Presidente russo pretende continuar a dominar uma das quatro regiões anexadas. Contudo, autoridades estão a precaver uma eventual derrota e já começaram a retirar quadros superiores da cidade
Moscovo criticou hoje a decisão do Governo português de enviar seis helicópteros de combate a incêndios para a Ucrânia, de origem russa, dizendo que se trata de uma “violação das suas obrigações contratuais”.
Ataques sucessivos, desde há uma semana, a centrais elétricas têm causado muitos problemas na Ucrânia. Governo teve de tomar medidas, que começam esta quinta-feira a ser implementadas.
Cerca de 50 trabalhadores da central nuclear de Zaporijia, no sul da Ucrânia, ocupada militarmente por militares russos desde março, estão "ainda prisioneiros" de Moscovo, disse hoje o presidente da operadora ucraniana Energoatom.
O chefe da região controlada pelos russos de Kherson, no sul da Ucrânia, revelou esta quarta-feira que as autoridades pró-Kremlin estão a evacuar a principal cidade da região, mas prometeu que as forças de Moscovo continuarão a lutar.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, revelou esta terça-feira que as forças russas "destruíram" um terço das centrais de energia da Ucrânia em repetidos ataques que atingiram a infraestrutura de energia e causaram apagões em todo o país.
Pelo menos 13 pessoas morreram, incluindo três crianças, após um avião militar russo ter caído num prédio na cidade de Yeisk, nas margens do mar Azov, perto da Ucrânia, anunciaram hoje as autoridades.
As autoridades ucranianas já exumaram mais de 600 corpos de civis na região de Kharkiv, no nordeste do país, após a retirada das tropas russas, adiantou o ministro do Interior, Denis Monastyrsky.
O chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell, advertiu hoje que um potencial ataque nuclear da Rússia à Ucrânia desencadearia uma "resposta militar" ocidental tão "poderosa" que "aniquilaria" o exército russo.
Portugal vai enviar para a Ucrânia os seis helicópteros Kamov de combate a incêndios, atualmente sem licença para operar por serem de origem russa e um dos quais inoperacional, anunciou hoje a ministra da Defesa, Helena Carreiras.
A Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) aprovou hoje, com uma esmagadora maioria de 143 votos, uma resolução que condena a anexação de territórios ucranianos pela Rússia, reforçando o isolamento de Moscovo na panorama internacional.
A Rússia, tal como admitiu o seu líder Vladimir Putin, lançou na última segunda-feira um ataque sem precedentes à Ucrânia. Foram 84 os mísseis lançados pelas tropas russas, que provocaram 19 mortes e mais de cem feridos, até ao momento. Bombardeamentos, esses, que saíram bem caros ao ministério da d
Os custos associados à vaga de refugiados da Ucrânia nos países europeus da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) vão rondar, este ano, os 26,6 mil milhões de euros, segundo uma estimativa hoje apresentada pela organização.
Pelo menos quatro explosões foram ouvidas na capital ucraniana no início da manhã de 10 de outubro, bem como em outras localidades, de acordo com o governo.