O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, iniciou hoje uma visita ao Líbano, a primeira deslocação de um membro do governo de Teerão após a morte do líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah.
O Exército israelita efetuou hoje um ataque no leste do Líbano, junto à fronteira com a Síria, cortando a principal estrada entre os dois países, disseram as autoridades libanesas.
O Exército de Israel prometeu nesta quinta-feira que continuará a desferir "duros golpes" contra o Hezbollah no Líbano, onde as suas tropas estão envolvidas em combates terrestres apoiados por ataques aéreos contra membros do movimento islamista.
O Exército israelita afirmou nesta quinta-feira que as suas tropas resgataram uma mulher da minoria yazidi mantida em cativeiro em Gaza após ter sido capturada por jihadistas do grupo Estado Islâmico há uma década e ter sido levada para o território palestiniano.
O grupo islamita palestiniano Hamas apelou aos habitantes da Cisjordânia ocupada para se manifestarem hoje, para "escalar o conflito" com Israel, depois de um ataque israelita ter causado 18 mortos num campo de refugiados.
O Conselho de Segurança das Nações Unidas deu o seu apoio total ao secretário-geral da ONU, António Guterres, depois de ter sido declarado 'persona non grata' pelo Governo israelita.
O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, garantiu que é possível evitar "uma guerra total" no Médio Oriente, apesar da troca de ataques entre Irão e Israel, um aliado norte-americano.
O Presidente iraniano, Massud Pezeshkian, defendeu hoje ser "um dever" o apoio a "grupos de resistência" para "a libertação da Palestina", afirmando que Teerão evita escaladas, mas dará uma "resposta decisiva" em caso de uma agressão israelita.
O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou hoje que se opõe a ataques israelitas contra instalações nucleares iranianas, um dia depois de o Irão ter disparado cerca de 200 mísseis sobre Israel, que os interceptou.
Milhares de iranianos concentraram-se hoje nas ruas de Teerão para comemorar o ataque de terça-feira com mísseis contra Israel, embora a grande maioria da população tenha demonstrado indiferença, segundo relatou a agência noticiosa espanhola EFE.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, condenou hoje veementemente o ataque de mísseis balísticos do Irão contra Israel na noite passada, falando numa "ameaça à estabilidade regional", que "agrava uma situação já volátil".
O secretário-geral da ONU, António Guterres, declarou-se hoje "extremamente preocupado" com a escalada do conflito no Líbano, apelando para um "cessar-fogo imediato" de todas as partes, para evitar uma "guerra em grande escala".
"Os Estados Unidos têm indícios de que o Irão se prepara para lançar um ataque iminente com mísseis balísticos contra Israel", disse à AFP uma fonte do governo americano, que pediu anonimato, esta terça-feira.
O mundo é um lugar mais seguro após a morte do líder do Hezbollah, Hasan Nasrallah, eliminado num ataque israelita, disse o secretário de Estado americano, Antony Blinken, nesta segunda-feira, descrevendo o chefe do grupo libanês como um "terrorista brutal".
O primeiro-ministro russo, Mikhail Mishustin, disse que Moscovo quer aumentar a cooperação com Teerão, cidade onde chegou hoje em visita oficial para se reunir com altos responsáveis iranianos.
Os Estados Unidos tomarão medidas se o Irão ameaçar os seus interesses no Médio Oriente, reforçarão a sua capacidade de defesa aérea na região e têm tropas "adicionais" prontas para serem destacadas perante "contingências", informou hoje o Pentágono.
O comandante das operações do Hezbollah no sul do Líbano, Ali Karaki, morreu no mesmo bombardeamento israelita que matou o líder do movimento, Hassan Nasrallah, na sexta-feira, anunciou hoje o grupo xiita libanês.
O assassinato do líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, é um impulso para o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, que enfrenta grandes protestos no país e críticas internacionais cada vez mais intensas, segundo analistas.
O chefe da diplomacia iraniana, Abbas Araghchi, advertiu hoje que "todas as possibilidades estão abertas" no conflito com Israel, incluindo a guerra, após a morte do líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, um aliado de Teerão.
O Irão pediu, no sábado, uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU em protesto contra o assassinato do chefe do Hezbollah, Hassan Nasrallah, num ataque aéreo israelense no Líbano, segundo uma carta ao Conselho recebida pela AFP.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse hoje que a morte do líder do movimento xiita libanês pró-iraniano Hezbollah, Hassan Nasrallah, era uma "condição essencial" para que Telavive atingisse os seus objetivos de guerra.
O líder supremo do Irão, Ali Khamenei, decretou hoje cinco dias de luto público, na sequência da morte do líder do Hezbollah libanês, Hassan Nasrallah, morto num ataque israelita na sexta-feira, em Beirute.
O secretário de Defesa norte-americano manifestou ao ministro da Defesa israelita o apoio dos EUA ao "direito de Israel de se defender" e sublinhou o empenho em proteger as forças e instalações norte-americanas na região.
O movimento libanês Hezbollah, cujo chefe, Hassan Nasrallah, foi eliminado pelo Exército israelita num bombardeamento no sul de Beirute na sexta-feira, é um dos principais inimigos de Israel.