O governo dos Estados Unidos vai adotar tarifas de 25% sobre as importações de aço e alumínio a partir desta segunda-feira, anunciou o presidente Donald Trump, no meio de uma nova série de planos de cortes de gastos nas agências federais, uma ação liderada pelo multimilionário Elon Musk.
A bolsa de Nova Iorque negociava hoje sem uma direção definida no início da sessão, aliviada com a suspensão das taxas aduaneiras para o México e Canadá, mas inquieta com uma guerra comercial com a China.
O México iniciou, esta terça-feira, o envio de 10.000 militares para a fronteira com os Estados Unidos para frear o tráfico de drogas como parte do acordo de suspensão das tarifas.
O presidente do Conselho Europeu, António Costa, defendeu hoje que os Estados Unidos "são amigos" da União Europeia (UE) e que "também entre amigos podem surgir problemas", razão pela qual devem ser encontradas soluções, face às ameaças comerciais.
A China anunciou, esta terça-feira, tarifas sobre produtos dos Estados Unidos nos setores de energia, automóveis e máquinas, cumprindo sua ameaça de responder à guerra comercial iniciada pelo presidente Donald Trump.
As tensões comerciais entre membros da NATO, provocadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não afetarão a aliança, afirmou o secretário geral do bloco transatlântico, Mark Rutte, esta segunda-feira.
Donald Trump conversou, esta segunda-feira, com o primeiro-ministro canadiano, Justin Trudeau, num momento em que a guerra comercial lançada pelo presidente americano já está a desestabilizar os mercados, preocupados com o impacto das tarifas anunciadas por Washington sobre a economia global.
A bolsa de Nova Iorque iniciou hoje a sessão em forte baixa, penalizada pelas tarifas impostas por Donald Trump aos principais parceiros comerciais dos Estados Unidos e preocupada com o impacto na economia norte-americana.
Ao adicionar altas taxas alfandegárias a produtos do Canadá, México e China, o presidente americano Donald Trump afirmou que quer obrigá-los a agir para reduzir o tráfico de fentanil, um opioide responsável por uma grave crise sanitária nos Estados Unidos.
O ministro dos Recursos Minerais sul-africano, Gwede Mantashe, declarou hoje que não serão enviados mais recursos naturais para os Estados Unidos se cessar o financiamento à nação africana, numa resposta ao Presidente norte-americano.
Os líderes da Alemanha e da França garantiram hoje que se Washington aumentar as tarifas alfandegárias aos produtos importados da União Europeia (UE), sofrerá retaliações económicas.
O Presidente dos Estados Unidos assinou este sábado a ordem executiva para a aplicação de taxas aduaneiras aos produtos provenientes do Canadá, do México e da China. Os três país já responderam e dois anunciaram as medidas de retaliação.
O Reino Unido e a União Europeia decidiram hoje "intensificar" as conversações para superar divergências sobre as disposições pós-'Brexit' relativas à Irlanda do Norte, que levantam receios de uma guerra comercial entre Londres e os 27.
A economia chinesa, a segunda maior do mundo, cresceu 6,1%, em 2019, o ritmo mais baixo em várias décadas, que reflete um aumento débil do consumo interno e uma prolongada guerra comercial com Washington.
O Governo chinês ordenou que todos os escritórios governamentais e instituições públicas removam computadores e 'software' estrangeiros, ao longo dos próximos três anos, depois da decisão de Washington de banir aquisição de equipamentos da Huawei.
O Presidente chinês, Xi Jinping, disse hoje querer trabalhar com Washington para concluir um acordo que ponha fim à prolongada guerra comercial entre os dois países, mas que não tem medo de "retaliar" se necessário.
Os líderes europeus reforçaram junto de Donald Trump, desde a sua chegada hoje a Biarritz para participar no G7, cimeira das grandes potências industriais, que as guerras comerciais podem arruinar a economia mundial.
A China anunciou hoje que vai aplicar tarifas sobre produtos norte-americanos avaliados em 75 mil milhões de dólares (68 mil milhões de euros), em retaliação ao anúncio de novas taxas pelo Presidente norte-americano, Donald Trump.
O Presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou hoje uma "longa reunião" com o seu homólogo chinês, Xi Jinping, sobre a disputa comercial entre os dois países, durante a cimeira do G20 que se realiza no final deste mês.
O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, manifestou-se hoje "muito preocupado" com a guerra comercial entre os Estados Unidos e a China devido ao efeito negativo que pode ter nas economias a nível mundial.
A China declarou hoje que a guerra comercial bilateral iniciada pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, com taxas alfandegárias punitivas e sanções contra empresas chinesas, é "terrorismo económico".
A França, a Alemanha e a Comissão Europeia reivindicaram hoje uma parceria mais equilibrada entre a China e a Europa, baseada na "confiança" e "reciprocidade" e defenderam uma renovação do multilateralismo face a um afastamento dos Estados Unidos.
O Presidente norte-americano Donald Trump anunciou hoje que vai adiar a data limite para o aumento das taxas de importações da China, após "substanciais progressos" nas conversações entre os dois países.
A ONU previu hoje que os países da União Europeia serão os mais beneficiados pela guerra comercial entre a China e os EUA, por terem "empresas muito competitivas" que poderão tirar proveito do conflito.