Os rebeldes xiitas Huthis denunciaram hoje novos bombardeamentos dos exércitos dos Estados Unidos da América (EUA) e do Reino Unido contra vários pontos do Iémen, mas até ao momento não há relatos de vítimas.
Os líderes de mais de 50 países árabes e islâmicos decidiram hoje, durante uma cimeira extraordinária, instigar a comunidade internacional a "congelar a participação de Israel na ONU" e proibir a exportação de armas para o Estado judaico.
Segundo o Ministério da Saúde libanês, um bombardeamento israelita provocou a morte a oito pessoas e deixou outras 14 feridas em Ain Yaacub, na região de Akkar, no norte do país.
O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, afastou hoje um cessar-fogo com o Hezbollah no Líbano sem uma capitulação do movimento xiita, no mesmo dia em que o seu colega dos Negócios Estrangeiros, Gideon Saar, admitiu avanços nas negociações.
O ministro das Finanças de Israel, Bezalel Smotrich, disse hoje durante uma reunião do Partido Sionista Religioso que tanto Gaza como a Cisjordânia serão "para sempre retiradas" aos palestinianos, na sequência da vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais norte-americanas.
Em declarações aos jornalistas, o diretor de comunicação do Hezbollah, Mohammad Afif, afirmou que Israel "ainda não conseguiu ocupar um único vilarejo no sul do Líbano".
Esta segunda-feira, numa cimeira de países árabes e muçulmanos, em Riade, o primeiro vice-presidente iraniano, Mohammad Reza Aref, afirmou que "o mundo espera" que, a partir de janeiro, Donald Trump se empenhe em acabar com as guerras.
Um tribunal de Moscovo ordenou a detenção do juiz do Tribunal Penal Internacional (TPI) Haikel Ben Mahfudh, responsável pelos mandados de detenção contra o antigo ministro da Defesa Sergei Shoigu e o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, Valeri Gerasimov.
Um bombardeamento danificou o reservatório de Kurakhov. No Telegram, o governador local alertou para o risco de inundações nas localidades vizinhas do rio Vocha.
O Presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, garantiu numa conversa telefónica ao Presidente palestiniano, Mahmud Abbas, que vai "trabalhar para acabar com a guerra" na Faixa de Gaza, informou hoje a agência noticiosa palestiniana WAFA.
O multimilionário Elon Musk participou na quarta-feira na conversa entre o líder da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e o Presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou hoje um elemento da presidência ucraniana à agência France Presse (AFP).
O Hezbollah reivindicou hoje ter lançado uma "salva de mísseis" contra uma base aérea israelita a sul de Telavive, mais de um mês após a eclosão de uma guerra aberta entre o movimento pró-iraniano e Israel.
O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, defendeu hoje um cessar-fogo na Ucrânia, país invadido pela Rússia em fevereiro de 2022, apontando que a paz "é o segundo passo", no qual se decidirá depois o que é "aceitável e durável".
Os bombardeamentos do exército israelita, em Sidon, provocaram a morte de três civis e deixaram quatro capacetes azuis e três soldados do exército do Líbano feridos.
O exército russo atacou cinco alvos, entre eles edifícios residenciais e um hospital, deixando um morto e duas pessoas em estado grave em Zaporizhzhia.
O chefe do Conselho de Segurança russo, Sergei Shoigu, disse hoje que o Ocidente deve promover negociações para evitar a "destruição do povo ucraniano".
As forças russas lançaram hoje um ataque massivo com 'drones' kamikaze Shahed e outros modelos que tinham as cidades de Kiev e Odessa entre os seus principais objetivos, segundo as autoridades locais.
O líder do Hezbollah, Naim Qassem, afirmou hoje que o movimento tem dezenas de milhares de combatentes treinados para enfrentar o exército israelita, avisando que nenhum lugar em Israel está "a salvo" dos mísseis e 'drones' do grupo pró-iraniano.
O exército russo atacou uma infraestrutura na cidade, que fica a 35 quilómetros das posições russas mais próximas. Especialistas suspeitam que, em breve, a Rússia lançará uma ofensiva contra a cidade.
Mais de 30 pessoas morreram em ataques israelitas na Faixa de Gaza e na Cisjordânia ocupada entre a noite de segunda-feira e a manhã de hoje, de acordo com as autoridades e os meios de comunicação locais.
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky disse hoje que cerca de onze mil soldados norte-coreanos foram destacados para a região russa de Kursk, que faz fronteira com a Ucrânia, para apoiar o exército do Kremlin.
A Rússia reivindicou, no domingo, a tomada de uma cidade localizada a cerca de dez quilómetros a sul de Pokrovsk, uma importante base logística para as forças ucranianas no leste do país.
O movimento xiita libanês Hezbollah anunciou hoje que disparou "uma grande quantidade de foguetes" de artilharia contra a cidade de Safed, no norte de Israel.