O Partido Socialista espanhol decidiu hoje abster-se na votação de uma nova investidura de Mariano Rajoy à frente do Governo de Madrid, o que viabiliza a formação de um novo executivo depois de dez meses de impasse político.
Os socialistas espanhóis vão hoje decidir se optam pela abstenção na votação de nova investidura do conservador Mariano Rajoy como primeiro-ministro, criando uma saída do atual impasse político e evitar a marcação de novas eleições legislativas.
Várias centenas de pessoas concentraram-se hoje em frente à sede do PSOE, em Madrid, apelando ao Comité Federal do partido, que se reúne no domingo, para que não se pronuncie por uma abstenção que facilite a investidura de Mariano Rajoy.
Diz-se que a situação política está agitada em muitos países europeus, e até na Europa como um todo, mas em nenhum deles está mais confusa do que em Espanha. Há quase um ano que o país não tem um Governo eleito e, pelo andar dos partidos, parece que não vai ter tão cedo. Todos têm as suas razões, ma
O presidente do Parlamento Europeu, Martin Schulz, afirmou hoje que Espanha e a União Europeia "necessitam de um PSOE forte e unido", numa reação à demissão de Pedro Sánchez como secretário-geral do partido.
O líder da Esquerda Unida, Alberto Garzón, considerou hoje que com a demissão do secretário-geral do PSOE, Pedro Sánchez, depois de perder a votação no comité federal para um congresso extraordinário, o PP “ganhou”.
Seis eleições eleições perdidas, entre nacionais e regionais. Divisão interna face a uma aliança com o Podemos. Oposição de líderes históricos Felipe González, Joaquín Almunia e Zapatero. Assim se escreve a história do PSOE de Pedro Sánchez que caiu em desgraça.