O líder do Chega admitiu hoje que a “vitória não foi total” nas autárquicas de domingo, ao falhar o objetivo de ser a terceira força política, mas defendeu que se “fez história” em Portugal, recusando acordos de governação.
André Ventura anunciou hoje que o Chega irá concorrer nas eleições autárquicas a “cerca de 220 municípios” do país, sublinhando que o partido vai a votos sozinho para avaliar o seu “impacto”, mas sem excluir acordos pós-eleitorais.
O presidente do Chega e candidato presidencial condenou hoje a "decisão apressada" do Governo sobre o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), mostrando-se "ao lado" da polícia, e voltou a defender a demissão do ministro da Administração Interna (MAI).
A líder de extrema-direita francesa, Marine Le Pen, felicitou hoje André Ventura, candidato único, pela reeleição, com 99,1% dos votos, como presidente do Chega, considerando que um “bom presságio” para as eleições presidenciais portuguesas.
André Ventura, do Chega, questionou hoje o primeiro-ministro sobre se existem ou não “problemas com os ciganos em Portugal”, a propósito da situação sanitária do bairro social Quinta da Mina, na Azambuja, com residentes infetados pela covid-19.
O presidente do centristas lembrou hoje que o CDS-PP tem cinco deputados no parlamento e o Chega, de André Ventura, apenas um, reiterando que as oportunidades de entendimento entre partidos devem ser iguais à esquerda e à direita.
O deputado único do Chega questionou Costa sobre o futuro do ministro das Finanças, Mário Centeno, perguntando ao primeiro-ministro se este irá ou não para o Banco de Portugal. Costa respondeu com trivelas.