O presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, disse hoje que as reparações às ex-colónias, cuja discussão tem suscitado, já decorrem através da cooperação portuguesa, "em crescendo" com as ex-colónias.
O Presidente português foi hoje recebido ao som da "Canção de Embalar", de Zeca Afonso, na Escola Portuguesa de Cabo Verde, na Praia, onde iniciou uma visita ao arquipélago que vai decorrer até quinta-feira.
O Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, inicia hoje uma visita a Cabo Verde para participar nas comemorações dos 50 anos da libertação dos presos do Campo de Concentração do Tarrafal, símbolo da violência da ditadura colonial portuguesa.
O Presidente da República da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, disse hoje que respeita a opinião do homólogo português, mas sem comentários à proposta de reparação às ex-colónias feita por Marcelo Rebelo de Sousa.
O Presidente da República defendeu hoje que a condecoração de Spínola, a título póstumo, foi “um sinal de democracia” e lembrou que o ex-chefe de Estado integrou a lista dos ‘Capitães de Abril’, mas divergiu.
O Presidente da República considerou hoje que o desfile deste 25 de Abril na Avenida da Liberdade mostrou que a população está atenta em defesa da democracia e apelou aos jovens para que sejam mais ativos politicamente.
O ministro das Relações Exteriores do Brasil defendeu hoje, a propósito das declarações do Presidente português sobre os erros do passado colonial, "uma política de reparação" como o seu país já tem em relação à população brasileira afrodescendente.
O Presidente da República contestou hoje a ideia de que o 25 de Novembro de 1975 representou "a vitória da direita da direita", contrapondo que nesse momento "o principal aliado civil foi o PS, e nele Mário Soares".
O Presidente da República condecorou hoje o Movimento das Forças Armadas (MFA), a título póstumo, com o grau de membro honorário da Ordem da Liberdade durante um jantar comemorativo do 25 de Abril.
A ministra da Igualdade Racial do Brasil pediu hoje "ações concretas" por parte de Portugal na sequência da "importante e contundente" declaração do Presidente da República na qual sugeriu o pagamento de reparações por crimes da era colonial.
O Presidente da República confirmou hoje as afirmações que lhe foram atribuídas num jantar com jornalistas estrangeiros na terça-feira, considerou que não fez apreciações ofensivas e que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, "vai surpreender".
O Presidente da República português, Marcelo Rebelo de Sousa, reconheceu responsabilidades de Portugal por crimes cometidos durante a era colonial, sugerindo o pagamento de reparações pelos erros do passado.
O Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa condecorou hoje três militares, a Rádio Renascença, a Universidade do Minho e Alberto de Sousa Martins, rosto da revolta académica em 1969.
O Presidente da República considerou hoje que o 25 de Abril nasceu à esquerda mas é acolhido como uma data nacional com "homogeneidade por setores políticos", incluindo pelos portugueses ideologicamente mais à direita.
O Presidente da República defendeu hoje que a dissolução do parlamento durante a governação do PS era um sonho da direita, mas só aconteceu por circunstâncias inesperadas: um processo judicial e a demissão de António Costa.
O ex-primeiro-ministro António Costa considera que a "ocasião fez a decisão" de o Presidente da República pôr termo "prematuramente" à anterior legislatura e que a direita andava frenética em busca de pretexto para a dissolução do parlamento.
O Presidente da República considerou hoje que o autarca social-democrata que lidera da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, é "um dos políticos mais sofisticados da cena nacional" e disse esperar "viver o suficiente" para ver o seu futuro.
O Presidente da República elogiou hoje o poeta e histórico socialista Manuel Alegre, considerando que se distingue pela "coragem ilimitada", e condecorou-o com a Grã-Cruz da Ordem de Camões.
O Presidente da República assinalou hoje que as comemorações dos 50 anos do 25 de Abril começaram com um Governo de esquerda, do PS, e acabam com um Governo de direita, do PSD/CDS-PP.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, recusou hoje comentar qualquer proposta do programa do Governo ou iniciativas partidárias, alegando que o chefe de Estado só deve pronunciar-se depois das eleições europeias.
O parlamento aprovou hoje, por unanimidade, a deslocação do Presidente da República a Cabo Verde, entre 30 de abril e 03 de maio, para as comemorações do 50.º aniversário da libertação do campo de concentração do Tarrafal.
O Presidente da República defendeu hoje os avanços no papel da mulher em Portugal desde o 25 de Abril, manifestando-se convicto de que estão para durar porque são objeto de forte consenso, e criticou os "nostálgicos saudosistas".
O Presidente da República destacou hoje as "medidas urgentes" incluídas no Programa do Governo PSD/CDS-PP e considerou que são "um primeiro teste", alertando que agora "não há estado de graça de muitos meses".