O governo da Hungria, numa situação financeira complicada, pediu um empréstimo de um milhar de milhões de euros aos bancos chineses, informou hoje a Agência Nacional da Dívida (AKK).
As autoridades húngaras irão manter o seu veto aos 6,6 mil milhões de euros do Mecanismo Europeu de Apoio à Paz para a Ucrânia enquanto permanecer o bloqueio de Kiev ao trânsito de petróleo russo, foi hoje divulgado.
A presidência húngara rotativa da União Europeia (UE) criticou hoje a decisão, baseada em "considerações políticas", de a Comissão Europeia "escolher a dedo" as instituições comunitárias ao recusar participar na habitual viagem de arranque da liderança semestral.
O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, aterrou hoje em Pequim para uma visita oficial inesperada à China, prevendo-se que se reúna com o Presidente chinês, Xi Jinping.
A Hungria, que assumiu hoje a presidência rotativa da União Europeia (UE), vai propor um pacto de competitividade para evitar uma guerra comercial com países do Leste, nomeadamente a China, que o bloco perderá, anunciou o primeiro-ministro húngaro.
O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, considerou hoje “escandalosa e inaceitável” a multa de 200 milhões de euros e sanção de um milhão por dia imposta pelo Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) por incumprimento da política de asilo.
O Tribunal de Justiça da UE condenou hoje a Hungria a pagar uma multa de 200 milhões de euros e uma sanção de um milhão de euros por cada dia de atraso por incumprimento da política de asilo.
O partido de Viktor Orban, no poder na Hungria, boicotou hoje uma sessão parlamentar extraordinária convocada pela oposição por causa dos ciberataques russos, que foram minimizados pelo Governo.
O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, acusou hoje a União Europeia (UE) e a NATO de estarem a preparar a Europa para entrar na guerra na Ucrânia, acrescentando que defende um acordo de paz.
O Governo da Hungria recusou hoje repatriar ucranianos com idade para combater, uma possibilidade que contraria a lei de recrutamento militar aprovada por Kiev.
A um mês das eleições europeias, em Budapeste inúmeros cartazes do partido no governo ecoam medos sobre migrantes, identidade de género e guerra, enquanto a ascensão de uma "superestrela" da oposição a Viktor Órban 'apaga' os restantes partidos.
A Hungria assinala quarta-feira 20 anos na União Europeia (UE), mas a data não é celebrada em Budapeste, onde analistas e oposição lamentam que o país seja "a ovelha negra" e "rufia" pelo controverso posicionamento do primeiro-ministro.
O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, alertou hoje para o risco de a Europa entrar num "remoinho de guerra" que a "levará para o abismo", considerando que "Bruxelas está a brincar com o fogo" pelo envolvimento na guerra na Ucrânia.
O BE pediu hoje esclarecimentos ao Governo e à Entidade Reguladora para a Comunicação Social sobre “a alegada interferência do governo húngaro” na compra da Euronews e dos jornais Nascer do Sol e i Inevitável.
Milhares de pessoas voltaram hoje às ruas de Budapeste num novo protesto contra o governo do primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, organizado pelo advogado e opositor Peter Magyar.
O primeiro-ministro da Hungria, o ultranacionalista Viktor Orbán, defendeu hoje que o mundo está a enfrentar um ano decisivo e as forças soberanistas vão mudar o mapa político, tornando-se maioritárias no Ocidente.
O primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, criticou hoje os ministros dos Negócios Estrangeiros húngaro e eslovaco por se terem encontrado com o homólogo russo, Serguei Lavrov, durante um fórum regional na Turquia.
O primeiro-ministro húngaro, o ultranacionalista Viktor Orbán, anunciou hoje que será ratificada na segunda-feira a entrada na NATO da Suécia, a quem a Hungria vai comprar mais quatro aviões de combate.
A Hungria recusa qualquer tipo de sanções contra "colonos israelitas violentos" na Cisjordânia, revelou hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros português, lamentando que Budapeste continue a impedir a unanimidade europeia.
A presidente húngara, Katalin Novak, renunciou hoje ao seu cargo, após contestação do perdão que concedeu a um diretor de um lar de crianças que tentou encobrir casos de pedofilia.
O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, acusou hoje a União Europeia (UE) de ter tencionado entregar os fundos da Hungria à Ucrânia, caso não tivesse chegado a um acordo com Budapeste durante a cimeira europeia de quinta-feira.
A presidente da Comissão Europeia assegurou hoje que não deu garantias à Hungria de que os fundos comunitários suspensos a Budapeste por desrespeitar o Estado de direito seriam desbloqueados, dado o retrocesso húngaro para apoio financeiro à Ucrânia.
O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, sublinhou que o seu governo não se deixará "chantagear" pela Comissão Europeia para alterar a sua posição sobre questões fundamentais como a migração.