Os deputados israelitas aprovaram hoje uma lei que poderá ameaçar o trabalho da agência das Nações Unidas para os refugiados palestinianos (UNRWA), que presta ajuda à população de Gaza, impedindo-a de operar em solo israelita.
As autoridades iraquianas apresentaram formalmente um protesto junto do secretário-geral da ONU e do Conselho de Segurança contra a "violação flagrante" do espaço aéreo do Iraque pela aviação de Israel no ataque de sábado contra o Irão.
O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) vai reunir-se de urgência na segunda-feira para discutir a situação no Médio Oriente, após um pedido do Irão, anunciou hoje a presidência suíça daquele órgão.
Os trabalhos da 16.ª conferência da ONU sobre biodiversidade, COP16, começaram hoje em Cali, na Colômbia, com a presidente da cimeira, Susana Muhamad, a pedir ao mundo para não se distrair na proteção da biodiversidade.
A cimeira do Brics, um bloco de países emergentes, será realizada em Kazan, às margens do Volga, com diversos líderes estrangeiros e o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, disse o Kremlin, saudando-a como “o evento diplomático mais importante organizado na Rússia”.
O secretário-geral das Nações Unidas (ONU), António Guterres, condenou hoje os assassinatos em Moçambique de dois apoiantes do candidato presidencial Venâncio Mondlane, e apelou a uma rápida investigação dos acontecimentos.
O Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, apelou hoje às Nações Unidas que imponham um embargo de armas a Israel, considerando-a a solução mais "eficaz" para pôr fim ao conflito na Faixa de Gaza.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou hoje que a morte de Yahya Sinouar deve "conduzir a um cessar-fogo imediato, à libertação incondicional de todos os reféns e a um acesso humanitário sem restrições em Gaza".
O ministro dos Negócios Estrangeiros israelita, Israel Katz, voltou hoje a atacar o secretário-geral da ONU, António Guterres, por "não mostrar satisfação pela eliminação do arquiterrorista Yahya Sinwar".
A Missão Internacional Independente de Determinação dos Factos da ONU para a Venezuela divulgou na terça-feira um relatório a denunciar crimes cometidos pelas autoridades durante as eleições presidenciais de julho no país.
Pelo menos 2.350 pessoas morreram e outras 10.906 ficaram feridas em ataques israelitas no Líbano no último ano, das quais mais de 1.300 foram contabilizadas nas últimas três semanas, divulgaram hoje as autoridades libanesas.
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, considerou hoje inaceitável que militares das Nações Unidas "possam ser alvos intencionais" do exército israelita e que há uma "forte condenação" da União Europeia (UE) nesse sentido.
O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, apelou hoje para que as forças de manutenção de paz no Líbano sejam mantidas em segurança e lembrou que ataques contra ‘capacetes azuis’ podem constituir um crime de guerra.
A Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL) acusou hoje o exército israelita de bloquear os seus movimentos e exigiu explicações sobre as "violações chocantes" de uma resolução do Conselho de Segurança da ONU.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, pediu hoje ao secretário-geral da ONU, António Guterres, que retire imediatamente a Força de Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL) "para um local seguro".
Os episódios de guerra aberta de Israel sobre instalações e forças dos capacetes azuis da ONU no sul do Líbano podem parecer eventos marginais, no meio de tanto horror e devastação. Apenas ficaram feridos dois soldados indonésios da força da ONU. Mas estes episódios são gravíssimos.
O chefe da diplomacia europeia instou hoje Israel a garantir que a agência das Nações Unidas que apoia refugiados palestinianos possa continuar a sua atividade na região, alegando as consequências "desastrosas" de uma eventual suspensão.
O Exército israelita afirmou que abriu uma investigação sobre os incidentes e garantiu que o intuito não era atacar os soldados da ONU, mas abater "uma ameaça" que estava perto das suas posições.
Mais de 100 países, incluindo Portugal, subscreveram hoje uma carta de apoio ao secretário-geral da ONU, António Guterres, depois de Israel o ter declarado "persona non grata" pela forma como condenou o ataque do Irão a Telavive.
O exército israelita admitiu hoje que as suas tropas atingiram por engano bases da missão de manutenção da paz da ONU no Líbano (UNIFIL) em confrontos com o Hezbollah.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, apelou hoje aos líderes mundiais para mostrarem clarividência e eliminarem as "máquinas de morte" que são as armas nucleares, após a atribuição do Nobel da Paz a uma organização de sobreviventes de Hiroshima.
O primeiro-ministro do Líbano pediu hoje uma resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas para um "cessar-fogo imediato e completo", com o acordo do grupo xiita Hezbollah, admitindo enviar o exército libanês para o sul do país.