Rui Tavares prevê que 2019 vai ser "o ano da viabilização do Livre em eleições europeias e nacionais", mas adverte que, para entrar numa convergência à esquerda, "a 'geringonça' tem de ser muito melhor do que aquilo que foi".
O antigo eurodeputado anunciou hoje que apresentou a sua candidatura às primárias do LIVRE, processo que escolherá o candidato do partido às eleições europeias de maio.
O historiador e ex-eurodeputado Rui Tavares sustentou hoje que as próximas eleições europeias não devem ser “acerca do caso do dia” e defendeu "uma profunda democratização" para "salvar o projeto europeu".
O antigo eurodeputado Rui Tavares defendeu, na noite de quinta-feira, o movimento Primavera Europeia, salientando a necessidade de "uma democracia que funcione a várias escalas", numa apresentação que contou com a presença do ex-governante açoriano Mota Amaral.
A lista transnacional que pretende apresentar-se às eleições de 2019 para o Parlamento Europeu vai ser designada Primavera Europeia, disse hoje à Lusa Rui Tavares, no final de um encontro que reuniu diversas organizações políticas da Europa.
O Livre elegeu hoje novos órgãos dirigentes no VI Congresso, reiterou o objetivo de conquistar lugares no Parlamento Europeu e na Assembleia da República em 2019, e criticou a política ambiental da maioria de esquerda.
A comoção pela tragédia de Pedrógão Grande estende-se pelas redes sociais, onde várias figuras, portuguesas e estrangeiras, expressaram a sua solidariedade por Portugal.
As declarações já valeram a reprovação de João Galamba, membro do partido, que disse que Manuel dos Santos era "uma vergonha de MEP (eurodeputado)". Rui Tavares, do Livre, também se juntou ao coro de críticas.
“Onde se fala sobre a sociedade com quem quer falar sobre ela”. É este o mote de “É Apenas Fumaça”, podcast que foi criado para esmiuçar temas relevantes para a sociedade. Porque, dizem, a comunicação social tem falhado no papel de “questionar a democracia” e “responsabilizar os representantes, ques