores da empresa Servirail, segundo o Sindicato da Hotelaria do Norte.
Os comboios intercidades, alfa pendular e internacional estão hoje sem serviços de refeições e bar pelo terceiro dia consecutivo, devido à greve dos trabalhadores da Servirail, segundo o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Hotelaria e Turismo e Restaurantes do Norte.
Os trabalhadores da Servirail estão hoje em greve, o que deixou a maioria dos comboios de longo curso sem serviço de bar e restaurante, e decidiram prosseguir o protesto na sexta-feira, anunciou o sindicato que convocou a greve.
Os trabalhadores da Servirail que exercem atividade nos bares dos comboios da CP iniciam na madrugada desta quinta-feira uma greve por tempo indeterminado para exigirem aumentos salariais e a defesa de direitos, disse hoje fonte sindical.
Mais de metade dos comboios previstos até às 14:00 de hoje foram suprimidos devido à greve dos trabalhadores da CP, afetando sobretudo os comboios urbanos de Lisboa, informou hoje uma fonte da transportadora.
O presidente do Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante (SFRCI) garantiu hoje que "foi total" a adesão dos trabalhadores à greve da CP e empresas de transporte de mercadorias e reafirmou a paralisação para os dias 23 e 24.
O Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial itinerante (SFRCI) estimou hoje que estejam a circular 25% dos comboios urbanos e 85% dos de longo curso em dia de greve dos trabalhadores ferroviários, existindo ainda perturbações no transporte de mercadorias.
O Sindicato Ferroviário da Revisão e Comercial Itinerante (SFRCI) lamentou as definições dos serviços mínimos da greve desta terça e quarta-feira da CP e da Medway e informou existir já um pré-aviso para paralisar também a 23 e 24 de junho.
A CP prevê supressões e atrasos na circulação de comboios na terça e na quarta-feira, em todos os serviços, à exceção dos urbanos do Porto, devido à greve convocada por várias organizações sindicais.