A empresa britânica Ocean Infinity, que iniciou a terceira busca no final de fevereiro do ano passado, “interrompeu a operação por agora e retomá-la-á no final deste ano”, disse Loke numa conferência de imprensa.

O voo MH370 desapareceu a 08 de março de 2014, cerca de 40 minutos após descolar da capital da Malásia, Kuala Lumpur, com destino a Pequim, quando deixou o espaço aéreo malaio e entrou no espaço aéreo vietnamita, desviando-se da sua rota para o sul do Oceano Índico, sem que as causas sejam ainda conhecidas.

A bordo do Boeing 777 estavam 153 chineses, 50 malaios (12 dos quais faziam parte da tripulação), sete indonésios, seis australianos, cinco indianos, quatro franceses, três americanos, dois neozelandeses, dois ucranianos, dois canadianos, dois iranianos, um russo, um holandês e um taiwanês.

Malásia, China e Austrália inicialmente realizaram uma busca conjunta em cerca de 120.000 quilómetros quadrados no Oceano Índico, mas encerraram as operações em janeiro de 2017 sem encontrarem vestígios do aparelho.

A Ocean Infinity também tentou localizar o avião numa área de cerca de 100.000 quilómetros quadrados entre janeiro e junho de 2018, sem sucesso.

Em fevereiro do ano passado, a empresa apontou que as buscas se baseiam em informações credíveis e se concentrarão numa área que “foi negligenciada” durante a última missão, por isso está confiante de que desta vez haverá “resultados positivos”.