A circulação rodoviária na Ponte 25 de Abril vai estar interrompida nos dois sentidos nas madrugadas dos dias 10 e 31 de outubro, devido a trabalhos de conservação, informou hoje a Infraestruturas de Portugal (IP).
Uma embarcação mercante embateu, durante a tarde de hoje, no pilar sul da Ponte 25 de Abril, que liga Lisboa a Almada, mas não houve registo de vítimas “nem aparentes danos estruturais na ponte”, anunciou a Autoridade Marítima Nacional.
Com o recolher obrigatório a partir das 23h, a polícia tem estado a controlar a circulação rodoviária e as entradas e saídas de concelhos. Para os utentes da margem sul do Tejo, essas operações de controlo têm sido "levadas ao extremo".
A PSP fiscalizou 470 veículos na Ponte 25 de abril, numa operação conduzida entre o final da noite de sexta-feira e esta madrugada, mas não identificou nenhum caso de violação do recolher obrigatório, instaurado para combater a pandemia.
A zona das portagens da Ponte 25 de abril, conhecida como 'garrafão', encheu-se de automóveis na tarde de hoje devido ao regresso à margem norte do Tejo, que foi 'interrompido' por uma operação da PSP.
A Quercus anunciou hoje que vai apresentar uma queixa ao Ministério Público por alegado incumprimento da Lei do Ruído na Ponte 25 de Abril por parte da Lusoponte, que acusa de fugir à responsabilidade de reduzir as emissões de ruído.
A PSP de Lisboa está identificar hoje todos os automobilistas que atravessam a Ponte 25 de Abril, no sentido norte-sul, no âmbito das medidas para travar movimentos desnecessárias em altura de pandemia.
A Lusoponte refutou hoje as acusações da Quercus sobre o alegado incumprimento da lei do ruído na Ponte 25 de Abril, remetendo para a Infraestruturas de Portugal a responsabilidade de substituir o tabuleiro para que os limites sejam cumpridos.
A conclusão das empreitadas de reparação e conservação das pontes 25 de Abril e do Guadiana, orçadas em seis e sete milhões de euros, respetivamente, enquadram-se nos principais investimentos da rodovia, de acordo com a proposta de Orçamento do Estado para 2020.
O Conselho de Ministros aprovou hoje a prorrogação até 30 de setembro de 2024 do prazo da concessão da travessia ferroviária do Tejo à Fertagus, bem como um decreto-lei que visa rever as bases da exploração do serviço.
Nos pilares 3 e 4 da Ponte 25 de Abril, que liga Lisboa a Almada, decorre uma inspeção subaquática e medição da profundidade do rio Tejo, com recurso a recolha de imagens e sons por parte de mergulhadores.
A travessia ferroviária na Ponte 25 de Abril, inaugurada há 20 anos, permitiu transportar 390 milhões de passageiros e "retirar" 62 milhões de automóveis do tabuleiro rodoviário, entre Lisboa e Almada, anunciou hoje a concessionária.
A travessia ferroviária na Ponte 25 de Abril, operada pela Fertagus, foi inaugurada há 20 anos e Orlando Pires, residente em Sintra, saiu de casa com a família às 04:00 para que fossem os primeiros passageiros a conseguir bilhete.
A circulação na ponte 25 de Abril, no sentido sul/norte, já foi reaberta, apesar de ainda estar condicionada, depois de uma viatura se ter incendiado, disse à Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Setúbal.
Fernando Lima, ex-assessor de Cavaco Silva, admite que o bloqueio da ponte 25 de Abril, em 1994, foi um momento de viragem no cavaquismo, em que “as coisas não voltaram a ser iguais” e se antecipava o “fim de um ciclo”.
O bloqueio da ponte sobre o Tejo, contra o aumento de 50% das portagens, há 25 anos, marcou o princípio do fim do “cavaquismo”, num clima de confronto entre o Governo PSD e o Presidente Mário Soares.
O bloqueio da Ponte 25 de Abril que ocorreu há 25 anos, em protesto contra o aumento das portagens, foi, segundo os promotores, “o ponto mais alto e de referência do exercício da cidadania em Portugal".
O ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, considerou hoje, em Almada, que as obras na Ponte 25 de Abril são uma prioridade do Governo, destacando que se trata de um investimento importante para os cidadãos.
A circulação automóvel vai ser condicionada a uma via na Ponte 25 de Abril, entre hoje e terça-feira, durante a madrugada, para a realização de trabalhos de manutenção, informou em comunicado a Lusoponte.
As obras de reparação e conservação na Ponte 25 de Abril vão obrigar ao corte total de um dos sentidos em maio e em outubro do próximo ano, sempre à noite e ao fim de semana, foi anunciado esta quarta-feira.
As obras de reparação e conservação na Ponte 25 de Abril começam formalmente esta quarta-feira com a consignação ao consórcio vencedor do concurso público da empreitada, adjudicada por 12,6 milhões de euros.
A Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) vai propor ao Governo a classificação da Ponte 25 de Abril como monumento de interesse público, segundo um anúncio hoje publicado em Diário da República.
A circulação nas duas vias da ponte 25 de Abril, no sentido Lisboa – Almada, antes da entrada para o tabuleiro, foi retomada pelas 16:15, mantendo-se o acesso à ponte condicionado, disse à Lusa fonte policial.