Já é conhecido o número de alegados abusadores em cada uma das 21 dioceses portuguesas. Entre os nomes há sacerdotes no ativo, outros já falecidos, alguns que tiveram os processos arquivados e foram também abertas investigações em alguns locais — mas nem sempre foram afastados dos cargos. A lista en
O Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) reuniu-se esta terça-feira, em Fátima, com um ponto da situação sobre os abusos sexuais de menores na Igreja na ordem de trabalhos.
A Diocese de Vila Real afastou um sacerdote "de toda a colaboração pastoral", embora o padre em questão esteja ao serviço numa outra diocese que não é nomeada. Os outros dois nomes apresentados na lista da Comissão Independente já não estão no ativo.
O que acontece quando é denunciado um caso de abuso sexual na Igreja Católica? Se por um lado não há dúvidas de que se trata de um crime público — à luz do Código Penal Português —, o Código de Direito Canónico e as diretrizes do Vaticano também têm procedimentos internos a cumprir. Independentement
A reportagem emitida esta noite pela TVI revela novo caso de encobrimento de abusos sexuais na Igreja Católica, envolvendo José Ornelas. A Conferência Episcopal Portuguesa já reagiu.
O bispo de Beja, D. João Marcos, pediu desculpa após ter sugerido que os padres suspeitos de abusos sexuais, se estiverem arrependidos, deveriam ser perdoados e defendeu agora que “não há lugar para os abusadores no sacerdócio”.
A Diocese de Leiria-Fátima deu conta de ter recebido a lista de alegados abusadores com cinco nomes. Os sacerdotes referidos no documento já faleceram e há um leigo que foi afastado das suas funções.
A lista de alegados abusadores que a Diocese de Coimbra recebeu tem sete nomes. Destes, apenas um levou a que fossem pedidas mais informações à Comissão Independente, mas "não lhe foram impostas medidas cautelares".
As dioceses de Bragança-Miranda, Santarém e Forças Armadas e de Segurança garantem que ainda não receberam a lista com os nomes dos alegados abusadores.
A Diocese do Porto recebeu uma lista com 12 nomes, estando sete dos sacerdotes indicados como alegados abusadores ainda no ativo. Contudo, não há dados que justifiquem "suspender preventivamente" os padres em causa.
O Patriarcado de Lisboa identificou cinco padres no ativo suspeitos de abuso sexual. Contudo, estes sacerdotes ainda não vão ser afastados, uma vez que foram pedidos mais dados à Comissão Independente.
Depois da apresentação do relatório e da lista dos alegados abusadores pela Comissão Independente para o Estudo dos Abusos Sexuais na Igreja Católica em Portugal, algumas dioceses - uma minoria - começam a tomar medidas. Algumas ainda estão a reunir dados e prometem decisões em breve. Há ainda dioce
O bispo de Viseu, António Luciano Costa, admitiu hoje que já tinha conhecimento dos nomes dos cinco sacerdotes da diocese indicados pela Comissão Independente para o Estudo dos Abusos Sexuais na Igreja Católica.
D. Américo Aguiar, bispo auxiliar de Lisboa, referiu que a Diocese deve prestar amanhã alguns esclarecimentos sobre as decisões relativas à lista de alegados abusadores que foi entregue em Fátima.
O parlamento aprovou hoje por unanimidade a audição da Comissão Independente para o estudo de abusos sexuais de menores na Igreja, do presidente da Conferência Episcopal Portuguesa e da ministra da Justiça, entre outras entidades.
Terminado o trabalho da Comissão Independente para o estudo dos abusos sexuais na Igreja Católica, Ana Nunes de Almeida, socióloga que integrou o grupo de trabalho, garante que "os casos foram devidamente referenciados em todo o detalhe que o anonimato das vítimas permitia". Assim, os bispos têm ace
A Diocese do Funchal recebeu quatro nomes resultantes das denúncias de vítimas de abusos sexuais, de uma lista entregue pela Comissão Independente sobre os Abusos Sexuais na Igreja. Mas um dos nomes é apontado como "desconhecido".
O relatório sobre os abusos sexuais na Igreja foi esta sexta-feira analisado pelos bispos portugueses na assembleia plenária da Conferência Episcopal Portuguesa. Após o encontro, algumas medidas foram anunciadas.
Duas centenas de instituições e pessoas católicas escreveram aos bispos portugueses para que adotem medidas imediatas de acompanhamento às vítimas de abusos.
A Comissão Pontifícia para a Proteção de Menores, criada pelo Papa Francisco para acompanhar os casos de abuso sexual na Igreja, frisou que Portugal "deu passos importantes" na abordagem a este problema através do relatório apresentado no início da semana pela Comissão independente.
O bispo do Funchal saudou hoje a decisão do ex-padre Anastácio Alves, acusado de abuso sexual de crianças e atos com adolescente, que se encontrava em paradeiro desconhecido, de se entregar à justiça para esclarecimento dos factos.
A defesa do padre Anastácio Alves, acusado de abuso sexual de menores e que se tentou entregar na Procuradoria-Geral da República (PGR), critica a burocracia do organismo e defende que a “justiça não quer qualquer tipo de colaboração”.